O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O anúncio dos dividendos vem na esteira da divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2024, que vieram acima do esperado pelo mercado
O Carrefour (CRFB3) vem mexendo com as emoções dos investidores brasileiros. Após avançar nos planos de fechamento de capital no país, agora a varejista quer distribuir dividendo milionário aos acionistas.
Segundo o documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários na noite de terça-feira (18), o conselho de administração da empresa recomendou o pagamento de R$ 1,66 milhão, o que corresponde ao lucro líquido obtido pelo Carrefour Brasil durante o ano de 2024.
No entanto, os investidores ainda terão que esperar para saber se o dinheiro vai mesmo pingar na conta. Isso porque a recomendação ainda será deliberada em assembleia geral, que está prevista para 17 de abril.
Vale lembrar que a varejista também realizou pagamento de juros sob capital próprio no valor de R$ 200 milhões em 8 de janeiro.
Assim, com a aprovação da proposta de distribuição de dividendos, a companhia terá distribuído aos acionistas um valor total de R$ 201,6 milhões, o que equivale a 8,47% do lucro líquido ajustado de 2024.
Maiores detalhes da operação, como a data em que as ações passarão a ser negociadas “ex-direito” aos dividendos e a data de pagamento, ainda serão informados.
Leia Também
O anúncio dos dividendos vem na esteira da divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2024, que vieram acima do esperado pelo mercado.
Segundo o documento divulgado na noite de terça-feira (18), o Carrefour Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 1,77 bilhão no quarto trimestre de 2024, uma disparada de 240,5% na comparação anual.
Analistas do BTG Pactual projetavam um lucro líquido de R$ 400 milhões no período para a varejista.
Já o lucro líquido da companhia foi de R$ 1,16 bilhão no último trimestre do ano passado. O montante representa uma reversão do prejuízo de R$ 565 milhões registrado no mesmo período de 2023.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, que mensura o potencial de geração de caixa operacional, ficou em R$ 1,91 bilhão no período, uma alta de 2,2% na comparação anual.
Segundo o diretor vice-presidente de Finanças (CFO) do Grupo Carrefour Brasil, Eric Alencar, o avanço do lucro líquido foi impulsionado devido a menores despesas financeiras, taxas mais baixas de empréstimos intercompany e eficiência tributária.
"O lucro líquido de quase R$ 1,8 bilhão é o horizonte de ganhos esperado para os próximos cinco anos", destaca Alencar.
O Carrefour vem fazendo barulho no mercado brasileiro e o motivo não é a expectativa para os resultados do quarto trimestre. O gigante francês está se movimentando para realizar o fechamento do capital da operação brasileira.
O objetivo da varejista é abocanhar a fatia restante da divisão no país, o Atacadão — também conhecido como Carrefour Brasil —, e transformar a rede em uma subsidiária integral.
Na última semana, a matriz francesa celebrou um acordo de incorporação de ações entre o Carrefour S.A, o Carrefour Nederland B.V e o Carrefour Brasil/Atacadão.
Assim, a empresa brasileira sairá do Novo Mercado da B3 e mudará sua categoria na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de “A” para “B”, deixando de emitir ações no mercado.
Segundo o BTG Pactual, o processo deve ser concluído até o final do segundo trimestre de 2025, com a votação dos acionistas minoritários.
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026