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A presidência brasileira do Brics se comprometeu a desenvolver uma plataforma que permita aos membros usarem suas próprias moedas para o comércio
Antes mesmo de tomar posse, Donald Trump já havia dado o recado: se o Brics recorresse a outra moeda para trocas comerciais, os EUA não perdoariam.
O aviso do republicano veio depois que o grupo de países emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — que foi ampliado recentemente — apresentou um plano para uma moeda única própria.
E a ameaça de Trump não foi pouca coisa: a imposição de tarifas de 100%.
Nesta sexta-feira (14), o Brasil dobrou a aposta.
A presidência brasileira do Brics se comprometeu a desenvolver uma plataforma que permita aos membros usarem suas próprias moedas para o comércio — o que poderia abrir caminho para substituir, em parte, o dólar como divisa no comércio internacional.
A medida vem em um momento no qual Trump iniciou uma guerra comercial com a elevação de tarifas para alguns mercados e produtos, incluindo o aço e o alumínio — os EUA consomem 60% da produção siderúrgica brasileira.
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Agora é esperar para ver se Trump banca ou corre.
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