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A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
O dólar à vista destoou do câmbio no exterior, após a divulgação dos dados do mercado de trabalho mais fortes nos Estados Unidos, o chamado payroll, enquanto o real continuou a se beneficiar do movimento global de rotação de carteiras e do ingresso estrangeiro na bolsa brasileira — movimento que ajudou o Ibovespa a bater o recorde de 190 mil pontos durante a sessão.
Nesta quarta-feira (11), a moeda norte-americana encerrou a R$ 5,1876 (-0,18%), menor valor de fechamento desde 28 de maio de 2024.
De acordo com Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, o ambiente externo ainda é favorável aos mercados emergentes, com fluxo de capitais relevante em direção a ativos de maior retorno — movimento que segue beneficiando o real, apesar do payroll mais forte nos EUA.
“O mercado tratou o relatório como insuficiente para reverter a tendência de rotação de fluxos para emergentes, permitindo que o real permanecesse forte em relação ao dólar”, afirmou.
No cenário doméstico, os investidores acompanharam as declarações do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
No discurso, Galípolo reforçou a postura do Comitê de Política Monetária (Copom) foi mais conservadora ao sinalizar a “calibragem” dos juros em março. A decisão de esperar 45 dias teve um objetivo claro: reunir mais confiança antes de iniciar o ciclo.
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“Antevíamos, em se confirmando o cenário, essa calibragem da política monetária a partir de março, justamente para que a gente consiga reunir mais confiança para iniciar este ciclo”, afirmou.
Além disso, o mercado acompanhou a divulgação da pesquisa Genial/Quaest, que indicou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a liderança nos cenários de primeiro e segundo turno para a eleição presidencial de outubro, à frente do senador Flávio Bolsonaro.
Esta é a primeira rodada do instituto que não inclui o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, entre os possíveis candidatos ao Palácio do Planalto.
Nos sete cenários de primeiro turno testados, Lula aparece com intenções de voto que variam entre 35% e 39%. Flávio Bolsonaro oscila entre 29% e 33%. A vantagem do petista vai de 4 a 8 pontos percentuais, a depender da configuração.
Na esteira do apetite ao risco, o Ibovespa registrou recorde histórico de 190.000 pontos, com a máxima aos 190.561,18 pontos, uma alta de 2,49%.
No exterior, o dólar apresentou alta em relação às demais moedas, em dia de balanços corporativos e índices de Wall Street operando mistos.
O principal dado do mercado de trabalho, o payroll, indicou criação de 130.000 vagas de trabalho em janeiro, número acima do esperado pelo mercado. A taxa de desemprego também caiu a 4,3%.
Com esse cenário, a aposta por manutenção dos juros na próxima reunião de março do Federal Reserve subiu para 95% nesta manhã.
O desempenho positivo do Ibovespa, com recorde intradiário acima dos 190 mil pontos, reforçou a percepção de apetite ao risco, segundo Shahini.
Saindo da abertura aos 185.936,27 pontos, correspondente à mínima da sessão, o principal índice da bolsa brasileira encerrou o dia em alta de 2,03%, aos 189.699,12 pontos, com giro financeiro de R$ 38,6 bilhões. Na semana, o Ibovespa sobe 3,69% e, no mês, avança 4,60%. No ano, ganha 17,73%.
Esse foi o 11º fechamento em nível recorde para o Ibovespa somente este ano. Nesta quarta-feira (11), a máxima ocorreu mesmo com aa fraqueza em Nova York, onde as referências mostraram variação entre o S&P 500, que fechou estável, e Nasdaq, que caiu 0,16%, reforçando a narrativa de que a rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso.
*Com informações do Money Times
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