O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo a fabricante brasileira de aeronaves, o impulso veio de novos contratos, das entregas aceleradas e de uma forte expansão internacional
A Embraer (EMBR3) fechou o segundo trimestre de 2025 com uma carteira de US$ 29,7 bilhões — o maior valor da história da companhia.
Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliário (CVM) nesta segunda-feira (21), a fabricante brasileira de aeronaves afirma que o número foi impulsionado pelo bom momento das áreas de aviação comercial, executiva, defesa e serviços.
Segundo a Embraer, o crescimento foi impulsionado por novos contratos, entregas aceleradas e uma forte expansão internacional.
A performance da divisão de aviação comercial chama atenção, com a maior carteira dos últimos oito anos, totalizando US$ 13,1 bilhões — um crescimento de 31% em relação ao primeiro trimestre de 2025 e de 16% quando comparado ao mesmo período de 2024.
Um dos grandes marcos do período foi o modelo E175, que ultrapassou a marca de 1.000 unidades vendidas desde 2005, consolidando-se como o modelo regional de maior sucesso da Embraer.
Os clientes que receberam aeronaves no trimestre incluem nomes como Republic Airlines, Horizon Air, Azorra, Aercap, Mexicana, Royal Jordanian, Binter e ICBC.
Leia Também
A aviação executiva também teve um ótimo desempenho, com a carteira de pedidos alcançando US$ 7,4 bilhões, um avanço de 62% em relação ao ano passado.
Foram entregues 38 jatos entre abril e junho de 2025, um aumento de 41% em comparação a 2024. Já no acumulado de 2025, a Embraer entregou 61 aeronaves, atingindo 41% de sua meta anual.
Os modelos Phenom e Praetor seguem como os principais responsáveis pelo bom desempenho da divisão.
O setor de Defesa & Segurança também teve um crescimento expressivo, dobrando a carteira de pedidos em relação ao ano passado, com US$ 4,3 bilhões.
No trimestre, a Embraer entregou quatro aeronaves A-29 Super Tucano para a Força Aérea Paraguaia e fechou contratos com vários países.
Entre eles estão a Lituânia, que escolheu o cargueiro militar C-390 Millennium para reforçar sua frota, e Portugal, que adquiriu uma sexta unidade do KC-390 e estuda incluir até 10 opções de compra para outros países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
A Embraer também está em negociações com Suécia e Eslováquia para a compra do C-390, enquanto o Panamá planeja adquirir quatro A-29 Super Tucano. Esses pedidos ainda não foram oficialmente incluídos na carteira de pedidos.
Atualmente, a empresa possui 42 pedidos firmes para o C-390 Millennium (com 32 unidades a entregar) e 34 para o A-29 Super Tucano (30 a entregar).
Já o segmento de Serviços e Suporte obteve uma alta de 55% na carteira de pedidos em 12 meses, atingindo US$ 4,9 bilhões.
Durante o trimestre, a empresa firmou novos contratos de manutenção com a CommuteAir e anunciou uma parceria para implantar simuladores de voo na Europa.
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?
Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%
Mudança de regra pode afetar diretamente as expectativas de retorno e geração de caixa da companhia de saneamento paranaense
Lucro líquido chegou a R$ 102,3 milhões no período, em meio a estratégia mais focada em rentabilidade e menos dependente de crescimento de frota; veja os destaques do resultado