O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A companhia apresentou os primeiros resultados trimestrais após a cisão dos negócios de locação e concessionária e apresenta lucro acima das projeções
Pouca coisa pode parar a Vamos (VAMO3) nesta terça-feira (25): a ação dispara mais de 17% depois que a empresa divulgou os primeiros resultados após a cisão dos negócios de locação e concessionária — um processo concluído no final do ano passado.
Por volta de 12h35, a ação VAMO3 subia 17,03%, cotada a R$ 5,02, e fechou o dia com ganho de 15,62%, a R$ 4,96. No mês, o papel acumula 30,2% de alta. No ano, o ganho é mais modesto: 4,4%.
O desempenho vem na sequência do resultado da Vamos no quarto trimestre de 2024, quando a companhia reportou lucro líquido de R$ 213,2 milhões — uma alta de 17,6% ante igual período de 2023.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciação) da Vamos cresceu 27,6%, para R$ 882,4 milhões. Enquanto isso, a receita líquida atingiu R$ 1,230 bilhão, alta anual de 40,3%.
O resultado foi impulsionado principalmente pela expansão de receita dos serviços de locação (+26%), e de venda de ativos de locação (+34%), "reforçando dinâmica favorável em ambos ambientes de negócios", segundo a companhia.
No acumulado de 2024, o lucro líquido da Vamos atingiu R$ 779,2 milhões, alta de 56,6% na comparação com 2023.
Leia Também
O Ebitda somou R$ 3,4 bilhões, crescimento anual de 31,8%, enquanto a receita líquida registrou subiu 32,4%, para R$ 4,7 bilhões.
Olhando para 2025, Gustavo Couto, CEO da Vamos, projeta um ano de expansão saudável combinado com a continuidade da redução da alavancagem.
A companhia fechou dezembro de 2024 com o indicador em 3,3 vezes ante 3,21 vezes no trimestre imediatamente anterior.
Ainda sobre as perspectivas para este ano, o executivo avalia que há uma "demanda consistente" pelos serviços de locação em meio à taxa elevada de juros, que inibe investimentos, incluindo a compra de veículos próprios por empresas.
Segundo o BTG, os resultados vieram em linha com as projeções do banco, exceto o lucro líquido, que superou as estimativas.
Como ponto negativo, os analistas Luca Marquiori e Fernanda Recchia destacam o crescimento mais fraco na divisão de locação em meio a R$ 232 milhões em reintegrações de posse de ativos
A divisão de locação registrou receita líquida de R$ 1,1 bilhão — alta de 27% em base anual e queda de 1% na comparação trimestre contra trimestre, em linha com o esperado —, impulsionada principalmente pelas receitas com vendas de ativos (+34% em base anual), enquanto as receitas de serviços cresceram 26% ano a ano.
Segundo o BTG, com a conclusão da reestruturação societária — com a transferência da concessionária para a Automob — a empresa agora se concentrará exclusivamente no negócio de locação, reduzindo o ciclo dos negócios.
Olhando para o futuro, a dupla de analistas espera que o mercado monitore de perto:
“Apesar da avaliação barata da empresa, avaliamos que o mercado esperará pela consistência operacional antes de recuperar a confiança no caso”, diz a dupla de analistas.
O BTG tem recomendação de compra para a ação da Vamos, com preço-alvo de R$ 15 em 12 meses, o que representa um potencial de valorização de 249,6% sobre o fechamento anterior.
Paramount cogita fundir os dois streamings em um único serviço, mas ainda não há detalhes sobre nome, data de lançamento ou preço
Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura