O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas veem ganhos claros para a Brava com operação, citando reforço no caixa e alívio na dívida — mas o outro fator incomoda os investidores

A Brava Energia (BRAV3) é vista pelos analistas como a grande vencedora no acordo para vender 100% de uma fatia do chamado ring-fence do Campo de Argonauta (BC-10), na Bacia de Campos, para a Petrobras (PETR4), mas, mesmo assim, as ações BRAV3 operam em queda nesta terça-feira (28).
O ativo faz parte de um consórcio que reúne ainda Shell e ONGC. A transação foi avaliada em cerca de US$ 290 milhões — um valor pequeno para a Petrobras, equivalente a cerca de 0,2% do seu valor de mercado, mas com impacto relevante para a Brava.
A fatia negociada corresponde a uma área com 0,86% da jazida compartilhada do pré-sal de Jubarte, dentro do acordo de individualização da produção em vigor desde agosto de 2025.
Na leitura de analistas da XP Investimentos e do Bradesco BBI, o negócio passa praticamente “em branco” para a Petrobras, dado o tamanho da estatal — mas joga em favor da Brava Energia.
Nem mesmo a vantagem da Brava no acordo que envolve a Petrobras é capaz de manter as ações BRAV3 no azul — mudanças recentes nas recomendações para os papéis da companhia ainda pensam mais sobre os ativos na bolsa.
Leia Também
Por volta das 14h15 (horário de Brasília), as ações da Brava recuavam 0,58% no Ibovespa, negociadas a R$ 18,88.
Na sexta-feira (24), o Morgan Stanley rebaixou o papel de compra para neutro e cortou o preço-alvo de R$ 28 para R$ 23. Na segunda-feira (27), foi a vez do JP Morgan cortar a recomendação, também para neutro.
“As estratégias de hedge de Brava limitaram sua capacidade de capturar todo o potencial de alta dos preços do petróleo, resultando em uma geração de valor ao acionista menos atrativa em comparação à Prio”, escreveram os analistas do banco em relatório.
Ao contrário da Brava, que opera em queda, os papéis da Petrobras acompanham o avanço do petróleo no mercado internacional nesta terça-feira (28). Por volta de 14h15, PETR4 subia 0,99%, a R$ 47,84, enquanto PETR3 avançava 1,37%, a R$ 53,14.
Apesar da pressão na bolsa, a XP considera que a venda de uma porção do ring‑fence do Campo de Argonauta foi um evento positivo para a Brava, uma vez que integra o consórcio operador e detém 23% de participação no campo.
Dado o porte da Petrobras, no entanto, o movimento pouco impacta a estatal, segundo a corretora. Nos cálculos da XP, a petroleira deverá receber US$ 67 milhões, o equivalente a um retorno de cerca de 3,8% no retorno de fluxo de caixa livre.
“O negócio já era esperado, embora o valor final tenha ficado levemente acima das expectativas de cerca de US$ 50 milhões pela participação da Brava”, acrescenta.
Na avaliação do Bradesco BBI, como Jubarte e Argonauta estavam interligados, era esperado a unitização ou a aquisição ocorresse em algum momento.
A aquisição, na visão do banco de investimentos, simplifica as coisas para a Petrobras, assim como a aquisição de Tartaruga Verde.
“Para a Brava Energia (BRAV3), a aquisição ajudará a empresa a reduzir seu endividamento, pois deverá receber cerca de US$ 67 milhões no período de 3 anos”, afirma o BBI.
MAIS DINHEIRO NO BOLSO
LOGO APÓS IPO GIGANTE
NOVA INTERESSADA
ENTREVISTA EXCLUSIVA
PROVENTOS PARA O ACIONISTA
MUDANÇA DE VISÃO
Copa online
AUMENTO DE PARTICIPAÇÃO À VISTA?
CRISE FINANCEIRA
SINAL DE ALERTA
SINAL VERDE
REDUZINDO AS DÍVIDAS
ATO FALHO?
PARCERIA ENTRE ESTATAIS
O QUE ACONTECEU?
A FÓRMULA DO PREJUÍZO
LIDERANÇA
FIM DE UMA ERA?
ACABOU O OTIMISMO?
FALÊNCIA EM CURSO