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Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro
A pressa é inimiga da perfeição. Mais do que um ditado famoso dos tempos de avó, a frase indica que bons resultados só podem ser alcançados com muito trabalho e dedicação aos detalhes; e tudo isso leva tempo.
Assim, por mais que até novembro o mercado tivesse expectativas de um corte na Selic ainda em janeiro, não deve ser essa a decisão anunciada pelo Copom (Comitê de Política Monetária) hoje, já que as condições ainda não são as ideais.
Ontem, o IBGE divulgou que o IPCA-15, a prévia da inflação, avançou 0,20% em janeiro e está em 4,5% em 12 meses. Ou seja, o Banco Central ainda deve manter o aperto monetário para levar a inflação ao centro da meta, de 3%. Afinal, quem tem pressa ou come cru ou queima a língua.
E não basta que a inflação fique dentro da banda de tolerância. Segundo Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, denota maior rigor técnico em comparação a gestões passadas.
Além dos juros restritivos, o dólar mais fraco também ajuda na desaceleração dos preços. Por outro lado, o desemprego na mínima histórica, a alta inflação em serviços e o aumento de gastos do governo atrapalham.
"Não é um quadro que está gritando para cortar juros imediatamente. Não há nenhuma emergência ou sinal de desaceleração aguda que levaria o Banco Central a apressar o corte nos juros”, diz Volpon, em entrevista ao Seu Dinheiro. A pressa é madrinha do arrependimento, e Galípolo está tomando seu tempo para chegar ao resultado ideal.
Leia Também
Veja a entrevista completa que Volpon deu para a repórter Monique Lima aqui — e não precisa se apressar na leitura, pode levar o tempo necessário para entender o cenário descrito pelo especialista.
Às vésperas da Super Quarta, o Ibovespa engatou a primeira marcha e disparou morro acima, alcançando os inéditos 183 mil pontos. O principal índice da B3 fechou a terça-feira em alta de 1,79%, aos 181.919 pontos.
A bolsa brasileira foi impulsionada pelo IPCA-15, que veio abaixo do esperado, mas não foi só isso. O Ibovespa vem se beneficiando das tensões geopolíticas causadas pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump, o que empurra investidores para os mercados emergentes.
Enquanto isso, o dólar vive uma forte desvalorização. Ontem, a moeda norte-americana fechou o dia em queda de 1,38%, a R$ 5,20, o menor nível desde maio de 2024.
Já nesta quarta-feira, além da decisão sobre as taxas de juros no Brasil e nos Estados Unidos, o mercado também estará de olho nos balanços de empresas norte-americanas e na participação de Trump em cúpula promovida pelo Departamento do Tesouro.
Por aqui, o destaque fica por conta do Relatório da Dívida Pública Federal de dezembro e do Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2026.
Em meio à espera, as bolsas asiáticas fecharam o pregão de hoje majoritariamente em alta, com destaque para o índice de Hong Kong, o Hang Seng. Por lá, os investidores se animaram com o setor de inteligência artificial.
Já os mercados europeus abrem o dia sem força, com Paris sendo pressionada pelo balanço do grupo de luxo LVMH.
Em Wall Street, o clima é de festa, com os índices futuros de Nova York amanhecendo no azul.
POLÍTICA MONETÁRIA
Quando o Copom vai começar a cortar a Selic? O que dizem os economistas que esperam ajuste nesta semana e os que só veem corte em março. A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira.
PARA ONDE VÃO OS JUROS?
Selic a 8% ou a 15%? Ex-diretores do Banco Central explicam o dilema que o Brasil terá pela frente. Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro.
ALOCAÇÃO GLOBAL
Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS. Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global.
LENDA DO MERCADO
Dólar a R$ 4,40, ou dívida acima de 80% do PIB: o alerta de Stuhlberger para 2026. Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira.
REPORTAGEM ESPECIAL
Depois do will bank, outros bancos digitais podem quebrar? Por que nomes como Nubank, Neon e Mercado Pago são diferentes. O Seu Dinheiro consultou especialistas no setor financeiro para entender se há, de fato, um risco real para os bancos digitais no Brasil. Por que a resposta unânime é “não”?
RELATÓRIO OPERACIONAL
Produção de minério da Vale (VALE3) sobe 6% no 4T25 e supera projeção no ano; confira os números da mineradora. As produções de minério de ferro e de cobre atingiram o nível mais alto desde 2018, enquanto a de níquel alcançou o maior patamar desde 2022.
O BOLSO AGRADECE
Energia mais barata à vista: Petrobras (PETR4) anuncia redução de 7,8% no preço do gás natural para distribuidoras. Ontem, a estatal já havia informado uma redução de 5,2% no preço da gasolina do tipo A; movimento ocorre em meio a um cenário de maior prudência no mercado internacional de petróleo.
SETE ANOS DA TRAGÉDIA DE BRUMADINHO
Vale (VALE3) enfrenta suspensão de alvarás em Minas Gerais após vazamentos, mas ações avançam. Os transbordamentos de água em instalações da mineradora ocorreram em Ouro Preto e Congonhas, no último domingo (25), em meio a um período de chuvas intensas na região central de Minas Gerais.
