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Santander vê com otimismo a transição, projetando ganhos em liquidez e governança para a companhia
A Copel (CPLE6) anunciou modificações em sua proposta de migração para o Novo Mercado da B3. A expectativa é que o processo seja finalizado no quarto trimestre de 2025 (4T25).
A principal alteração será a conversão das ações preferenciais classe B (PNB) em ações preferenciais classe A (PNA). Essa etapa precederá a transformação final em uma ação ordinária (ON) e uma ação preferencial classe C (PNC), que será resgatável em dinheiro.
A ação PNC, por sua vez, será resgatada por R$ 0,7749 em dinheiro, com um fator de conversão de 1,067x.
O objetivo dessa medida é facilitar o alcance do quórum mínimo necessário na assembleia de acionistas que votará a proposta.
Com essas mudanças, os acionistas preferenciais da Copel ganharão direito a voto, enquanto os acionistas ordinários deverão se beneficiar de um maior pagamento de dividendos, uma vez que o prêmio atual de 10% das ações preferenciais deixará de existir.
O Santander mantém uma recomendação de outperform (equivalente a compra) para as ações da Copel, indicando um desempenho acima da média do mercado.
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Os analistas avaliam positivamente os ajustes na proposta de migração para o Novo Mercado, considerando que a mudança torna a transição mais viável.
Em relatório, eles afirmam que a proposta será benéfica para todas as partes envolvidas, proporcionando melhorias na liquidez, governança e na atratividade para investidores estrangeiros.
O preço-alvo do Santander para as ações da Copel é de R$ 12,63 até o final de 2025, com baixo potencial de valorização, considerando o preço atual de R$ 11,88. .
A Copel, com aproximadamente 93,1% de suas ações em circulação (free float), tem atraído a atenção de investidores devido aos seus esforços de modernização e melhoria da governança.
Embora uma leve queda na receita seja esperada para este ano, o Santander projeta uma melhora no Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) para 2026, alcançando R$ 6,2 bilhões.
*Com informações do Money Times.
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