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Se um corte justificado da Selic alimentar as chances de Lula ser reeleito, qual será o rumo da Bolsa brasileira?
O grande tema para mercado local neste 2S25 é, sem dúvida alguma, o ciclo eleitoral.
Mas enquanto a nova temporada desta série não chega às telas do streaming tupiniquim, podemos nos contentar assistindo aos desenvolvimentos da curva de juros.
Conforme já comentamos aqui, Galípolo sacrificou alguns importantes graus de liberdade ao se amarrar com a uma Selic de 15% por um período “bastante prolongado”.
Felizmente, porém, as locuções adverbiais carecem de definições estritamente objetivas.
Se a realidade dos indicadores macro colocar a gramática sob tortura, ela pode confessar — por exemplo — que 90 dias serão tempo suficiente para virar a ampulheta monetária.
Nem cinco minutos guardados dentro de cada cigarro.
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Apagam-se as bitucas, abrem-se os jornais, e o que encontramos é um farto testemunho em prol da queda dos juros básicos.
Só nesta semana que mal começou, tivemos o IGP-DI voltando -1,80% em junho e vendas ao varejo em retração de -0,2% em maio.
Pela sexta semana consecutiva, o Focus trouxe expectativas menores de inflação para 2025.
E os mesmos analistas de câmbio que previam dólar a R$ 5,70 agora revisam suas estimativas para R$ 5,30.
Bem, se o amor de Vinicius pode ser eterno enquanto dure, a Selic de Galípolo também pode perdurar até que não mais, especialmente às vésperas das eleições…
E aí sim teremos um verdadeiro embate entre a poesia e a economia.
Se por acaso um corte justificado da Selic alimentar as chances de Lula ser reeleito, a Bolsa brasileira cairá com a descrença política ou subirá pela flexibilização monetária?
Assim nos deparamos com outra bela amostra de pergunta teórica para a qual ninguém tem resposta prática ainda.
O período daqui até outubro de 2026 está longe de ser imaginado, perto de ser experimentado.
Quisera eu que fosse bastante pró, mas está com mais cara de rogado.
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