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Segundo o gestor da Rio Bravo, o acordo “é apenas o começo” e, agora, o fundo imobiliário busca cobrar os Correios e voltar a ocupar o galpão com um novo inquilino
O fundo imobiliário Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) venceu a primeira batalha sobre o imóvel que é alvo de uma disputa contra os Correios: recebeu R$ 6 milhões como ressarcimento de custos relacionados a problemas estruturais no Centro Logístico Contagem, localizado em Minas Gerais. Mas o que o FII quer é sair vitorioso dessa disputa milionária.
“Chegar a esse acordo de R$ 6 milhões é a nossa primeira vitória nesse processo, mas este é apenas o começo. Agora vamos concentrar a energia na grande batalha, que é cobrar os Correios por mais de R$ 330 milhões em obrigações contratuais”, afirma Felipe Ribeiro, gestor imobiliário da Rio Bravo.
De acordo com fato relevante, o valor decorre de um acordo extrajudicial firmado com a vendedora do galpão, após a identificação de patologias que demandaram obras emergenciais.
Segundo a gestão, a negociação evitou uma disputa judicial que poderia se estender por anos e gerar custos adicionais.
O montante será destinado ao reforço de caixa do fundo, sem impacto direto no resultado ou nos rendimentos distribuídos aos cotistas.
Ainda de acordo com Ribeiro, com o encerramento da disputa pelo ressarcimento das obras, o TRBL11 direcionará esforços na recolocação do imóvel no mercado.
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“O ativo está localizado em uma das regiões logísticas mais relevantes do país, com baixa vacância e alta liquidez, o que reforça a expectativa de retomada rápida da ocupação.”
O impasse entre o FII e os Correios teve início com a identificação de problemas no galpão localizado em Contagem (MG). Após constatar danos no imóvel, a estatal suspendeu as atividades no local e, em seguida, a Defesa Civil determinou a interdição total do imóvel.
Porém, em dezembro, o TRBL11 anunciou a liberação do ativo, que passou por uma vistoria da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e das demais Secretarias do município.
Mesmo com a liberação, os Correios não retomaram as operações no empreendimento. Já em março deste ano, o imbróglio ganhou maiores proporções, quando a companhia decidiu rescindir unilateralmente o contrato de locação do imóvel.
Com a decisão, os Correios estabeleceram um prazo para a desocupação do imóvel, que seria realizada até 18 de agosto. No entanto, segundo o relatório gerencial do TRBL11 de maio deste ano, a agência havia informado que permaneceria no galpão durante o período sem efetuar o pagamento dos aluguéis.
No final de agosto, o TRBL11 anunciou que concluiu a retomada da posse do centro logístico após a entrega das chaves pelos Correios.
Com a saída da estatal do galpão, a gestora do TRBL11 afirmou que está analisando as opções de locação do imóvel e que a defesa judicial está sendo estruturada para o ingresso de uma ação judicial contra os Correios.
*Com informações do Money Times.
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