O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Levantamento da CBS News/YouGov mostra que a maioria dos norte-americanos aprova o presidente, enquanto 70% acreditam que ele cumpre as promessas de campanha
Apenas três semanas se passaram desde que Donald Trump voltou à Casa Branca, e a política norte-americana já parece ter sido chacoalhada por um furacão. Em um piscar de olhos, novas tarifas foram levantadas, medidas migratórias endureceram e promessas de campanha começaram a sair do papel. Mas entre aplausos e críticas, o presidente republicano caminha para o fim do primeiro mês do segundo mandato com a aprovação de 53%.
Os dados da pesquisa CBS News/YouGov apontam um dos mais altos índices de aprovação de Trump nesta nova administração — e um salto significativo em relação ao início de seu primeiro mandato, em 2017.
A pesquisa indica que 70% dos entrevistados acreditam que Trump está cumprindo o que prometeu durante a campanha, um fator que pode estar contribuindo para sua aprovação inicial.
O levantamento também revela como a população enxerga a figura do presidente. A maioria o descreve como “eficaz”, “focado”, “firme”, “competente” e “enérgico”, mas apenas 37% o consideram “compassivo”.
Entre as promessas mais aguardadas (e temidas) do novo governo, estão as tarifas sobre produtos importados de países como China, México e Canadá.
Embora não tenham sido anunciadas por ordem executiva no primeiro dia de governo, as tarifas não demoraram a entrar em cena. Ele impôs uma tarifa de 10% sobre todos os produtos chineses e de 25% sobre as importações de seus vizinhos — essas estão pausadas por 30 dias.
Leia Também
E o impacto já chegou ao Brasil, com proposta de uma sobretaxa de 25% sobre as importações de aço e alumínio de todos os países, atingindo a indústria brasileira.
A pesquisa da CBS indica que 73% dos norte-americanos acreditam que as tarifas vão elevar os preços para os consumidores.
Ainda assim, apesar das ressalvas, existe um grande apoio à guerra comercial. Embora a maioria se oponha às tarifas sobre Canadá, México e Europa, 56% apoiam a taxação de produtos chineses.
Outro pilar fundamental do governo Trump é a política migratória.
Suas primeiras ações na área receberam apoio expressivo, com 59% dos entrevistados aprovando sua iniciativa de deportação em massa de imigrantes irregulares, enquanto 64% concordam com o envio de tropas para reforçar a fronteira e impedir a imigração ilegal.
Além do comércio e da imigração, o presidente também vem pontuando com outras medidas populares entre sua base.
Sua postura no conflito entre Israel e Hamas, sua política de cortes nos gastos públicos e o fim de programas de diversidade, equidade e inclusão foram bem recebidos pela maioria dos entrevistados.
*Com informações da CNBC
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%