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Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
O cardápio do investidor estrangeiro mudou em 2025. O gringo trocou o hot-dog pela coxinha em uma demonstração de que o apetite pelo pela bolsa brasileira está de volta — e, segundo o JP Morgan, veio para ficar.
Segundo os estrategistas do banco norte-americano, o ano de 2026 tem tudo para ser marcado por fortes fluxos de capital externo para as ações brasileiras, impulsionados pela busca por diversificação fora dos Estados Unidos.
Para Emy Shayo, head de estratégia para América Latina, e Cinthya Mizuguchi, os mercados emergentes são os "beneficiários claros" desse movimento de saída do dólar.
No caso do Brasil, isso não é pouca coisa. Dados da B3 mostram que investidores estrangeiros movimentaram mais de R$ 2,8 trilhões em ações no mercado brasileiro à vista no ano passado, um aumento de 15% em relação a 2024.
Segundo o levantamento com dados da plataforma Datawise+, solução B3 e Neoway, os meses com maior volume negociado em 2025 pelo investidor não residente foram maio (R$ 263 bilhões), abril (R$ 257 bilhões) e dezembro (R$ 255 bilhões).
Considerando o mercado à vista, que inclui, além de ações, ativos como BDRs, ETFs e fundos imobiliários (FIIs), o volume total movimentado pelos estrangeiros superou R$ 3,5 trilhões na bolsa, de acordo com a B3.
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A tese do JP Morgan se baseia em um movimento de reversão à média. Atualmente, a alocação de fundos globais em países emergentes está em patamares historicamente baixos (5,3%).
Se essa fatia retornar à média dos últimos dez anos (6,7%), o Brasil pode abocanhar cerca de US$ 25 bilhões em novos ingressos. Os sinais recentes corroboram essa visão:
Além do fluxo técnico, o JPMorgan aposta em dois pilares macroeconômicos:
Apesar do otimismo, o relatório faz um alerta sobre a volatilidade. No cenário externo, o apetite por risco pode ser freado por:
Já no front doméstico, segundo o JP Morgan, o investidor deve monitorar um possível ritmo de queda de juros mais lento que o esperado e o barulho político local.
"Com melhora do momentum macro, juros baixos e ambiente global favorável, a perspectiva permanece construtiva", dizem as estrategistas.
Além de trocar o hot-dog pela coxinha, o investidor estrangeiro também demonstrou apetite por alguns ativos específicos no ano passado — e muitos deles são ações de maior peso no Ibovespa.
| Ação | Volume |
|---|---|
| Vale (VALE3) | R$ 197,7 bilhões |
| Petrobras (PETR4) | R$ 154 bilhões |
| Itaú Unibanco (ITIB4) | R$ 130,6 bilhões |
| Banco do Brasil (BBAS3) | R$ 89 bilhões |
| Bradesco (BBDC4) | R$ 83 bilhões |
*Com informações do Money Times
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