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O Banco Central (BC) decretou a liquidação extrajudicial do Master, que vinha enfrentando dificuldades nos últimos meses

A Polícia Federal prendeu hoje, 18, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em operação para apurar suspeitas de crimes envolvendo a venda do banco para o BRB, Banco de Brasília. Simultaneamente, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição liderada pelo banqueiro.
A PF vinha monitorando Vorcaro e, após detectar que o empresário estaria planejando uma tentativa de fuga para o exterior por meio do Aeroporto de Guarulhos, anteciparam a prisão. Ele foi preso ao tentar embarcar em seu jato, segundo informações da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.
A investigação faz parte da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta manhã. Os agentes foram às ruas para cumprir cinco mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisão temporária e 25 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal.
Augusto Lima, sócio de Daniel Vorcaro, também era um dos alvos da operação, porém ele não foi encontrado no momento da deflagração.
De acordo com a nota da PF, a operação tem o objetivo de combater a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional.
Estão sendo investigados os crimes de gestão fraudulenta, gestão temerária, organização criminosa, entre outros. A Polícia Federal, porém, não cita na nota os bancos envolvidos.
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As investigações tiveram início em 2024, após um pedido do Ministério Público Federal para averiguar a possível fabricação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira. Os títulos teriam sido vendidos a outro banco e, após fiscalização do Banco Central, substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada.
Com o início da investigação, o Banco Master passou a ser suspeito de ter fabricado carteiras falsas de créditos para vendê-las ao BRB.
A operação também levou ao afastamento de Paulo Henrique Costa, presidente do BRB. Ele deixa o comando pelo prazo inicial de 60 dias.
O banco estatal de Brasília está envolvido na investigação pelas negociações envolvendo os títulos falsos ligados ao Banco Master.
Em comunicado, o BRB ressalta que o banco segue operando normalmente, garantindo a continuidade integral dos serviços e preservando a segurança das operações, dos clientes, dos parceiros e de toda a sua estrutura operacional.
Paralelamente à prisão de Vorcaro, o Banco Central (BC) decretou a liquidação extrajudicial do Master, que vinha enfrentando dificuldades nos últimos meses.
A decisão ocorre um dia após a holding de investimentos Fictor apresentar uma proposta para comprar o Banco Master, em uma operação que incluiria aporte imediato de R$ 3 bilhões para reforço da estrutura de capital da instituição.
Além da Fictor, o negócio contaria ainda com investidores dos Emirados Árabes Unidos e estaria sujeito à aprovação do Banco Central e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
O processo, porém, não contemplaria o Will Bank e o Banco Master de Investimentos, que estão sendo negociados com grupos de investidores distintos.
Desde o começo do ano, o banco de Daniel Vorcaro passa por dificuldades financeiras. O BRB chegou a fazer uma proposta de aquisição em março, mas a operação foi foi barrada pelo Banco Central em setembro.
A compra do Master pelo BRB, estimada em R$ 2 bilhões, seria uma das maiores aquisições de bancos dos últimos tempos no Brasil.
Desde o anúncio do negócio, a operação era vista como uma forma de socorro do Master por parte do BRB, um banco público. O Master teve um crescimento expressivo nos últimos anos, mas com um modelo de negócios que era apontado com altamente arriscado.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Money Times.
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