O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com participação na Comerc desde 2021, a Vibra Energia possui o equivalente a 98,7% do capital social total da empresa
A Vibra Energia (VBBR3) informou que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) confirmou que não será necessária uma oferta pública de aquisição de ações (OPA), por venda de controle, após a empresa ter adquirido participação na Comerc Energia.
A operação foi concluída em janeiro deste ano, quando a Vibra comprou 50% da Comerc por R$ 3,731 bilhões. Com isso, passou a deter 358.309.951 ações ordinárias, o equivalente a 98,7% do capital social total com direito a voto da Comerc Energia.
Para garantir o contrato, foram retidos R$ 250 milhões, a serem pagos no segundo aniversário do fechamento da operação, e R$ 50 milhões, a serem pagos no quinto aniversário.
Segundo o comunicado divulgado na época, a Vibra avaliava a incorporação e o “cancelamento do registro de companhia aberta da Comerc no futuro”.
Em outubro de 2021, a VBBR3 comprou 50% das ações da Comerc por R$ 3,25 bilhões. O negócio foi realizado por meio da subscrição de 30% de debêntures e da opção de adquirir os outros 20% em ações.
À época, a Comerc foi avaliada em cerca de R$ 6,80 bilhões — valor que, corrigido pelo CDI, equivale a cerca de R$ 9,24 bilhões. Em julho, a empresa foi avaliada em R$ 7,05 bilhões, com 2,1 GW em operação e Ebitda de R$ 1,3 bilhão em 2025.
Leia Também
A Comerc foi fundada em 2001 para fazer a gestão dos consumidores do mercado livre e atuar na comercialização de energia. Atualmente, a empresa possui 4,7 mil unidades consumidoras e parques de geração solar, com 78 usinas solares em operação.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda