🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

Larissa Bernardes

Repórter no Seu Dinheiro, formada em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Possui experiência na cobertura do mercado financeiro em tempo real, economia, política e cenário internacional. Passou por agências de notícias e redações, como Agência Estado, Safras News, DCM e Record TV.

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

26 de janeiro de 2026
6:04 - atualizado às 14:15
Imagem criada por IA traz um gráfico com uma seta pegando fogo apontando para cima. Na base da imagem, barras de metais preciosos como prata, ouro, cobre e platina.
Imagem criada por inteligência artificial - Imagem: ChatGPT

Nem tudo que reluz é ouro, ou mesmo prata. Enquanto o metal dourado subiu 66% em 2025, o maior avanço em 46 anos, sua prima prateada disparou 150% no período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ambas as commodities metálicas mantêm seus níveis recordes em 2026, mas não são as únicas a experimentarem uma forte ascensão nos preços. Metais mais “diferentões”, como platina, paládio, ródio e até o cobre também vêm alcançando máximas históricas. A platina, por exemplo, disparou 120% em 2025!

A alta generalizada das commodities metálicas indica algo mais profundo do que apenas uma fuga temporária para ativos mais seguros e brilha aos olhos dos investidores.

O confronto renovado entre EUA e Europa sobre a Groenlândia fortaleceu a demanda por metais preciosos neste início de ano, mas não a criou.

Ouro e prata já estavam em ascensão antes que as tensões geopolíticas ressurgissem, impulsionadas por crescentes preocupações sobre disciplina fiscal, credibilidade monetária e institucional norte-americana — fatores que alimentaram o apetite dos bancos centrais ao redor do mundo por ativos diferentes do dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o aumento dos yields (rendimentos) dos títulos do Tesouro dos EUA de longo prazo durante períodos de risco tornou-se um sinal recorrente de que o que está em jogo é confiança, não crescimento.

Leia Também

O investimento em ouro e prata já é bastante acessível para a pessoa física, com fundos em plataformas digitais e ETFs (fundos de índice com cotas negociadas em bolsa) negociados na B3.

Mas a entrada no universo de metais alternativos, como os já mencionados platina, paládio, ródio e cobre, já não é tão óbvia: requer a abertura de uma conta de investimentos no exterior, uma dose de sangue frio e um olhar atento às características específicas de cada ativo.

Pensando nisso, o Seu Dinheiro conversou com diversos especialistas e conta para você o passo a passo, as vantagens e os riscos de investir em metais além do ouro e da prata.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O tripé dos investimentos em metais

O tripé dos investimentos em metais preciosos é formado por ouro, prata e platina — a extração desses materiais move uma indústria colossal.

Para se ter ideia da escala, a mineração global entrega, em média, 3.531 toneladas de ouro por ano.

1. O grande protagonista

O mais célebre dos metais, o ouro é considerado um ativo de segurança por excelência, além de ser a base da joalheria de luxo. Estima-se que mais de 216 mil toneladas tenham sido extraídas em toda a história.

2. O híbrido perfeito

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Menos rara do que o ouro, a prata brilha pela sua dualidade: é um ativo financeiro, mas também um componente industrial indispensável, especialmente em tecnologias sustentáveis.

3. A resistência em forma de metal

Capaz de resistir a altas concentrações de hidrogênio, a platina é vital para a aeronáutica, a odontologia e a indústria de armamentos. Sua produção é altamente concentrada em países como África do Sul e Rússia.

Embora a imagem do garimpeiro em busca da pepita de ouro ainda habite o imaginário popular, o investimento hoje ocorre em terminais de negociação e bolsas de valores, sem a necessidade de contato físico com a commodity.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O investimento em metais preciosos hoje é muito mais simples do que antigamente. O investidor pode adquirir ETFs ou ações de mineradoras, por exemplo, e, com um toque, abrir uma conta em uma corretora para isso”, diz Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.

Ele cita, além do GOLD11, ETF brasileiro que dá exposição direta ao ouro, o Empiricus Ouro, que rendeu 41,68% em 2025, e o Empiricus Prata, cuja alta foi de 111% no ano passado.

Também menciona fundos de metais do BTG Pactual e as ações da Aura Minerals (negociadas como AUGO na Nasdaq e como o BDR AURA33 na B3), como opções para quem quer ter exposição aos metais preciosos.

Mas Spiess adverte: apenas uma parcela da carteira deve concentrar todos esses investimentos em metais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Recomendamos uma exposição entre 2,5% e 5%, considerando fundos, ações de mineradoras e até o metal físico mesmo — 2,5% para os mais conservadores e 5% para quem aceita tomar mais risco”, acrescenta.

Leia também:

Os gigantes escondidos

Além do trio mais famoso, outros metais preciosos são muito utilizados na indústria e vêm chamando a atenção dos investidores.

