O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na prática, o Grupo Pão de Açúcar não tem como garantir sua posição junto às autoridades tributárias durante processo sobre recolhimento de imposto de renda
A semana não começou bem para o Grupo Pão de Açúcar (PCAR3), após a varejista francesa Casino informar que não oferecerá mais garantia jurídica à rede de supermercados brasileira.
As garantias estavam relacionadas a processos de recolhimento de imposto de renda dos anos-calendário de 2007 e 2013. A disputa judicial acontece devido à suposta dedução indevida de amortizações de ágio por parte do GPA.
Nesse fogo cruzado entre a Receita Federal e o GPA, o Casino acabou assumindo o papel de “fiador” judicial da empresa brasileira — isso até a Justiça francesa aprovar a saída estratégica por meio do processo de reestruturação do Casino.
Na prática, o PCAR3 não tem como garantir sua posição junto às autoridades tributárias e vai ter que procurar uma solução rápida para o problema.
Mas o GPA não desistirá sem uma briga. Rafael Sirotsky, vice-presidente de Finanças e diretor de Relações com Investidores, afirma em comunicado aos acionistas que tomará as medidas necessárias na defesa dos seus interesses.
Mesmo com a cisão entre as varejistas, o GPA pontua que, no momento, não há pagamento devido ou impacto à liquidez da empresa pela retirada da garantia e ainda destaca que o ágio foi constituído regularmente, com decisão favorável sobre a legislação fiscal.
Leia Também
A carta da varejista francesa não impactou negativamente as ações da GPA, que fechou em alta de 3,94%, sendo negociada a R$ 3,96.
Em abril de 2023, o Casino deixou de ser acionista controlador da rede de supermercados, e a expectativa é de “se livrar” do GPA no Brasil o mais rápido possível para focar na operação da companhia na França.
O interesse em desinvestir na América Latina foi anunciado pelo grupo francês em junho do ano passado.
O anúncio veio acompanhado de um processo de reestruturação da companhia que tirou Jean-Charles Naouri do controle e tornou o bilionário tcheco Daniel Kretinsky o acionista majoritário.
Nos últimos anos, o GPA vem passando por mudanças em sua estrutura. Em 2021, a dona do Pão de Açúcar concluiu o processo de cisão do Assaí Atacadista – atacarejo do qual o Casino também deixou o controle no ano passado, com a venda de uma fatia de 11,7%.
Em janeiro deste ano, o GPA também vendeu sua participação de 13,31% no Grupo Éxito por US$ 156,4 milhões (aproximadamente R$ 915 milhões, na cotação atual).
A estratégia, de acordo com o GPA, fazia parte do “plano de venda de ativos não core com o objetivo de não apenas reduzir a alavancagem financeira, mas também melhorar a eficiência na alocação de capital”.
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca