O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo o diretor financeiro Ricardo Paixão, o maior destaque foi que, pela primeira vez na história, a MRV gerou caixa tanto no negócio principal como em todas as subsidiárias
Após renovar o recorde de maior volume de vendas líquidas da história no quarto trimestre de 2024, as ações da MRV (MRVE3) largaram com vantagem como a maior alta do Ibovespa na manhã desta terça-feira (14).
Por volta das 10h55, os papéis subiam 5,59%, negociados a R$ 5,48. No acumulado de 12 meses, porém, a empresa de construção ainda amarga perdas superiores a 31% na B3.
O desempenho positivo da companhia de Rubens Menin é reflexo da prévia operacional “arrasa-quarteirões” do 4T24, anunciada na noite passada.
Segundo o diretor financeiro (CFO) do grupo, Ricardo Paixão, o maior destaque do trimestre foi que, pela primeira vez na história, a companhia conseguiu gerar caixa tanto no negócio principal — a MRV Incorporação — como também em todas as subsidiárias.
Com os resultados, o grupo MRV encerrou o último trimestre do ano passado com uma geração de caixa de R$ 370 milhões.
Segundo a empresa, o desempenho foi impulsionado pelo valor geral de vendas (VGV) do segmento de incorporação, que chegou a R$ 2,6 bilhões no 4T24, um crescimento de 6% em relação ao trimestre anterior. No ano, a cifra atingiu a marca de R$ 9,739 bilhões.
Leia Também
Se considerado o Programa Pode Entrar, projeto de São Paulo para ampliar o acesso ao sistema habitacional do município, as vendas líquidas totais da MRV somaram R$ 10 bilhões em 2024, ultrapassando o recorde histórico anterior, de R$ 8,5 bilhões em 2023.
A visão dos analistas é que a MRV (MRVE3) apresentou resultados operacionais sólidos no quarto trimestre, com lançamentos e vendas acima das estimativas do mercado e mantendo margens sólidas em novos negócios
Isso sustenta a perspectiva dos analistas do Itaú BBA de que seja o primeiro trimestre de fluxo de caixa positivo no negócio da MRV no Brasil em anos, após consecutivos números negativos no 3T24 (R$ 97 milhões), 2T24 (R$ 215 milhões) e 1T24 (R$ 372 milhões).
Para o BTG Pactual, os resultados operacionais do 4T24 foram sólidos, mas a geração de fluxo de caixa livre (FCF) decepcionou, já que a MRV cumpriu o guidance para 2024, mas com vendas de recebíveis muito maiores do que o inicialmente projetado — ou seja, o FCF operacional foi mais fraco do que o esperado.
“Valorizamos as iniciativas da MRV para reduzir suas operações nos EUA (Resia) e desalavancar, mas o cenário macroeconômico se deteriorou significativamente recentemente, e taxas de juros mais altas podem impactar negativamente a empresa”, avaliaram os analistas.
O banco manteve recomendação de compra para as ações MRVE3, com preço-alvo de R$ 17,00 para o próximo ano — isto é, os papéis mais do que triplicariam de valor em relação ao último fechamento, com uma alta potencial de 227%.
Na avaliação do Goldman Sachs, a prévia da MRV (MRVE3) mostra um trimestre melhor do que os recentes, embora a alta alavancagem continue sendo um ponto de preocupação para a empresa, especialmente em meio à alta das taxas de juros no Brasil.
Os analistas mantiveram recomendação neutra para as ações, com preço-alvo de R$ 8,00 para os próximos 12 meses. A cifra corresponde a uma valorização potencial de 54% em relação ao fechamento de ontem.
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes
Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões
Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo
Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas
Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira