O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Embora a decisão do Pentágono não implique em sanções diretas, as ações da Tencent caíram mais de 7% em Hong Kong
Quando o assunto é a guerra comercial entre Estados Unidos e China, qualquer movimento pode atingir em cheio as ações de companhias das duas potências. Desta vez, um novo capítulo do conflito envolve a chinesa Tencent, conglomerado de mídia e controladora da Riot Games, dona de jogos como League of Legends.
Semanas antes de Donald Trump assumir a presidência, o governo americano incluiu a companhia em uma lista de empresas supostamente vinculadas ao exército chinês. Além da Tencent, a Contemporary Amperex Technology Limited, fabricante de baterias, também está na mesma página.
A inclusão na lista, feita com apoio do Pentágono, leva à acusação da Tencent de manter ligações com o Exército de Libertação Popular da China (ELP) e com a base industrial de defesa chinesa.
O governo dos Estados Unidos defendeu a decisão argumentando que as empresas chinesas listadas estariam sendo forçadas pelo governo da China a fornecerem dados relacionados à segurança nacional, o que gera desconfiança em Washington.
Tanto a Tencent quanto a CATL protestaram contra a inclusão na lista e classificaram a decisão como um "erro", ressaltando que não possuem vínculos com o exército da China.
A Tencent também declarou que a inclusão não deverá impactar diretamente suas operações.
Leia Também
Em comunicado, a CATL afirmou que não está envolvida em atividades relacionadas ao setor militar, e que foi fundada de forma privada, tendo se tornado pública em 2018.
Na bolsa de Hong Kong, as ações da Tencent fecharam com recuo de 7,28%, ao preço de 379,60 em dólares de Hong Kong (aproximadamente de R$ 295), registrando sua maior queda desde outubro do ano passado. Já as ações da CATL caíram cerca de 2,84%.
Em Wall Street, os American Depositary Receipt (ADRs) da Tencent chegaram a cair mais de 8%.
Embora a inclusão na lista não resulte em sanções diretas ou em restrições imediatas às atividades das empresas chinesas listadas que operam nos Estados Unidos, a ação desencoraja companhias americanas de negociarem com elas. Isso levanta preocupações sobre os efeitos da decisão na imagem global da Tencent e no setor mundial de videogames.
A Tencent, por exemplo, é uma das empresas mais valiosas da China e possui grandes investimentos e fortes vínculos com grandes desenvolvedoras americanas de jogos, entre elas a Epic Games, estúdio do Fortnite, e a Activision Blizzard, criadora do Overwatch.
Já a CATL, fabricante chinesa de bateria e tecnologia, fornece equipamentos para algumas das maiores montadoras do mundo, incluindo a Tesla, a Stellantis NV e a Volkswagen AG.
A inclusão da Tencent na lista de entidades militares representa um novo capítulo na competição econômica e tecnológica entre os Estados Unidos e a China.
Com 134 empresas chinesas já listadas, projeta-se que esse número aumente, gerando mais incertezas no mercado global.
Algumas empresas, como a Xiaomi, já recorreram judicialmente para contestar sua inclusão e conseguiram ser removidas da lista em 2021. No entanto, casos de companhias chinesas como a DJI e a Hesai Technologies mostraram que a exclusão nem sempre é possível.
*Com informações da Bloomberg Línea
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa
Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano