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O republicano defendeu tarifas como uma questão de “segurança nacional” para salvar Hollywood
A Netflix (NFLX) levou um susto nesta segunda-feira (5) após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar na véspera que quer taxar em 100% filmes estrangeiros.
Em sua rede social, Truth Social, o republicano defendeu que as tarifas são um esforço para salvar Hollywood e que se trata de uma questão de “segurança nacional”.
A Netflix está listada na Nasdaq, onde as ações chegaram a ceder 3,86% no pré-mercado de Nova York, sendo negociadas na abertura a US$ 1.140, ante os US$ 1.156,49 do fechamento.
As ações se recuperaram de parte do susto desta manhã, sendo negociadas a US$ 1.139,00 por volta das 15h20.
Não sobrou só para a Netflix o ônus das tarifas. A Paramount (PARA) e a Disney (DIS) também sentiram na pele o susto na pré-abertura das bolsas de Wall Street. As ações derreteram 2,01% e 2,62%, respectivamente, antes das negociações do dia começarem.
Mesmo com o susto, os papéis tiveram recuperação durante o dia, voltando para patamares próximos ao fechamento da última sexta-feira. Por volta de 15h20, as ações da Disney eram negociadas a US$ 93,03, ante US$ 92,49 do fechamento, e as da Paramount a US$ 11,30, ante US$ 11,43 da sexta.
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As BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da Netflix (NFLX34)na B3 também derraparam graças às novas tarifas sobre filmes estrangeiros, chegando a ter queda de 5% na abertura.
Por volta de 15h20, elas reverteram parte da queda e eram negociadas a R$ 129,54, próximo do valor do fechamento da última sexta-feira (2), de R$ 129,80.
As BDRs da Disney (DISB34) na B3 também chegaram a cair 3,54% na abertura, mas reverteram o tombo e acumulam alta de 0,57%, sendo negociadas a R$ 35,24 por volta das 15h20.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
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