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Em meio à guerra comercial de Donald Trump, exportações de ovos do Brasil para os EUA quase dobram em fevereiro
Os primeiros dois meses do atual mandato de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos têm mais reviravoltas que um roteiro de Guy Ritchie. Um cineminha cai bem no fim de semana.
Aplica tarifa, retira tarifa, expulsa imigrante, para essa guerra, continua aquela outra.
Nos mercados financeiros, os investidores estão à espera de esclarecimentos sobre a próxima rodada da guerra comercial de Donald Trump contra o mundo.
Estão previstas para entrar em vigor em 2 de abril o que Trump chama de “tarifas recíprocas”.
No fim de semana, porém, reportagens publicadas pela Bloomberg e pelo Wall Street Journal davam conta que alguns setores específicos poderiam escapar da sanha tarifária de Trump.
De qualquer modo, as fontes responsáveis pelo balão de ensaio não entraram em detalhes.
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Trump mantém assim a tática de morde-assopra observada neste início de mandato. Primeiro anuncia sobretaxas, depois concede algum alívio.
O fato é que Trump mantém a pose até que a bravata atinja o “órgão” mais sensível do corpo humano: o bolso.
O preço dos ovos disparou nos Estados Unidos no decorrer dos últimos meses. Só em fevereiro, o reajuste no varejo passou dos 50%.
Para além da guerra comercial, um surto de gripe aviária provocou a morte de milhões de galinhas e reduziu a oferta interna de ovos.
Se, de um lado, Trump levanta o tom da guerra comercial, discretamente o governo afrouxa as regras para aumentar a importação de ovos na tentativa de conter a inflação do produto.
Quem já está se dando bem com esse plot twist é o Brasil. Até janeiro, os ovos brasileiros podiam ser usados apenas para alimentar animais nos EUA. Agora eles podem ser usados como ingredientes de alimentos processados.
Diante disso, a exportação de ovos brasileiros para os EUA mais quase dobrou em fevereiro e tem potencial para crescer ainda mais.
Produtores de ovos da Coreia do Sul, da Turquia e da União Europeia também estão se beneficiando das regras mais frouxas.
O discurso anti-imigrantes de Donald Trump dispensa comentários.
Dados do Departamento de Segurança Interna dos EUA, no entanto, indicam que Joe Biden foi muito mais duro com os estrangeiros na reta final de seu mandato do que Trump vem sendo agora.
Em janeiro, os EUA expulsaram 37.660 pessoas de seu território. Embora se trate de um número alto, é bem inferior à média mensal de 57 mil estrangeiros expulsos por Biden em 2024.
É provável, no entanto, que o número aumente consideravelmente nos próximos meses.
Um dos motivos é a ameaça de Trump de levar à justiça advogados e escritórios especializados em direitos civis envolvidos na contestação jurídica à expulsão em massa de imigrantes.
Trump acusa advogados e escritórios de “má-conduta profissional” por agirem “politicamente” ao levar adiante processos supostamente desprovidos de base jurídica.
Teorias conspiratórias dão um up em qualquer roteiro de ficção. Na boca de líderes eleitos, porém, soam esquisitas, para dizer o mínimo.
Desde antes da posse, Donald Trump vinha afirmando que liberaria documentos secretos da investigação do assassinato do presidente John Kennedy em 1963.
O crime é, sem dúvida, uma das maiores fontes de teorias da conspiração de todos os tempos. Transparência não faz mal a ninguém.
O fato é que milhares de páginas vieram a público nos últimos dias, mas nenhuma novidade retumbante veio à tona.
Os investigadores concluíram mesmo que Lee Harvey Oswald agiu sozinho no crime.
Ainda assim, questionado sobre o assunto por jornalistas no sábado, Trump respondeu com outra pergunta: “Ele teve a ajuda de alguém?”
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