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Mineradora mais que dobra reservas e segue entregando, mas banco afirma que boa parte da história já está no preço
O BTG Pactual segue otimista com a Aura Minerals (AURA33), mas já não vê tanto espaço para surpresas positivas. O banco manteve a recomendação de compra e o preço-alvo de US$ 87, mas fez um alerta direto: a janela de valorização está começando a se fechar.
Na leitura dos analistas, a empresa continua entregando, só que boa parte dessa história já ficou para trás no preço da ação.
“Uma parcela significativa da tese micro já [está] precificada”, diz o BTG, o que limita o potencial de alta no curto prazo.
A atualização de reservas divulgada pela companhia ajuda a explicar o otimismo. A Aura mais que dobrou suas reservas provadas e prováveis (P&P), que saltaram de 3,4 milhões para 7,2 milhões de onças de ouro equivalente.
O avanço veio com a entrada de Era Dorada no portfólio, a expansão de Borborema e a consolidação de Serra Grande, além da revisão da premissa de preço do ouro de US$ 2.000 para US$ 2.600 por onça.
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Mas aqui tem um detalhe importante: isso não pegou ninguém de surpresa. “O aumento esperado em R&R [reservas e recursos] impulsionado por preços mais altos do ouro já era antecipado e deve ser observado em toda a indústria”, afirma o banco.
Apesar da perspectiva de preços mais altos, o ouro fechou em queda nesta quinta-feira (2), pressionado pela escalada de tensões entre Estados Unidos e Irã após novas ameaças do presidente norte-americano, Donald Trump.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o contrato para maio recuou 2,77%, a US$ 4.662,90 por onça-troy.
Ao longo da semana, o metal havia subido com a expectativa de negociações por um cessar-fogo, mas o aumento do risco geopolítico impulsionou o petróleo e o dólar, pesando sobre o ouro.
O ativo ainda reduziu perdas no início da tarde, após notícias de que o Irã discute, com Omã, medidas para monitorar o tráfego no Estreito de Ormuz no pós-guerra.
Segundo analistas, o movimento reflete investidores embolsando ganhos antes do feriado de Páscoa, além de preocupações com inflação mais alta puxada pelo petróleo.
Para o estrategista sênior de commodities da ANZ, Daniel Hynes, qualquer esperança de que houvesse diretrizes claras sobre como o conflito no Irã terminaria foi frustrada após o tom mais duro de Trump.
“Embora o ouro provavelmente continue dependente do nível de apetite por risco do mercado, sinto que o foco está começando a mudar dos resultados da política monetária para como o cenário econômico se apresentará", acrescenta.
Após a recente correção da commodity, uma retomada do ouro pode destravar uma nova rodada de alta para a Aura. E, nesse cenário, o BTG vê vantagem em estar na mineradora — e não no metal diretamente.
Isso porque a empresa combina crescimento de produção, alavancagem operacional, dividendos e potencial de reprecificação.
“Vemos um P/NAV [preço sobre valor líquido dos ativos] acima de 1,0x como alcançável”, diz o banco.
Enquanto isso, a tese de crescimento da Aura continua de pé. Segundo o banco, a estratégia da companhia passa por aumentar produção, expandir reservas e ganhar escala, inclusive via aquisições.
O BTG destaca que “o tom em relação a Era Dourada permanece otimista”, com decisão final de investimento prevista para o segundo trimestre. Ainda assim, “o foco atual permanece na execução do projeto, e não em uma maior expansão de R&R”.
Outros projetos seguem no radar. Em Matupá, um novo estudo de viabilidade deve sair até o fim do ano, com decisão final prevista para 2027.
Já em Almas, o avanço do desenvolvimento subterrâneo abre espaço para aumento de produção.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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