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Tarifas de Donald Trump e suas políticas imigratórias impactam diretamente a indústria têxtil nos Estados Unidos, contrastando com a promessa de uma economia pujante
No coração de uma fábrica centenária no sul de Massachusetts, o som das máquinas já não ecoa como antes. Onde no passado dezenas de costureiros trabalhavam lado a lado, hoje restam apenas 15 pessoas produzindo equipamentos neonatais hospitalares.
A família Teixeira, que no passado comandava uma das maiores operações têxteis de Fall River, precisou se reinventar em serviços de armazenagem, reporta a BBC.
Agora, diante das tarifas impostas por Donald Trump, as ofertas para retomar a costura até aparecem, mas são rejeitadas. Falta mão de obra, e a repressão contra imigrantes torna quase impossível contratar — além de não acreditarem que a demanda irá perdurar.
É uma realidade que contrasta com a promessa de campanha de Trump: trazer de volta os empregos da indústria americana.
Em Fall River, cidade que já foi símbolo do poder têxtil dos EUA e que surpreendeu ao dar uma vitória inédita a um candidato presidencial republicano em quase um século, os efeitos são diferentes do discurso. Tarifas que variam de 10% a 50% sobre importações aumentaram os custos para fabricantes locais que, muitas vezes, dependem de suprimentos importados.
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Em agosto, 71% dos fabricantes entrevistados pelo Federal Reserve de Dallas disseram que as tarifas já tiveram um impacto negativo em seus negócios, aumentando o custo dos recursos e prejudicando os lucros.
Empresas como a Matouk, produtora de roupas de cama de luxo fundada em 1929, viram os gastos com matérias-primas, como tecidos de algodão vindos de Portugal, Índia e Liechtenstein, dispararem em mais de US$ 100 mil por mês. O resultado: cortes em investimentos, preços mais altos e frustração.
“Fizemos tudo o que deveríamos fazer para manter a base industrial do país quando ninguém mais estava disposto a fazê-los, mas agora estamos sendo penalizados”, diz George Matouk, neto do fundador, à BBC. Para ele, a política virou um obstáculo adicional em um setor já marcado pela concorrência global e pela dificuldade em competir com custos mais baixos do exterior.
Segundo a emissora britânica, alguns estudos sobre as tarifas impostas por Trump em seu primeiro mandato mostram que essas medidas até geraram empregos nas indústrias que foram mais protegidas — como a do aço, por exemplo, em que o produto ficou mais caro para importar e, assim, incentivou a produção nacional.
Entretanto, enquanto um setor foi beneficiado, outros que dependem de peças ou matérias-primas importadas (como o têxtil) foram prejudicados. Esses setores viram os custos subirem, perda de competitividade e, consequentemente, cortaram empregos. Ou seja, ficam “elas por elas”.
Do lado de fora das fábricas, nas ruas da cidade, muitos eleitores seguem apoiando Trump. Para trabalhadores aposentados como Tom Teixeira, de 72 anos, a esperança ainda fala mais alto que os números. Ele votou no ex-presidente em 2016, 2020 e 2024 e acredita que os resultados podem vir com o tempo.
Já Mike van der Sleesen, dono da tradicional Vanson Leathers e que votou em Trump, viu seus custos subirem 15%. Ele disse à BBC que compreende o desejo do republicano de equilibrar a competição, mas teme que o peso das tarifas acabe sufocando quem ainda tenta produzir nos Estados Unidos.
A equipe ainda não venceu nenhuma partida pela Premier League em 2026, acumula cinco derrotas consecutivas na competição e olha para o precipício.
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