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Empresários venderam carteiras de crédito ao Banco Master sem realizar qualquer pagamento, que revendeu ao BRB
Dois empresários investigados pela Polícia Federal (PF) por suposto envolvimento nas fraudes do Banco Master foram soltos na noite de quinta-feira, 20.
André Felipe de Oliveira Seixas Maia e Henrique Souza Silva Peretto deixaram a sede da PF em São Paulo após três dias detidos. Segundo a PF, os dois constam como donos de empresas que teriam sido usadas nas fraudes do banco.
Eles estavam presos temporariamente por determinação da Justiça Federal, devido às investigações da Operação Compliance Zero. O prazo da prisão venceu e não foi renovado.
Os outros cinco presos na operação, que incluem o dono do Master, Daniel Vorcaro, são executivos do banco e continuam detidos porque, no caso deles, as prisões são preventivas - ou seja, não têm prazo para terminar. O Estadão tenta contato com as defesas de André Felipe e Henrique Peretto.
Ao decretar as prisões no âmbito da Operação Compliance Zero, o juiz Ricardo Augusto Soares Leite, da 10.ª Vara Federal Criminal no Distrito Federal, apontou que André Felipe tem "vínculos funcionais e societários que o colocam no centro das operações fraudulentas investigadas".
André Felipe é dono da Tirreno Consultoria Promotoria de Crédito e Participações e sócio da fintech Cartos.
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A Polícia Federal afirma que a empresa foi constituída em um processo "marcado por indícios de simulação, antedatamento (colocar uma data anterior à correta) e manipulação documental destinados a ludibriar a fiscalização" do Banco Central.
Segundo as investigações, a solução encontrada pelo Banco Master para resolver sua insolvência foi adquirir créditos de terceiros para repassá-los a parceiros comerciais.
O Ministério Público Federal (MPF) alega que o Master comprou carteiras de crédito da Tirreno sem realizar qualquer pagamento, por ausência de comprovação de existência dos créditos adquiridos, e logo em seguida revendeu os mesmos créditos ao BRB, com pagamento imediato.
Já Henrique Peretto aparece como responsável, no papel, pela integralização do capital social da Tirreno, que saltou de R$ 100 para R$ 30 milhões. O incremento foi considerado suspeito.
A PF acredita que houve uma manobra societária para conferir aparência de capacidade econômica à empresa. Ele também seria CEO da Cartos.
"Há diversos vínculos societários entre Henrique Peretto e André Felipe de Oliveira Seixas Maia --- este último diretor da Tirreno e ex-funcionário do Banco Master ---, indicando atuação coordenada no âmbito das empresas envolvidas", diz um trecho da decisão do juiz Ricardo Leite.
Peretto tem formação em engenharia de produção e MBA em finanças. Ele abriu a fintech Cartos há mais de 15 anos. Antes, a experiência profissional dele foi em bancos como Santander e Bradesco.
Em nota, a Cartos diz que permanece à disposição das autoridades, colaborando e prestando os esclarecimentos necessários. A empresa afirma que não mantém "qualquer operação com o Banco Master".
"Embora a Cartos conste entre as instituições mencionadas no procedimento, é importante esclarecer que a empresa não é alvo da investigação, tampouco há qualquer imputação de irregularidade e reafirma seu compromisso com a transparência, a conformidade regulatória e a atuação ética e responsável em todas as suas atividades".
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
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