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Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Nem mesmo a escalada do Ibovespa tem animado investidores locais, que estão pessimistas com o desempenho da bolsa e preocupados com o risco fiscal e as eleições. Com isso, muitos têm declarado que pretendem diminuir sua exposição à renda variável.
Segundo uma pesquisa da XP com assessores filiados à corretora, os clientes declararam que estão menos inclinados a aplicar na renda variável.
Já em relação às projeções do Ibovespa, a média apontou para uma estimativa de 172 mil pontos para o final de 2026. Hoje, o principal índice da B3 chegou a bater os 186 mil pontos — ou seja, os investidores acreditam que a bolsa deve encolher até o fim do ano.
A intenção de aumentar a exposição em renda variável caiu para 31%, queda de 9 pontos porcentuais em relação ao mês anterior. Enquanto isso, 3% dos assessores planejam reduzir os ativos em renda variável, queda de 1 ponto porcentual, e 66% não pretendem alterar a alocação, alta de 10 pontos em relação ao mês anterior.
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros. O número de investidores que coloca de 10% a 25% do patrimônio em renda variável caiu 5 pontos porcentuais, para 40%.
Na faixa de alocação entre 25 a 50%, estão 11% de todos os clientes, queda de 1 ponto porcentual. Por outro lado, o número de pessoas que investe de 0% a 10% nessa modalidade aumentou para 44%, alta de 7 pontos em relação ao mês anterior.
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Esse movimento se reflete na bolsa. De acordo com os dados da B3, durante o mês de janeiro até agora, os investidores estrangeiros registraram uma entrada líquida de R$ 15,8 bilhões no mercado à vista e R$ 6,8 bilhões em contratos futuros, totalizando R$ 22,6 bilhões e levando o Ibovespa a patamares inéditos.
Por outro lado, os investidores pessoa física estão vendendo mais do que comprando até o momento, com saídas de R$ 1,8 bilhão no mercado à vista e R$ 3,2 bilhões em futuros.
Na última reunião do Copom, encerrada ontem (28), o Banco Central manteve a taxa Selic em 15% ao ano, mas já indicou que pretende começar os cortes a partir de março, se as condições se mantiverem adequadas.
Mesmo assim, a renda fixa permanece como a classe de ativo dos clientes, enquanto o interesse por ações caiu para 40%, queda de 3 pontos porcentuais.
Na pesquisa deste mês, 69% dos entrevistados indicaram que seus clientes têm interesse por renda fixa, queda de 4 pontos. Já o interesse por ações caiu ligeiramente em 3 pontos para 40%.
Quem tem chamado mais a atenção são os investimentos internacionais, que interessam a 38% das pessoas, alta de 5 pontos, e os fundos multimercado: 19% querem entender mais sobre essa classe, alta de 4 pontos em relação ao mês anterior.
O risco fiscal — gastos do governo maiores que as receitas — são o maior risco para a bolsa, segundo os respondentes da pesquisa, seguido de instabilidade política e riscos geopolíticos, que aumentaram significativamente neste mês. O sentimento dos assessores se deteriorou marginalmente para 7,0 em relação a 7,1 em dezembro (numa escala de 0 a 10), diz a XP.
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