PARCERIA INTERNACIONAL
Embraer (EMBJ3) anuncia acordo para desenvolver a aviação regional na Índia; ações sobem mais de 2% no Ibovespa. Entendimento firmado com a Adani Defence & Aerospace prevê cooperação na fabricação de aviões, na cadeia de suprimentos, nos serviços de pós-venda e no treinamento de pilotos.
ARRUMANDO A CASA
Inter (INBR32) aprova descontinuação de BDRs, anuncia novo programa e coloca investidores diante de uma decisão. A instituição financeira decidiu descontinuar seu programa de BDRs Patrocinados Nível II e anunciou a criação de um programa de instituição financeira decidiu descontinuar seu programa de BDRs Não Patrocinados Nível I.
NOTA DEZ
Prio (PRIO3): Moody’s eleva nota de crédito após compra de Peregrino; veja o que mais impulsiona a ação. Entre os motivos para a elevação do rating, e por que a Moody’s acredita que a aquisição do campo de Peregrino pode elevar a produção e o Ebitda da companhia.
NOVAS REGRAS
Depois do Bradesco (BBDC4), Itaú (ITUB4) recalcula JCP com nova alíquota do IR; confira valores e cronograma de 2026. Com a publicação da Lei Complementar 224/25, a tributação sobre os juros sobre capital próprio (JCP) subiu de 15% para 17,5%.
TRIBUTAÇÃO
Imposto de até 44% para locador: pessoa física pode ter que pagar muito mais taxas se quiser alugar imóvel nessa modalidade. Nova tributação enquadra a locação por temporada como prestação de serviços e amplia a incidência de impostos sobre o faturamento.
EMPREENDEDORISMO
Ela largou a advocacia para fundar um negócio de moda — e hoje fatura US$ 13 milhões por ano. Isabella Espinosa, de 30 anos, é a fundadora da Baobab, marca colombiana de acessórios e beachwear.
BATEU RECORDE
Empreendedorismo dispara: Brasil registrou abertura de 4,9 milhões de pequenos negócios em 2025; confira os setores que lideraram. Ao todo, 5,1 milhões de empresas foram criadas no País, segundo dados da Receita Federal compilados pelo Sebrae.
EM ALTA
Brasília puxa alta nas buscas por voos da China ao Brasil após isenção de visto. Pesquisas por voos para o Brasil cresceram de forma abrupta logo após a notícia; Pequim, Xangai, Guangzhou, Chengdu, Xiamen e Shenzhen estão entre as cidades de partida mais procuradas.
TECNOLOGIA DA CHINA
DeepSeek faz aniversário: o impacto da inteligência artificial chinesa um ano depois de ela abalar o mercado na visão de uma asset suíça. Relatório da asset suíça Atonra avalia como o DeepSeek surpreendeu mercados, acelerou a transformação tecnológica da China e intensificou a disputa global em inteligência artificial.
JATINHOS, FESTAS MILIONÁRIAS E MAIS
A vida de rei vivida por Daniel Vorcaro enquanto o Banco Master crescia às custas do FGC. Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos.
CADA VEZ MAIS FÁCIL
Prova prática com carro automático e fim da baliza: veja quais estados já adotaram as alterações para tirar CNH. Alguns estados já permitem carro automático na prova prática da CNH e dispensam a baliza enquanto o Contran define regras nacionais.
CLIMA DE CARNAVAL?
Brasil já perdeu (bem) mais do que ganhou: veja quem já nos venceu no Oscar — e quem pode repetir o roteiro em 2026. País chega à edição de 2026 com cinco indicações, mas carrega um histórico marcado por derrotas e concorrentes de peso em todas as categorias.
BAFTA 2026
BAFTA 2026: Veja as 4 indicações do Brasil no ‘Oscar britânico’. Dessa vez, Wagner Moura fica de fora na disputa de Melhor Ator, mas “O Agente Secreto” recebe 2 indicações; veja todas as categorias em que o Brasil concorre no BAFTA Awards 2026.
SAÚDE PÚBLICA
Alta letalidade, zero vacina: por que o vírus Nipah volta a preocupar autoridades de saúde. Cinco casos confirmados e cerca de 100 pessoas em quarentena na Índia; especialistas reforçam que a doença é rara e altamente letal.
NOVO EDITAL
Concurso da Câmara dos Deputados abre vagas na Polícia Legislativa com salário inicial de R$ 21 mil. Novo edital prevê 40 vagas imediatas para Técnico Legislativo – Policial Legislativo Federal, com provas em abril.
CRIPTOMOEDAS
Bitcoin (BTC) em colapso? Mineradores pisam no freio em meio a nevasca nos EUA. Tempestade de inverno pressiona redes elétricas americanas e leva mineradores a reduzirem o consumo de eletricidade.
TERROIR (INTER)NACIONAL
Vinho sem síndrome de vira-lata: como três gringos querem encantar o paladar francês com vinhos brasileiros. O recém-criado projeto Vin du Brésil quer conquistar os exigentes paladares da França, considerado o “templo do vinho”.
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
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Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
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Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio
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