  • Paládio: frequentemente mais caro que o ouro, sua vida pulsa no setor automotivo — 85% da demanda vai para catalisadores — e na eletrônica de ponta — smartphones e laptops.
  • Ródio: considerado o metal mais raro e caro do mundo, chega a custar até dez vezes mais do que o ouro em picos históricos. Não possui minas próprias, sendo obtido como subproduto da platina e do níquel. É essencial, por exemplo, para filtrar emissões tóxicas em veículos.
  • Irídio: o mais resistente à corrosão do mundo. Ganhou o coração dos investidores de “metais críticos” por ser fundamental na fabricação de telas LED e memórias de computador.

Bônus: embora seja um “metal base” e não um “metal precioso”, o cobre é o termômetro da economia. Com a eletrificação global, ele se tornou uma tese central de investimento em infraestrutura.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Spiess, da Empiricus, faz outro alerta para quem quer surfar a onda de ganhos dos metais. “O investimento fora do ouro não é para qualquer um. É preciso ser arrojado e não temer o risco, já que qualquer metal que não seja o ouro é muito volátil — a disparada acontece na mesma velocidade da queda”.

O impulso dos metais preciosos

Desde as primeiras moedas, ouro e prata se consolidaram como reservas de valor globais. Em cenários de inflação elevada, juros voláteis e tensões geopolíticas, esses ativos voltam a ser vistos como proteção patrimonial.

A valorização recente foi impulsionada por fatores como o ciclo de corte de juros nos EUA, a desvalorização do dólar e a política tarifária do presidente norte-americano, Donald Trump, além do conflito entre Ucrânia e Rússia.

João Abdouni, analista da Levante Inside Corp, aponta que a expansão da inteligência artificial (IA) e a disputa por terras raras aumentaram ainda mais a busca por esse tipo de investimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • As terras raras são minerais que não são exatamente raros como diz o nome técnico, mas são indispensáveis para tudo o que o futuro exige: do seu smartphone de última geração aos motores de carros elétricos e mísseis inteligentes.

“Bancos centrais ao redor do mundo buscam diversificar reservas para reduzir a dependência do dólar. Além disso, a demanda energética da IA e as políticas tarifárias globais criam um ambiente fértil para a valorização desses ativos”, diz Abdouni.

Quem pode “surfar essa onda”?

O investimento em metais preciosos é mais adequado para quem pensa no longo prazo. O ouro e a prata são ativos voltados para proteger patrimônio em crises futuras, e não para quem busca ganhos imediatos.

Eles podem ser usados como proteção contra riscos extremos — como guerras ou hiperinflação —, como forma de diversificação em dólar e como abrigo em horizontes de décadas.

Já metais como platina, paládio e ródio funcionam de uma maneira mais específica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Embora tecnicamente acessível a qualquer pessoa com uma conta internacional, esse tipo de exposição é mais indicado para investidores experientes e com maior tolerância ao risco”, afirma Matheus Cabral, private banker da Guardian Capital.

Segundo ele, a necessidade de operar no exterior, a complexidade tributária, a alta volatilidade e a dependência de setores industriais específicos exigem um conhecimento que o investidor comum geralmente não possui.

Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, reforça que “a volatilidade desses metais é significativamente maior do que a do ouro, exigindo uma análise profunda de ciclos industriais e de dados de produção de países como Rússia e África do Sul”.

Funciona assim: o ouro é como uma moeda de reserva guardada no cofre para se proteger de tempestades globais. Já os outros metais são como peças fundamentais de uma máquina: se a tecnologia muda, o valor pode oscilar drasticamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Estratégia de carteira

A recomendação média entre especialistas consultados pelo Seu Dinheiro é alocar entre 5% e 10% do patrimônio total em metais preciosos em carteiras brasileiras. Investidores mais conservadores costumam reduzir essa exposição para algo entre 2% e 5%. Já perfis mais agressivos, como Ray Dalio, o fundador da Bridgewater Associates, podem sugerir até 15%.

É importante frisar que essas orientações se referem, em sua maior parte, ao ouro. Para metais mais voláteis e com maior risco, a parcela dedicada deve ser bem menor e ficar dentro do limite total recomendado para metais preciosos.

O ajuste entre metais e outros ativos de proteção ocorre pela complementaridade de funções: cada instrumento desempenha um papel distinto na preservação e diversificação do patrimônio.

“O ouro atua como hedge em crises sistêmicas, a renda fixa oferece estabilidade e previsibilidade, os fundos multimercados buscam retornos descorrelacionados, enquanto os metais industriais funcionam mais como uma aposta em ciclos de crescimento econômico do que como proteção principal”, diz Cabral, da Guardian Capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Thomas Monteiro, estrategista-chefe do Investing.com, faz sentido incluir esse tipo de metal na carteira em cenários de crescimento industrial ou quando o investidor acredita que existe uma expansão de demanda precificável para essas commodities.

