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Solução para a Braskem (BRKM5) pode descer amargo para a Petrobras (PETR4) e reduzir os dividendos da petroleira

Diluição dos acionistas da petroquímica afundada em dívidas parece cada vez mais inevitável — e a Petrobras vai ter que colocar dinheiro se não quiser perder sua fatia

Petrobras (PETR4) sobre a proposta de Nelson Tanure pelo controle da Braskem (BRKM5).
Petrobras (PETR4) sobre a proposta de Nelson Tanure pelo controle da Braskem (BRKM5). - Imagem: Divulgação/Reprodução/Montagem Seu Dinheiro

A situação financeira da Braskem (BRKM5) se deteriora rapidamente, e quem pode acabar pagando o pato de uma solução para isso são os dividendos da Petrobras (PETR4), segundo o BTG Pactual. A petroleira tem 49% do capital da petroquímica.

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O banco desenhou algumas saídas para a empresa, que está afundada até o pescoço em dívidas (você pode entender melhor a situação nesta reportagem), e a diluição dos atuais acionistas parece ser provável.

Ainda mais considerando que, recentemente, a Braskem contratou uma assessoria para tentar reorganizar sua estrutura de capital

Em relatório, os analistas do BTG destacam que esse movimento sinaliza que a empresa pode estar considerando converter parte da dívida em ações. Ou seja, transformar credores em sócios em troca do valor devido — com a emissão de ações que diluiriam fortemente os acionistas atuais.

Caso isso aconteça, a Petrobras teria que colocar um bom dinheiro na companhia para manter a atual participação.

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Por que a situação da Braskem pode mexer com os dividendos da Petrobras?

“Em nosso cenário-base, assumimos que a Petrobras injete capital para manter até 49% de participação (evitando a consolidação integral) e não consideramos diferenças entre classes de ações. Se 25% da dívida da Braskem (US$ 1,7 bilhão) fossem convertidos em ações, a Petrobras precisaria aportar mais US$ 1,7 bilhão adicionais para evitar diluição”, escreve o time do BTG em relatório. 

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O banco estima que a conversão de 25% da dívida resultaria em uma diluição de 75%.

Com base nas estimativas do BTG, a alavancagem da Braskem cairia para 2,6 vezes a relação dívida líquida sobre Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em 2026 — frente às 10,6 vezes atuais. 

Na visão do BTG, isso cria espaço para a empresa se beneficiar no caso de uma melhora no atual ciclo de baixa da indústria petroquímica, um dos fatores que jogou a companhia na situação atual. 

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No entanto, a Petrobras teria que continuar espelhando qualquer conversão da dívida para preservar sua fatia, o que impactaria diretamente o retorno aos acionistas, de acordo com o relatório. 

“Nesse cenário, estimamos que o dividend yield da Petrobras seria reduzido em cerca de 0,8 ponto porcentual, para 8,2%”, diz o banco. Veja abaixo como diferentes percentuais de conversão da dívida poderiam afetar os proventos da estatal: 

Conversão da dívida da BraskemNecessidade de injeção de capital pela PetrobrasDividend yield estimado para a Petrobras (2025)
5%US$ 0,3 bilhão8,90%
10%US$ 0,7 bilhão8,70%
15%US$ 1,0 bilhão8,60%
20%US$ 1,4 bilhão8,40%
25%US$ 1,7 bilhão8,20%
30%US$ 2,1 bilhões8,10%
35%US$ 2,4 bilhões7,90%
40%US$ 2,8 bilhões7,70%
45%US$ 3,1 bilhões7,50%
Fonte: BTG Pactual

Vencimento relevante de dívida se aproximando

O ponto de maior preocupação para a Braskem é o ano de 2028, quando ocorre o vencimento mais crítico da sua dívida. “Embora os credores pudessem esperar até lá, o enfraquecimento do perfil financeiro da companhia aumenta o risco de enfrentar esse período em uma posição muito mais frágil”, diz o relatório.

Um fator crucial para a liquidez de curto prazo é a renegociação da Linha de Crédito Rotativa (RCF, na sigla em inglês). No entanto, essa tarefa é complexa, dada a sucessão de rebaixamentos de crédito que a Braskem sofreu.

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“No geral, a tese para ação tornou-se mais difícil: o risco de diluição está agora claramente na mesa e, com alternativas limitadas, a perspectiva para os atuais acionistas parece cada vez mais difícil”, ressalta o banco.

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