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Primeiro grande banco a abrir os números do 3T25, o Santander deve mostrar melhora gradual — mas com riscos persistentes. Veja as apostas do mercado
Nada de brilho ou razão para euforia: um trimestre de ajustes. Essa é a expectativa do mercado para o balanço do Santander Brasil (SANB11) no terceiro trimestre de 2025 (3T25).
A divisão brasileira do banco espanhol abre os trabalhos de divulgação dos resultados entre os grandes bancos — e sob olhar atento do mercado. O Santander publicará o balanço do 3T25 cedinho nesta quarta-feira (29), logo antes da abertura dos mercados.
Em geral, os analistas esperam que o banco mostre um crescimento mais seletivo da carteira de crédito, margens financeiras um pouco mais firmes e uma leve recuperação nos lucros — mas com os ventos da tesouraria e da inadimplência ainda soprando contra.
A previsão do mercado é de um lucro líquido ajustado de R$ 3,72 bilhões, segundo o consenso da Bloomberg. Isso representaria um tímido crescimento de 1,6% em relação ao mesmo período de 2024 e de 1,7% ante o trimestre passado.
Já para a rentabilidade, os analistas preveem um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 16,3%, segundo a média das estimativas compiladas pelo Seu Dinheiro — praticamente estável em relação ao trimestre anterior (16,4%), mas ainda acima da Selic, a 15% ao ano.
Em meio a uma safra de resultados que deve mostrar força desigual entre os grandes bancos, o Santander deve ocupar uma posição intermediária — sem grandes surpresas positivas, mas também longe dos piores desempenhos. Veja aqui as apostas dos analistas para os resultados dos bancões no 3T25.
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Depois de um trimestre morno, o consenso é de que o Santander mostrará sinais de recuperação no 3T25, com lucros estáveis e rentabilidade levemente superior. Mas os desafios continuam: a expectativa ainda é de resultados mais fracos em tesouraria e em gestão de ativos e passivos (ALM).
Para a XP Investimentos, a qualidade do crédito ainda preocupa: a inadimplência de curto prazo vem subindo, especialmente entre pessoas físicas e grandes empresas, o que tende a exigir provisões maiores e elevar o custo de risco.
Já o UBS BB adota um tom mais equilibrado. Após o salto das provisões no primeiro semestre, o banco prevê estabilidade no custo de risco, hoje em torno de 4%. “Embora não descartemos uma leve deterioração da qualidade dos ativos, acreditamos que o nível atual é suficiente para absorver essa piora marginal”, afirmam os analistas.
Para Larissa Quaresma, analista da Empiricus Research, o agronegócio ainda será um obstáculo relevante. O Santander possui exposição maior ao setor do que rivais como Itaú e Bradesco, e o aumento da inadimplência no campo deve continuar pesando sobre os números.
Diante desse cenário, o banco vem apostando em uma estratégia mais conservadora, concentrando o crescimento da carteira de crédito em clientes de alta renda. Essa estratégia, embora mais segura, tende a limitar o ritmo de expansão dos empréstimos.
Mesmo com avanços pontuais, o ambiente segue a pressionar. Os juros elevados devem continuar comprimindo as margens com o mercado e reduzindo ganhos com operações financeiras.
É por isso que os analistas preveem que o segmento deve voltar a contribuir negativamente. O Banco Safra espera que esta seja a pior performance do indicador do ano.
Por outro lado, o Bank of America (BofA) vê pontos positivos. Para o BofA, a margem financeira com clientes deve permanecer resiliente, apoiada por uma melhor composição da carteira, spreads de captação mais favoráveis e leve aceleração do crédito em alta renda e pequenas e médias empresas (PMEs).
O JP Morgan também espera um trimestre de crescimento moderado tanto na carteira de crédito quanto na margem financeira, mas possivelmente abaixo das expectativas do mercado.
Os analistas ainda projetam receitas de tarifas sob controle e despesas operacionais estáveis, o que ajudaria a preservar a rentabilidade do Santander neste trimestre.
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