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Banco norte-americano manteve recomendação de compra para os papéis da petroleira
O JP Morgan acredita no potencial da Petrobras (PETR4) de crescer nos próximos dois anos. Por isso, o banco norte-americano revisou algumas das projeções que tinha para a estatal.
A primeira foi o preço-alvo das ações da petroleira. Os analistas do JP Morgan agora apostam em R$ 45, considerando que os papéis negociam a 3,3 vezes EV/Ebitda em 2026, com free cash flow yield (retorno de fluxo de caixa livre) de 9,3%, considerando o preço do petróleo a US$ 65/barril. O preço-alvo anterior era R$ 43.
A mudança representa um potencial de valorização de 36,7% em comparação ao valor dos ativos hoje (24). As ações fecharam o pregão desta quarta negociadas a R$ 32,92.
A segunda estimativa que sofreu mudanças foi a de produção. O JP Morgan acredita que a estatal vai produzir 2,6 milhões de barris de petróleo por dia em 2027. Já em 2028, a projeção é de 2,8 milhões. Esses números superam em até 312 mil barris por dia o guidance oficial da companhia.
O banco reafirmou a recomendação de compra para as ações da Petrobras, mas também reconheceu que a instituição tem um alto capex (volume de investimentos) destinado ao maior campo da empresa, Búzios. Os analistas argumentam que o dinheiro está sendo aplicado em barris de alto retorno.
Não é só o JP Morgan que recomenda a compra de ativos da Petrobras. O banco BTG Pactual compartilha a mesma sugestão que o banco dos EUA.
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As previsões do BTG para a estatal incluem aumento na produção e queda em despesas de capital (capex) e despesa operacional (opex).
Os analistas ainda apontam que a Petrobras é um player eleitoral, ou seja, o cenário das eleições presidenciais em 2026 pode ajudar ainda mais na valorização das ações da Petrobras.
O preço-alvo definido pelo BTG é R$ 44, com potencial de alta de 33,7% em relação a esta quarta-feira.
Nos cálculos divulgados pelo JP Morgan, cada 100 mil barris/dia adicionais do pré-sal acrescentam cerca de US$ 1,5 bilhão ao Ebitda da Petrobras.
Além disso, o banco reforça que os reservatórios carbonáticos do pré-sal oferecem vantagens sobre os do pós-sal, como declínio mais lento e suporte de pressão, o que explica curvas de produção mais estáveis.
Segundo os analistas, dados de Sapinhoá e Tupi mostram estabilidade até fatores de recuperação próximos a 10%–11%, quando começa o declínio gradual. O mesmo é esperado para Búzios, com reservas estimadas em 37 bilhões de barris in place.
A expectativa é de um platô até o fim de 2029 ou início de 2030, com taxas de declínio de 4% nos primeiros anos e de até 10% após 2032.
Para o Brasil, a estimativa é de crescimento até 5,3 milhões de barris/dia em 2032, ante os 3,7 milhões atuais.
As esperanças do mercado para a petroleira foram reacendidas por uma informação que deve ser confirmada só no mês que vem. O jornal Valor Econômico antecipou que a Petrobras deve realizar uma redução de US$ 8 bilhões em investimentos no Plano Estratégico 2026-2030.
O possível corte está ligado a uma queda acentuada no preço do petróleo, segundo o analista da Empiricus Ruy Hungria.
Relatórios do Itaú BBA apontam que um capex abaixo de US$ 17 bilhões já seria suficiente para fechar a lacuna entre geração de caixa e pagamento de dividendos. Assim, a Petrobras conseguiria financiar projetos e manter a remuneração aos acionistas sem aumentar a dívida bruta.
Nos dois primeiros trimestres deste ano, o capex da estatal foi de US$ 8,8 bilhões.
A produção offshore deve representar 29% da oferta de líquidos em 2025, com pico de 33 milhões de barris/dia em 2032, na visão do JP Morgan.
O banco também vê com otimismo a produção em águas profundas. Segundo a instituição financeira, essa fabricação deve subir de 10,4 milhões de barris/dia, em 2025, para 12,8 milhões, em 2031. O crescimento deve ser puxado por Brasil, Guiana, Suriname, Noruega e México.
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