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O Seu Dinheiro traz um levantamento do enorme volume de dividendos pagos pelas empresas neste ano e diz o que esperar para os proventos em 2026
Com o início da tributação dos dividendos acima de R$ 50 mil por mês cada vez mais próximo, vimos diversas empresas da bolsa brasileira anunciarem o pagamento de proventos e outros mecanismos para dar retorno ao acionista, de forma a evitar o imposto.
Com isso, 2025 caminha para ser um dos melhores anos de distribuição de dividendos, conforme levantamento feito com exclusividade para o Seu Dinheiro.
Mas e 2026? Com o início da tributação, o ano que vem será de vacas magras para aqueles investidores que buscam geração de renda com ações?
Sim, é bem provável que o brilho dos proventos não seja o mesmo no próximo ano, mas as empresas não devem abrir mão da estratégia de pagar dividendos, nem de outras maneiras de dar retorno ao acionista, como as recompras.
A repórter Katherine Rivas conversou com especialistas para trazer para você as ações que devem pagar os melhores dividendos em 2026, bem como seu retorno esperado. Tem dividend yield projetado de até 15%, num ano em que a Selic deve cair para 12%.
Veja o levantamento completo na reportagem especial do Seu Dinheiro desta segunda-feira.
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O Ibovespa acumulou valorização de 2,16% nos últimos cinco pregões, se recuperando das perdas do Flávio Day, quando o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro anunciou que seria o pré-candidato escolhido pelo seu pai. Na sexta, o principal índice da B3 encerrou a sessão aos 160.766 pontos, com alta de 0,99%.
Já nesta semana, a bolsa brasileira vai testar o rali de Natal em meio à divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), do Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10), do IBC-Br e outros dados econômicos de peso. Para não perder o que agita os mercados, confira a agenda da semana aqui.
No cenário internacional, o destaque dos próximos dias fica por conta do payroll nos EUA e das decisões dos juros no Reino Unido, na Zona do Euro e no Japão.
Porém, antes das divulgações, os investidores digerem dados do varejo e da produção industrial chinesa, que vieram abaixo do espero. Com isso, as bolsas asiáticas fecharam o pregão de hoje em queda.
Já o mercado europeu amanhece no azul, por conta das expectativas sobre taxas de juros nos EUA e na região.
Wall Street também indica um dia de ganhos por lá, com os índices futuros de Nova York operando em alta nesta manhã.
SOB PRESSÃO
Cemig (CMIG4) promete investir cifra bilionária nos próximos anos, mas não anima analistas. Os analistas do Safra cortaram o preço-alvo das ações da empresa de R$ 13,20 para R$ 12,50, indicando um potencial de alta de 13% no próximo ano.
PROCESSO DE REETRUTURAÇÃO
Casas Bahia (BHIA3) avança em mudança de estrutura de capital e anuncia emissão de R$ 3,9 bilhões em debêntures. Segundo o documento, os recursos obtidos também serão destinados para reperfilamento do passivo de outras emissões de debêntures ou para reforço de caixa.
EM RESTRUTURAÇÃO
Azul (AZUL4) avança no Chapter 11 com sinal verde da Justiça dos EUA, e CEO se pronuncia: ‘dívida está baixando 60%’. Com o plano aprovado, grande parte da dívida pré-existente será revertida em ações, permitindo que a empresa levante recursos.
QUEM VAI LEVAR O ESTÚDIO?
Por que os shoppings brasileiros devem se preocupar com a disputa entre Netflix e Paramount pela Warner. Representantes das redes brasileiras de cinema chegaram a criticar a venda da Warner para gigantes do streaming.
O PESO DO IMPOSTO
Carga tributária do Brasil atinge o maior patamar em mais de 20 anos em 2024, segundo a Receita Federal. De acordo com o levantamento, os tributos atingiram 32,2% do Produto Interno Bruto, com alta de 1,98 ponto percentual em relação a 2023.
LUZ NO FIM DO TÚNEL
Bancos oferecem uma mãozinha para socorrer os Correios, mas proposta depende do sinal verde do Tesouro Nacional. As negociações ganharam fôlego após a entrada da Caixa Econômica Federal no rol de instituições dispostas a emprestar os recursos.
SOB INVESTIGAÇÃO
Daniel Vorcaro na CPI do INSS: Toffoli impede colegiado de acessar dados bancários e fiscais do dono do Banco Master. A CPI do INSS havia aprovado a quebra de sigilos e a convocação de Vorcaro para esclarecer a atuação do Banco Master com produtos financeiros.
EM BUSCA DO CESSAR-FOGO
Vem aí acordo de paz entre Rússia e Ucrânia? Zelenskiy abre mão de ingressar na Otan com início das negociações em Berlim. O presidente ucraniano disse que, em conjunto com os europeus e os EUA, está analisando um plano de 20 pontos e que, ao final disso, há um cessar-fogo.
DA CONCESSÃO AOS APAGÕES
São Paulo às escuras: quando a Enel assumiu o fornecimento de energia no estado? Veja o histórico da empresa. Somente no estado, a concessionária atende 24 municípios da região metropolitana, sendo responsável por cerca de 70% da energia distribuída.
SOB PRESSÃO
Governo sobe o tom com a Enel e afirma que não vai tolerar falhas reiteradas e prolongadas. A pasta afirmou que, desde 2023, vem alertando formalmente a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) sobre problemas recorrentes na atuação da empresa.
SP SEM LUZ
Concessão da Enel em risco: MP pede suspensão da renovação, e empresa promete normalizar fornecimento até o fim do dia. O MPTCU defende a divisão da concessão da Enel em partes menores, o que também foi recomendado pelo governador de São Paulo.
ENTRE OS TUBARÕES
Ele vendeu a empresa por US$ 1 bilhão para a Amazon e tem um conselho para quem quer empreender. Em abril deste ano, ele retornou à Amazon como vice-presidente de Produto da empresa que fundou.
LOTERIAS
Mega-Sena acumula, e prêmio sobe para R$ 52 milhões, mas outra loteria rouba a cena. A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na categoria principal, porém não fez nenhum novo milionário.
A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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