Onde Investir em 2026: estratégias de alocação, ações, dividendos, renda fixa, FIIs e cripto

Como investir em metais preciosos

A forma mais eficiente de investir nos metais preciosos a partir do Brasil é via mercado financeiro, por meio da B3 (bolsa brasileira) ou de contas globais. Aqui estão as principais opções:

1. Metal físico

A forma mais tradicional é a compra direta de barras (bullion) ou moedas soberanas (como a American Eagle ou a Krugerrand).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Como funciona: a aquisição é feita por meio de distribuidoras autorizadas ou dealers especializados.
  • Prós e contras: oferece a máxima segurança de posse em cenários de colapso sistêmico, mas apresenta desafios de custódia (segurança física), custos de seguro e spreads de compra e venda que podem reduzir a rentabilidade.

2. Brazilian Depositary Receipts (BDRs) de mineradoras

Os BDRs são certificados negociados na B3 que representam ações de empresas estrangeiras. Em vez de deter o metal, você investe nas empresas que o extraem.

Como o custo de mineração é relativamente fixo, qualquer alta no preço do metal costuma alavancar significativamente os lucros dessas companhias.

Na bolsa brasileira, as opções, de acordo com os especialistas, incluem:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Vale (VALE3): embora o foco seja o minério de ferro, é um gigante global em cobre e níquel, metais essenciais para a transição energética. 
  • Anglo American (AAGO34): porta de entrada para o “Grupo da Platina”, com forte exposição ao paládio e ródio. 
  • Rio Tinto (RIOT34): uma das maiores referências globais em exposição ao cobre. 
  • Sibanye-Stillwater (S1BS34): escolha estratégica para quem busca exposição direta ao paládio, sendo uma das maiores mineradoras do setor. 

3. Exchange Traded Funds (ETFs) na B3

Os ETFs são fundos de investimento cujas cotas são negociadas em bolsa, como se fossem ações, e são considerados a maneira mais eficaz de investir em metais preciosos.

Eles permitem a exposição ao preço do ativo sem a necessidade de gerenciar o armazenamento físico, além de terem baixas taxas de administração.

  • GOLD11: ETF que replica a performance do ouro na B3 
  • BCPX39: BDR do cobre que replica para os investidores brasileiros o ETF COPX (Global X Copper Miners ETF) 
  • BSLV39 e SIVR39:  o primeiro é um BDR do ETF SLV, um dos maiores do mundo, e replica o preço da prata física (spot), enquanto o segundo é o BDR do ETF SIVR, que também foca na posse física do metal 

No mercado brasileiro, ainda não há ETFs listados diretamente para metais como paládio ou ródio; para estes, o investidor deve recorrer aos BDRs ou ao mercado internacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

4. Contas globais

Para investidores que buscam metais raros ou cestas diversificadas com menor custo operacional, abrir uma conta de investimentos no exterior (via plataformas como Avenue, Inter ou Nomad) é o passo mais eficiente. Nos EUA, o mercado é muito mais completo: 

  • Aberdeen Physical Platinum Shares ETF (PPLT): principal ETF de platina em termos de liquidez, com bilhões de dólares sob gestão e volume diário de negociação elevado dentro do universo de metais preciosos. 
  • Aberdeen Physical Palladium Shares ETF (PALL): ETF mais líquido para exposição ao paládio. Embora tenha ativos sob gestão e volume menores que o PPLT, ainda é o instrumento mais utilizado para acesso direto a esse metal. 
  • iShares MSCI Global Metals & Mining (PICK): uma cesta diversificada que reúne mineradoras de metais industriais e preciosos, ideal para teses de crescimento global. 
  • SPDR S&P Metals & Mining (XME): focado no setor de mineração norte-americano, oferecendo exposição a metais estratégicos e de infraestrutura. 

As barreiras práticas para quem quer investir em metais preciosos

A diversificação em metais preciosos é recomendada, as opções são várias, mas os especialistas afirmam que as barreiras não devem ser ignoradas.

“Enquanto o ouro possui uma regulação clara e liquidez abundante, metais como o ródio sofrem com uma volatilidade extrema e um mercado secundário muito restrito. O custo de oportunidade e os spreads de câmbio na remessa de capital para o exterior são os principais ‘pedágios’”, afirma Ângelo Belitardo, gestor da Hike Capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, dependendo do ativo escolhido, o investidor pode se deparar com liquidez restrita ou custos altos de transação.

Em custos, o investidor enfrenta o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 1,1% a 3,5% na conversão de câmbio, taxas de corretagem internacional e a tributação de 15% sobre ganhos de capital no exterior.

Em regulamentação, é obrigatório ter conta em corretora internacional e fazer a declaração detalhada de bens e ganhos no Imposto de Renda (IR), o que adiciona uma camada de complexidade burocrática.

“A necessidade de operar no exterior, a complexidade tributária — IOF e IR sobre ganhos —, a alta volatilidade e a dependência de um setor industrial específico exigem um conhecimento que o investidor comum geralmente não possui. Para a pessoa física comum, o ouro — via GOLD11 na B3 — ainda é a porta de entrada mais simples e segura para o mundo dos metais preciosos”, diz Cabral, Guardian Capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar