O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A métrica preferida do banco central norte-americano foi divulgada nesta sexta-feira (31) e veio em linha com as projeções
A divulgação do índice de preços para gastos pessoais (PCE, na sigla em inglês) é um evento para as bolsas e não é por acaso — essa é a métrica preferida, embora não seja a única, do Federal Reserve (Fed) para a inflação nos EUA. Nesta sexta-feira (31), o mercado conheceu o dado de dezembro. Só que dessa vez, não importa.
Em dezembro, o PCE subiu 2,6% em base anual, 0,2 ponto percentual (pp) acima da leitura de novembro e em linha com as projeções. O núcleo do índice, que exclui alimentos e energia, avançou 2,8%, também atendendo às expectativas e o mesmo patamar do mês anterior.
Na comparação mensal, o PCE subiu 0,3%, enquanto o núcleo aumentou 0,2% — ambos em linha com as previsões também.
Wall Street abriu as negociações em alta. Além dos dados de inflação em linha com as projeções, as bolsas de Nova York pegam carona na Apple — as ações começaram o dia com alta de mais de 2% depois que os resultados trimestrais superaram a previsão de analistas, com a forte receita de serviços compensando as vendas mais fracas de iPhone.
Com isso, o Dow Jones opera perto da estabiliade, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq sobem 0,69% e 1,28%, respectivamente, perto de 13h30.
Por aqui, o Ibovespa opera com pouca tração apesar dos ganhos em Nova York.
Leia Também
O principal índice da bolsa brasileira recebe influência maior de dados do mercado de trabalho, depois que a taxa de desemprego no trimestre até dezembro no teto das projeções (6,2%) atrai atenção em meio aos sinais de desaquecimento da economia — que podem impedir a Selic de permanecer em nível elevado por mais tempo.
Por volta de 13h30, o Ibovespa subia 0,23%, aos 127.199,11 pontos.
No mercado de câmbio, o dólar à vista recua 0,47%, a R$ 5,8253. Na mínima, a moeda norte-americana chegou a R$ 5,8121 com o aumento do fluxo estrangeiro.
Mas, hoje, essa reação importa pouco.
Quem responde é Michelle Bowman, uma das diretoras do Fed.
Em comentários feitos nesta manhã de sexta-feira, ela disse esperar que a inflação desacelere ao longo de 2025 nos EUA, mas acredita que, ainda assim, o banco central norte-americano vai se manter em espera até que haja sinais claros desse esfriamento dos preços.
“Ainda há mais trabalho a ser feito para trazer a inflação para mais perto de nossa meta de 2%. Gostaria de ver o progresso na redução da inflação antes de fazermos mais ajustes nos juros”, disse Bowman.
O comentário acontece dois dias depois que os membros do comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) votou por unanimidade para manter a taxa de juros na faixa entre 4,25% e 4,50% — dando uma pausa após três cortes consecutivos, que totalizaram um ponto percentual.
Em outras palavras, o Fed já tomou sua decisão sobre os juros — pelo menos no curto prazo.
LEIA MAIS: Alta da Selic abre oportunidade para buscar rendimentos acima de 19% ao ano, aponta corretora; entenda
“Essa leitura [do PCE de hoje] não importa, pelo menos não no futuro previsível, com o Fed dizendo que está em modo de espera por um tempo”, afirmam os analistas dos Scotiabank em relatório.
James Knightley, economista-chefe internacional do ING, pontua que a inflação continua no caminho certo para 2%, com o deflator do PCE e o índice de custo de emprego oferecendo mais sinais de encorajamento.
No entanto, Knightley diz que as ameaças tarifárias de Donald Trump pesam muito sobre a perspectiva da política monetária norte-americano.
“Os dados atuais dos EUA sugerem que a inflação continua no caminho para [a meta de] 2%, mas com a enorme incerteza sobre a política regulatória, tarifária, fiscal e de imigração, o Fed não pode deixar nada ao acaso e manterá a política monetária inalterada até junho”, afirma.
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região
O Norges Bank Investment Management, responsável por gerir o fundo soberano da Noruega, revelou nesta quinta-feira (26) que está utilizando o Claude para realizar a triagem ética e reputacional de seus investimentos
Apesar do otimismo do executivo, o setor de software e serviços (SaaS) do S&P 500 amargava uma queda de quase 23% até quarta-feira (26)
Apostador tinha direito ao equivalente a pouco mais de R$ 4 mil, mas governo cruzou dados, descobriu uma dívida tributária e dificultou o saque
A casa de análise pouco conhecida destacou os riscos para vários segmentos da economia global; visão risco é compartilhada pelo papa do mercado financeiro
Donald Trump ordena divulgação de documentos oficiais sobre extraterrestres e OVNIs depois de Barack Obama afirmar que aliens existem
Com US$ 18 bilhões em chips e parcerias com Nvidia e Microsoft, a Índia acelera para planos para liderar a corrida da inteligência artificial
Jamie Dimon, CEO do JP Morgan, e Daniel Goldberg, CIO da Lumina Capital, ligaram a luz amarela para essa indústria já no final do ano passado
Além do acordo envolvendo minerais, saúde, defesa, turismo e tecnologia também foram contemplados
Enquanto prepara novas tarifas, o republicano também precisa lidar com outro efeito colateral da decisão da Suprema Corte: a renovação da Câmara e do Senado norte-americano
Na esteira da anulação das tarifas do Dia da Libertação pela justiça norte-americana, o republicano disse que pode refazer acordos comerciais e impor novas taxas nos próximos dias
A maior economia do mundo cresceu abaixo das projeções no quarto trimestre de 2025, enquanto o índice de preços para gastos pessoais, a medida preferida do Fed para a inflação, ficou acima do esperado em dezembro
Citi faz projeções para as principais moedas globais e indica qual deve ser a cotação do dólar em relação ao real no horizonte de 12 meses
Ex-príncipe Andrew foi preso hoje por “má conduta” em caso envolvendo suas relações com Jeffrey Epstein; se condenado, ele corre o risco de cumprir pena de prisão perpétua.
Enquanto o S&P 500 caiu 1% desde o início do ano, o índice que acompanha o restante da economia global (ACWX) rendeu 8% no período
Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista
O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente
O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne