Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Gabryella Mendes

Gabryella Mendes

VEM AÍ?

Saída ordenada: Vinci Compass negocia compra da Verde Asset e acerta sucessão de Luis Stuhlberger, diz jornal

Movimento marca nova fase na consolidação das gestoras independentes e pode dar fôlego ao plano de sucessão de um dos gestores mais conceituados do mercado

Gabryella Mendes
Gabryella Mendes
29 de julho de 2025
9:48
Luis Stuhlberger, sócio-fundador do Verde Asset Management
Luis Stuhlberger, sócio-fundador da Verde Asset Management. - Imagem: Divulgação/UBS

Luis Stuhlberger está prestes a dar um passo importante no processo de sucessão da Verde Asset em meio a negociações com a Vinci Compass.

As duas casas negociam uma combinação que, se confirmada, dará à Vinci o controle da Verde após cinco anos, em um modelo de joint venture que mantém Stuhlberger à frente dos fundos nesse período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O acordo ainda não foi assinado, mas já há um acerto de princípios entre as partes.

Segundo o Brazil Journal, a transação está sendo estruturada por meio de troca de ações: os sócios da Verde receberiam participação na Vinci, que por sua vez passaria a consolidar os resultados da gestora imediatamente após o fechamento do negócio.

Vale destacar que a Vinci Compass vale atualmente cerca de US$ 621 milhões na Nasdaq — o equivalente a R$ 3,5 bilhões.

Ela passou a administrar mais de R$ 300 bilhões após a fusão com a Compass, com forte presença em ativos alternativos.

Já a Verde, conhecida pelo tradicional fundo multimercado criado na antiga Hedging-Griffo, administra hoje R$ 17 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma sucessão planejada

Caso a transação seja efetivada, além de ampliar sua presença no segmento de fundos líquidos, a Vinci ganharia tempo para uma transição gradual de liderança.

De acordo com o Valor Econômico, a estrutura prevê autonomia total da equipe da Verde por cinco anos, com Stuhlberger mantendo o comando das estratégias.

Leia Também

Segundo fontes citadas pelo jornal, o gestor já teria comunicado internamente sua intenção de seguir à frente da casa por, no mínimo, esse período.

Nesse arranjo, a Lumina Capital, de Daniel Goldberg — que comprou no fim de 2023 a fatia de 25% da Verde que pertencia ao Credit Suisse —, também seguiria na sociedade.

Para o mercado, a movimentação é vista como uma forma de Stuhlberger, aos 70 anos, começar a desenhar sua saída da operação de forma ordenada.

O alocador, conhecido pelo foco em cenários e estratégia de longo prazo, sempre adotou um estilo diferente de pares como Rogério Xavier (SPX) ou André Jakurski (JGP), mais voltados ao trading.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um mercado em transformação

A aproximação entre Verde e Vinci ocorre em meio a uma onda de reestruturações entre gestoras independentes.

Pressionadas pela má performance recente e pela saída de recursos dos multimercados, casas tradicionais vêm reavaliando suas estruturas.

Desde 2021, a Verde perdeu cerca de R$ 38 bilhões em patrimônio, um reflexo da alta dos juros, das mudanças nas regras dos fundos exclusivos e do avanço de alternativas isentas de imposto.

Para se ter uma ideia, de janeiro a junho deste ano a categoria de multimercados reportou resgates líquidos de R$ 78,9 bilhões, segundo dados da Anbima.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outras gestoras também deram passos relevantes nos últimos meses.

A JGP vendeu sua divisão de gestão de fortunas ao BTG Pactual. A SPX desativou sua área de investment solutions e devolveu recursos aos investidores. Já a GAP encerrou a gestão de terceiros e transferiu seus fundos à Legacy.

A possível combinação entre Verde e Vinci surgiria, portanto, como uma resposta estratégica a esse cenário de consolidação, mas também como uma aposta no futuro.

Mais força global

Segundo o Brazil Journal, os dois lados enxergam forte complementaridade de portfólio e pouca sobreposição de produtos.

A Verde se notabilizou por sua atuação em multimercados e gestão macro, enquanto a Vinci tem presença relevante em private equity, infraestrutura, crédito e imóveis, além de buscar cada vez mais atuação internacional.

Stuhlberger, inclusive, poderia colaborar com a Vinci na alocação global da gestora. A ideia é que o know-how da Verde agregue valor à operação e ajude a atrair investidores sofisticados no Brasil e no exterior, segundo relatos.

Ainda não há prazo para o anúncio formal da operação, mas os documentos estão em fase de diligência. Diante disso, o mercado acompanha de perto os próximos passos dessa movimentação, com potencial de redesenhar o mapa das assets independentes no país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SAIU DO FUNDO DO POÇO?

Americanas (AMER3) pede fim da recuperação judicial, vende Uni.Co e reduz prejuízo em mais de 90%

26 de março de 2026 - 8:57

A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos

AINDA PRECISA VOTAR

A torneira dos dividendos vai fechar? A proposta da Equatorial (EQTL3) que pode mudar a distribuição aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:59

Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações

ATENÇÃO, ACIONISTA

Dividendos e JCP: Bradesco (BBDC4) anuncia R$ 3 bilhões em proventos; veja quem mais paga aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:25

Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios

BARATA OU ARMADILHA?

Mesmo a R$ 1, Oncoclínicas (ONCO3) ainda tem espaço para cair mais: o alerta do JP Morgan para as ações

25 de março de 2026 - 17:02

Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda

O QUE FAZER COM AS AÇÕES?

Não é hora de colocar a mão no fogo pela Hapvida (HAPV3): por que o Citi ainda não comprou o discurso de virada da empresa

25 de março de 2026 - 16:09

Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações

DON'T STOP ME NOW

Mercado Livre (MELI34) anuncia investimento gigantesco no Brasil e tem planos para entrar em novo segmento bilionário, mas há um porém no curto prazo, diz BTG

25 de março de 2026 - 13:37

Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano

VENCENDO A TURBULÊNCIA

Dividendos extraordinários da Vale (VALE3) baterão à porta do investidor em breve, segundo o BTG

25 de março de 2026 - 12:42

Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa

ATUALIZAÇÃO

iOS 26.4 combina novos emojis, Apple Music mais esperto e verificação de idade em obediência à la Lei Felca

25 de março de 2026 - 11:54

Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca

UM NOVO INTERESSADO

Acionista da Oncoclínicas (ONCO3) coloca R$ 500 milhões na mesa — mas, antes, quer derrubar todo o conselho

25 de março de 2026 - 9:06

Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda

AINDA MAIS ENDIVIDADAS

Raízen (RAIZ4), GPA (PCAR3)… pedidos de recuperação de empresas devem piorar em 2026, e corte da Selic não faz nem cócegas na dívida

25 de março de 2026 - 6:25

Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro

APOSTA ALTA

Recorde de R$ 57 bilhões: para onde vai o investimento do Mercado Livre (MELI34), que também promete criar de 10 mil empregos no Brasil

24 de março de 2026 - 19:23

Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano

RAIO-X DO CONSUMO

Corrida do varejo no Brasil: quem ganha e quem fica para trás, segundo o BTG

24 de março de 2026 - 18:40

Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado

O QUE FAZER COM AS AÇÕES?

Casas Bahia (BHIA3) saiu do “modo sobrevivência” e agora busca virar a chave de vez: vai dar certo? BTG responde

24 de março de 2026 - 17:30

BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital

“IMPOSTO DO PECADO”

Copa, eleições e imposto indefinido: o que afeta a Ambev (ABEV3) e outras fabricantes de cerveja, segundo o BTG

24 de março de 2026 - 16:04

Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro 

REAÇÃO AO RESULTADO

Ações do Agibank caem em Wall Street após primeiro balanço desde o IPO. O que incomodou o mercado?

24 de março de 2026 - 14:48

Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?

DESCONTOS DE ATÉ 30%

Depois da chegada de sua marca irmã mais barata, preços da Zara caem; qual o risco para C&A (CEAB3) e Lojas Renner (LREN3)?

24 de março de 2026 - 14:15

Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%

PRESSÃO REGULATÓRIA

Sanepar (SAPR11) cai até 7% após Agepar propor repasse de R$ 3,9 bilhões a usuários; entenda o que está em jogo

24 de março de 2026 - 12:37

Mudança de regra pode afetar diretamente as expectativas de retorno e geração de caixa da companhia de saneamento paranaense

REAÇÃO AO BALANÇO

Movida (MOVI3) muda o foco: lucro líquido sobe 64,5% e rentabilidade bate recorde no 4T25; é hora de comprar as ações?

24 de março de 2026 - 11:38

Lucro líquido chegou a R$ 102,3 milhões no período, em meio a estratégia mais focada em rentabilidade e menos dependente de crescimento de frota; veja os destaques do resultado

VEJA OS DETALHES

Um em cada cinco: auditoria ligada à Fictor Alimentos (FICT3) aparece em 113 fundos do entorno do Banco Master

24 de março de 2026 - 11:16

Levantamento com dados da CVM e da Anbima mostra forte presença da UHY em fundos ligados ao ecossistema do Banco Master, além de conexões com a Fictor, vínculos indiretos entre estruturas e indícios de investimentos cruzados entre os veículos

PROVENTOS À VISTA

Mais dinheiro na mesa: Vibra (VBBR3) anuncia R$ 393,5 milhões em juros sobre o capital próprio — ainda dá tempo de entrar?

24 de março de 2026 - 9:38

Data de corte se aproxima e ações devem virar “ex” nos próximos dias; veja o calendário dos proventos da Vibra

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia