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MAIS QUE FRIENDS, HERMANOS

Lula reclama e Milei “canta Queen”: as reações de Brasil e Argentina às tarifas de Trump

Os dois países foram alvo da alíquota mínima de 10% para as exportações aos EUA, mas as reações dos presidentes foram completamente diferentes; veja o que cada um deles disse

Imagem criada por inteligência artificial mostra Javier Milei olhando para Donald Trump. Ambos vestem terno escuro e sorriem. Ao fundo, em imagem desfocada, Lula faz cara de bravo.
Imagem criada por inteligência artificial de Javier Milei (esquerda), Lula (centro) e Donald Trump (direita) - Imagem: Aurora / Grok

“Friends will be friends… when you're in need of love… they give care and attention”. O refrão do clássico do Queen diz que amigos serão amigos e quando precisarmos de amor, eles nos darão carinho e atenção. Uma homenagem de Javier Milei a Donald Trump depois que o presidente dos EUA anunciou a tarifa mínima de 10% para a Argentina — a mesma do Brasil, mas que Luiz Inácio Lula da Silva não vê motivos para cantarolar. 

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Milei fez questão de ir ao X para publicar o agradecimento a Trump. Além de escrever que amigos serão amigos, expressão também representada pela sigla TMAP, descrita pelo argentino, o hermano ainda celebrou a liberdade com a sigla VLLC (Viva la liberdad, carajo!). 

O post aconteceu enquanto o argentino viajava para a Flórida, onde possivelmente se reuniria com Trump nesta quinta-feira (3).

De acordo com a presidência argentina, Milei foi para Mar-a-Lago, residência privada de Trump na Flórida, para receber um prêmio. 

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Trump nunca escondeu a preferência pela Argentina entre os países da América do Sul. Em seu primeiro mandato, o republicano se aproximou de Maurício Macri, então presidente argentino, e com quem o norte-americano tinha ligações antigas por suas famílias terem feito negócios no passado.

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Não à toa, Milei fez questão de celebrar a vitória de Trump nas eleições de novembro de 2024. Em retribuição, foi o primeiro presidente da ser convidado para conversar com o republicano, antes mesmo de os resultados das urnas serem oficializados.

Mais que amigos, hermanos

Além de celebrar a tarifa mínima, um encontro com Trump agora pode fortalecer a posição da Argentina frente ao Fundo Monetário Internacional (FMI), em meio a negociações para um novo acordo no valor de US$ 20 bilhões (R$ 114 bilhões).

Em 2018, o país assinou um pacto de US$ 44 bilhões com o FMI, o maior crédito até então tomado pela Argentina e, ao mesmo tempo, o maior empréstimo concedido pelo organismo multilateral.

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Além disso, Milei precisa de respaldo para seu programa econômico antes das eleições de meio de mandato, marcadas para outubro.

De qualquer maneira, o hermano não sairá de mãos abanando: um sinal positivo chegou na quarta-feira (2), quando o Banco Mundial confirmou que desembolsará "um pacote de apoio significativo" à Argentina nos próximos três anos.

Para Lula, a banda toca diferente…

Se Milei chegou aos EUA ao som de Queen — e você pode relembrar esse clássico aqui — no Brasil, a banda toca diferente. 

Ao contrário do vizinho argentino, Lula não ficou nada satisfeito em ser alvo da tarifa de 10% de Trump, a alíquota mínima anunciada ontem pelo presidente norte-americano. 

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O Seu Dinheiro resumiu para você os principais pontos do anúncio de Trump

Lula disse nesta quinta-feira (3) que o Brasil vai tomar "todas as medidas cabíveis" para se defender. Segundo ele, a atuação terá como referência a lei da reciprocidade econômica aprovada no dia anterior pelo Congresso e as diretrizes da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Em discurso no evento de dois anos de governo, Lula afirmou que o Brasil não tolera ameaças à democracia e não bate continência para nenhuma outra bandeira "que não seja a verde e amarela".

"É um país que fala de igual para igual e respeita todos os países, dos mais pobres aos mais ricos, mas que exige reciprocidade no tratamento. Defendemos o multilateralismo e o livre comércio e responderemos a qualquer tentativa de impor protecionismo que não cabe mais hoje no mundo", declarou Lula.

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E acrescentou: "Diante da decisão dos EUA de impor sobretaxa, tomaremos todas as medidas cabíveis para defender nossas empresas e trabalhadores brasileiros."

*Com informações de Estadão Conteúdo e O Globo

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