Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

DESSA VEZ É DIFERENTE

Com ou sem Trump, por que o último dado de inflação dos EUA não importa agora

A métrica preferida do banco central norte-americano foi divulgada nesta sexta-feira (31) e veio em linha com as projeções

Carolina Gama
31 de janeiro de 2025
13:33 - atualizado às 14:06
Montagem mostrando uma nota de dólar rasgada ao centro, com a palavra "inflation" grifada; representa a luta do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) para controlar a inflação do país
Imagem: Shutterstock

A divulgação do índice de preços para gastos pessoais (PCE, na sigla em inglês) é um evento para as bolsas e não é por acaso — essa é a métrica preferida, embora não seja a única, do Federal Reserve (Fed) para a inflação nos EUA. Nesta sexta-feira (31), o mercado conheceu o dado de dezembro. Só que dessa vez, não importa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em dezembro, o PCE subiu 2,6% em base anual, 0,2 ponto percentual (pp) acima da leitura de novembro e em linha com as projeções. O núcleo do índice, que exclui alimentos e energia, avançou 2,8%, também atendendo às expectativas e o mesmo patamar do mês anterior. 

Na comparação mensal, o PCE subiu 0,3%, enquanto o núcleo aumentou 0,2% — ambos em linha com as previsões também.

  • Embora o Fed considere as duas leituras, historicamente as autoridades têm visto o núcleo como o melhor indicador de inflação de longo prazo. A meta de inflação do BC dos EUA é 2%, um nível não alcançado desde fevereiro de 2021.

Wall Street abriu as negociações em alta. Além dos dados de inflação em linha com as projeções, as bolsas de Nova York pegam carona na Apple — as ações começaram o dia com alta de mais de 2% depois que os resultados trimestrais superaram a previsão de analistas, com a forte receita de serviços compensando as vendas mais fracas de iPhone

Com isso, o Dow Jones opera perto da estabiliade, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq sobem 0,69% e 1,28%, respectivamente, perto de 13h30.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por aqui, o Ibovespa opera com pouca tração apesar dos ganhos em Nova York.

Leia Também

O principal índice da bolsa brasileira recebe influência maior de dados do mercado de trabalho, depois que a taxa de desemprego no trimestre até dezembro no teto das projeções (6,2%) atrai atenção em meio aos sinais de desaquecimento da economia — que podem impedir a Selic de permanecer em nível elevado por mais tempo. 

Por volta de 13h30, o Ibovespa subia 0,23%, aos 127.199,11 pontos. 

No mercado de câmbio, o dólar à vista recua 0,47%, a R$ 5,8253. Na mínima, a moeda norte-americana chegou a R$ 5,8121 com o aumento do fluxo estrangeiro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, hoje, essa reação importa pouco. 

GUINADA à VISTA? O que pode fazer a BOLSA DISPARAR este ano

Por que o dado de inflação fica em segundo plano hoje?

Quem responde é Michelle Bowman, uma das diretoras do Fed. 

Em comentários feitos nesta manhã de sexta-feira, ela disse esperar que a inflação desacelere ao longo de 2025 nos EUA, mas acredita que, ainda assim, o banco central norte-americano vai se manter em espera até que haja sinais claros desse esfriamento dos preços. 

“Ainda há mais trabalho a ser feito para trazer a inflação para mais perto de nossa meta de 2%. Gostaria de ver o progresso na redução da inflação antes de fazermos mais ajustes nos juros”, disse Bowman. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O comentário acontece dois dias depois que os membros do comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) votou por unanimidade para manter a taxa de juros na faixa entre 4,25% e 4,50% — dando uma pausa após três cortes consecutivos, que totalizaram um ponto percentual.

Em outras palavras, o Fed já tomou sua decisão sobre os juros — pelo menos no curto prazo. 

LEIA MAIS: Alta da Selic abre oportunidade para buscar rendimentos acima de 19% ao ano, aponta corretora; entenda

“Essa leitura [do PCE de hoje] não importa, pelo menos não no futuro previsível, com o Fed dizendo que está em modo de espera por um tempo”, afirmam os analistas dos Scotiabank em relatório. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

James Knightley, economista-chefe internacional do ING, pontua que a inflação continua no caminho certo para 2%, com o deflator do PCE e o índice de custo de emprego oferecendo mais sinais de encorajamento. 

No entanto, Knightley diz que as ameaças tarifárias de Donald Trump pesam muito sobre a perspectiva da política monetária norte-americano. 

