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Shopee quer ampliar pontos de retirada e alcançar até 1.000 cidades, enquanto o Mercado Livre aumentou seus descontos no preço do frete
Shopee e Mercado Livre (MELI34) anunciaram novas ofensivas para ganhar mais espaço no Brasil.
A empresa de Cingapura pretende ampliar suas opções de entrega com a implementação de mais de dois mil pontos de retirada em estabelecimentos comerciais ao redor do Brasil.
Já a varejista argentina vai mudar sua política de frete para oferecer um modelo de subsídio variável que permite descontos de até 40% no valor da entrega.
As empresas travam uma disputa acirrada para aumentar a penetração no segmento de produtos com preços intermediários, área em que a Shopee tem ganhado mais tração.
A nova funcionalidade da Shopee permite que consumidores escolham retirar seus pedidos em Agências Shopee, locais que também vão funcionar como pontos de coleta para vendedores da plataforma.
A empresa tem cerca de 2.500 Agências Shopee ativas atualmente, em mais de 400 cidades brasileiras.
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A expectativa é expandir a cobertura para mil cidades até o fim deste ano.
A empresa vem ampliando sua base de clientes no Brasil com foco em frete acessível, promoções mensais e parcelamento facilitado. A expansão logística, com mais pontos físicos, é vista como um passo necessário para melhorar a experiência do consumidor.
O crescimento da Shopee no Brasil acelerou nos últimos anos, de modo que a plataforma já figura entre as líderes do comércio eletrônico no país em volume de pedidos, com um volume bruto de mercadorias (GMV, na sigla em inglês) de R$ 60 bilhões em 2024.
O aumento das Agências Shopee também deve ajudar a reduzir gargalos em datas promocionais, como a Black Friday e o 11.11 (mais movimentada das datas promocionais da Shopee), períodos em que a empresa registrou picos históricos de pedidos em anos anteriores.
A ideia é que os pontos de retirada ajudem a servir regiões com menor cobertura logística ou clientes que não podem receber encomendas em casa durante o dia.
A política de frete do Mercado Livre irá adotar uma nova estrutura de subsídio variável, que calculará o valor com base na reputação do vendedor, no valor do produto e no peso da encomenda. A mudança encerra a política anterior de faixas fixas de frete.
De acordo com a empresa, os custos de envio poderão cair até 40% em determinados casos.
A medida vale para vendas de terceiros (3P), com preços de produtos entre R$ 79 e R$ 200, e peso de até 30 kg.
Segundo relatório do Itaú BBA, considerando “o quão ‘paranoico’ o Mercado Livre é em relação à concorrência, esta parece ser uma medida calculada (e de fato a correta) para melhorar a competitividade”.
A abordagem é vista como favorável ao vendedor em meio à competição acirrada com outros marketplaces.
O Mercado Livre já havia implementado essa nova política de frete em 2024, mas inicialmente em categorias e faixas de preço específicas (produtos de R$ 80 a R$ 150). Agora, a empresa argentina está implementando de forma generalizada.
Os analistas do banco acreditam que a iniciativa do Meli deve ajudar a fortalecer a proposta de valor da empresa para os vendedores na faixa de preço que a Shopee tem buscado.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
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