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A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e o empresário Nelson Tanure falaram sobre o futuro da companhia e preocuparam os investidores
As ações da Braskem (BRKM5) vêm derrapando no ano até agora — acumulam 10% de queda — e, nesta quarta-feira (11), os papéis apagaram os ganhos da sessão anterior, aprofundando ainda mais as perdas de junho e de 2025.
O desempenho de hoje é atribuído ao fluxo de notícias negativas sobre a petroquímica. Na terça-feira (10), após o fechamento do mercado, a presidente da Petrobras (PETR4), Magda Chambriard, reafirmou o interesse da estatal em aumentar a participação na gestão da Braskem.
Atualmente, a Petrobras é dona de 36,1% da Braskem e tem uma fatia de 47% das ações ordinárias.
A declaração aumentou as preocupações com a governança da companhia, pesando sobre os papéis.
Por volta de 16h05, as ações BRKM5 recuava 2,88%, cotadas a R$ 10,45. No mês, os ativos acumulam queda de 5,1% e, no ano, baixa de 9,8%.
No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,56%, aos 137.197,73 pontos.
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Durante o lançamento do 10º Anuário do Petróleo do Rio 2025 da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), na noite de ontem, Chambriard disse que a Petrobras que aumentar seu poder na gestão da Braskem, mas isso não significa estatizar a companhia.
"A Braskem é a sexta maior petroquímica do mundo, por óbvio, quando a gente fala do uso do petróleo, aumento de eficiência da cadeia petroquímica, da transição energética, a gente não pode desprezar o papel da petroquímica", disse ela.
A Novonor, controladora da Braskem, manifestou interesse de vender a sua participação, assim como o empresário Nelson Tanure, que tem inclusive discutido um acordo no qual a Novonor poderia continuar como acionista.
Também ontem, Tanure disse à Reuters que iniciou conversas com bancos que serão fundamentais para o sucesso de sua oferta pela Braskem, acrescentando que gostaria de fechar um acordo este ano e dar à Petrobras um papel ampliado nas operações da petroquímica.
Em seus primeiros comentários públicos desde que revelou a oferta pela Braskem no mês passado, Tanure disse que começou a cortejar a Novonor — o grupo empresarial da família Odebrecht — após o colapso de um acordo com a Abu Dhabi National Oil Company (Adnoc) há mais de um ano.
“Venho pesquisando essa empresa há muito tempo. Em algum momento, após a desistência da Adnoc, comecei a conversar com eles em absoluto sigilo”, disse Tanure.
Segundo ele, a Novonor permaneceria como acionista no acordo ainda em discussão, com a proposta mais recente reduzindo a participação do grupo de 38,3% — e 50,1% no capital votante — para cerca de 3,5%.
“Eu não faria um acordo se eles não permanecessem envolvidos”, disse Tanure.
Chambriard, por sua vez, não quis comentar o possível acordo, mas reafirmou que "aposta muito na eficácia da parte Braskem localizada no Rio de Janeiro, no âmbito da Refinaria Duque de Caxias (Reduc) e do Complexo Boaventura de Energias e Braskem, que teria uma sinergia com os ativos da estatal no Estado.
*Com informações do Money Times e da Reuters
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