“Os dados atuais dos EUA sugerem que a inflação continua no caminho para [a meta de] 2%, mas com a enorme incerteza sobre a política regulatória, tarifária, fiscal e de imigração, o Fed não pode deixar nada ao acaso e manterá a política monetária inalterada até junho”, afirma. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BIG SHORT X BIG BOSS

‘A loucura’ de Michael Burry: lendário investidor de Wall Street encara Trump e dobra a aposta contra a Palantir — e contra a Nvidia 

10 de abril de 2026 - 18:45

O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela

NO MUNDO DA LUA

Americano nunca esteve na Lua, mas ficou milionário vendendo terrenos do satélite natural da Terra

10 de abril de 2026 - 10:40

Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua

EFEITO COLATERAL

Quem ganha com a guerra? Rússia pode turbinar cofres em abril com até US$ 9 bilhões em petróleo

9 de abril de 2026 - 15:49

Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção

COPO MEIO CHEIO

Cessar-fogo de papel e conta que não fecha: as economias globais caminham no escuro, mas o investidor não

8 de abril de 2026 - 18:44

Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir

PAUSA DRAMÁTICA

Petróleo despenca mais de 15%, Petrobras cai 6% e dólar perde força: o efeito imediato do cessar-fogo de Trump contra o Irã nos mercados

7 de abril de 2026 - 20:42

Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão

VENTOS FAVORÁVEIS

Os 4 setores que estão carregando o rastro de bilhões dos estrangeiros na bolsa em 2026

7 de abril de 2026 - 17:15

O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano

NÃO PRECISA DE BOMBEIRO

Enquanto a Ásia queima com o petróleo, a China tem um plano para apagar o fogo da crise que vem de Ormuz 

6 de abril de 2026 - 19:41

Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos

MENSAGEM NÃO LIDA

As lições de casa — e os alertas — do CEO do JP Morgan que podem mudar a forma como você investe

6 de abril de 2026 - 16:59

Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas

MAKE A PIX

Pix internacional: Banco Central trabalha para expandir sistema de pagamento para fora do Brasil enquanto Trump esbraveja

6 de abril de 2026 - 11:42

Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump

TENSÕES NO ORIENTE MÉDIO

EUA sobem o tom sobre Estreito de Ormuz, mas Irã não recua e manda recado: “jamais voltará a ser o que era”

6 de abril de 2026 - 9:31

O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa

PRIMEIRA VEZ EM 20 ANOS

EUA sofrem golpe inédito do Irã; veja como ficam as negociações para um cessar-fogo agora

4 de abril de 2026 - 9:16

Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã

MUITO ALÉM DO COELHINHO

De procissões religiosas a “bruxas de Páscoa” e pipas coloridas: como outras culturas e religiões celebram a ressurreição e a passagem

3 de abril de 2026 - 10:17

Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo

RÚPIA SOB ATAQUE

O despertar dos mortos-vivos: crise cambial na Índia assombra mercados e pode enterrar o plano da economia de US$ 5 trilhões

2 de abril de 2026 - 19:11

A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados

RISCO GEOPOLÍTICO

‘Trump é o mestre da negociação’, mas encara uma limitação que o levará a encerrar guerra no Irã em breve, diz gestor da Nomura Asset

31 de março de 2026 - 17:11

Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste

GLOBAL MANAGERS CONFERENCE BRASIL 2026

A ‘Nvidia chinesa’ já existe? Os setores que devem gerar lucro na China e estão de portas abertas para investidores, segundo gestor

31 de março de 2026 - 14:59

Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”

DO YOU BELIEVE?

Pouso filmado em estúdio, holograma no teto da Terra plana e mais; confira as teorias da conspiração mais alucinadas sobre a ida do homem à Lua enquanto acompanha a missão Artemis 2

31 de março de 2026 - 10:25

Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.

O JEITO DE JEROME

Powell se arrependeu e usa palco de Harvard para dar pista sobre os juros da maior economia do mundo

30 de março de 2026 - 13:31

Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano

ACORDOS DE PAZ

Sem EUA ou Israel, líderes do Oriente Médio reúnem-se no Paquistão para discutir fim da guerra

29 de março de 2026 - 12:21

Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações

MOSAICO DE SOBREVIVÊNCIA

Apagão da vida e da morte: crise de energia para crematórios na Ásia, suspende salários e ameaça o coração da Europa

24 de março de 2026 - 18:05

A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo

O BRILHO SUMIU

Ouro vive semana de cão, cai 10% no pior desempenho desde março de 2020 e arrasta a prata

20 de março de 2026 - 16:01

A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia