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A audiência discutirá supervisão bancária, segurança jurídica e a decisão que levou à liquidação do Banco Master. Entenda o que está em jogo

O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a realização da acareação no inquérito que investiga irregularidades envolvendo a tentativa de venda do Banco Master.
Marcada para terça-feira (30), às 14h, a audiência colocará frente a frente os principais envolvidos no caso e terá como foco central a atuação do Banco Central na supervisão da instituição e na decisão de liquidação extrajudicial do banco.
A acareação é, basicamente, um confronto direto entre pessoas cujos depoimentos divergem, usado para esclarecer fatos e eliminar contradições em investigações criminais.
É a primeira vez que decisões do Banco Central, órgão regulador com autonomia técnica, são confrontadas em tribunais superiores do Brasil.
O caso levanta debates sobre segurança jurídica, credibilidade das ações do BC e possíveis repercussões para a supervisão do sistema financeiro.
A acareação é um instrumento do Código de Processo Penal que serve para confrontar informações divergentes entre os investigados. No caso do Master, o objetivo é esclarecer:
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Segundo o STF, já existem contradições nos depoimentos e documentos, tornando a acareação essencial para avançar na apuração.
O caso envolve aproximadamente R$ 12,2 bilhões em créditos suspeitos que constavam nos registros do Master. A liquidação do banco pelo BC é questionada pelo TCU e pelo próprio STF.
A acareação busca:
A audiência será realizada por videoconferência, mas Vorcaro solicitou comparecimento presencial. O STF fará perguntas diretamente aos envolvidos, com gravação em vídeo e sigilo sobre os depoimentos.
O confronto entre Vorcaro, Costa e Aquino deve esclarecer decisões do BC, medidas de supervisão e eventuais inconsistências nos relatos.
Em março de 2025, o Banco de Brasília (BRB) anunciou sua intenção de adquirir 49% do Banco Master, em uma operação que envolveria aproximadamente R$ 50 bilhões em ativos, incluindo carteiras de crédito que haviam sido vendidas a investidores de varejo com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
O Master promovia seus títulos como seguros, cobrindo até R$ 250 mil por investidor, com limite máximo de R$ 1 milhão em quatro anos, atraindo bilhões de reais de depósitos e investimentos.
No entanto, em setembro de 2025, o Banco Central vetou a transação, apontando riscos financeiros e indícios de irregularidades, como a inclusão de créditos fictícios que poderiam comprometer a solidez do banco e gerar contágio sistêmico.
Em novembro, a Polícia Federal prendeu Daniel Vorcaro, fundador do Master, e outros executivos, sob acusações de fraude na negociação da venda e fabricação de operações de crédito inexistentes, que somavam cerca de R$ 12,2 bilhões.
No mesmo dia, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da instituição, alegando risco ao sistema financeiro.
A decisão gerou questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU), que pediu esclarecimentos sobre possíveis falhas na supervisão do banco e se alternativas menos onerosas poderiam ter sido adotadas.
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