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Audiência só ocorrerá em janeiro de 2026; até lá, a diretora indicada por Biden permanece no cargo em meio à disputa com Donald Trump

Após alguns reveses no embate entre Donald Trump e a diretora Lisa Cook, do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), parece que, por enquanto, haverá uma pausa no vai e vem.
Ontem (1), a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu adiar para janeiro de 2026 a audiência em que ouvirá argumentos sobre o pedido de Trump, para afastar a diretora do Conselho de Diretores da instituição.
A partir desta decisão, a economista seguirá exercendo seu mandato no Fed até pelo menos a data do julgamento.
O confronto teve início no final de agosto, quando o presidente norte-americano divulgou uma carta em sua rede social, Truth Social, anunciando a demissão de Lisa Cook, sob a acusação — sem provas — de fraude hipotecária relacionada à aquisição de duas propriedades em 2021, antes de ingressar no Fed.
A Justiça de primeira instância concedeu uma liminar que garantiu a permanência dela no cargo, decisão posteriormente confirmada por instância superior. Diante disso, o governo acionou a Suprema Corte para suspender a medida.
No dia 18 de setembro, o governo Trump havia pedido à Suprema Corte uma ordem de emergência para remover Lisa Cook do conselho de diretores do Fed. Atualmente, Lisa Cook tem um processo judicial em andamento que contesta a tentativa do presidente de demiti-la.
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O pedido de emergência foi feito depois que um tribunal de apelações rejeitou a tentativa do governo de destituir Cook antes da última reunião do Fed, realizada em 17 de setembro.
A defesa da diretora disse que a demissão é ilegal, porque presidentes só podem demitir diretores do Fed "por justa causa". Nesse caso, por ineficiência, negligência no cumprimento do dever ou má conduta no cargo.
No dia 9 de setembro, o tribunal federal de Washington havia decidido que Cook poderia permanecer no cargo em meio à sua luta contra os esforços do republicano para demiti-la.
A juíza havia determinado que o presidente do Fed, Jerome Powell, e o conselho da instituição estariam preliminarmente proibidos de tomar alguma medida para efetivar a remoção de Cook até que o litígio fosse resolvido.
Isso inclui tratar a diretora como se já tivesse sido destituída do cargo e obstruir seu acesso aos benefícios e recursos a que tem direito.
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