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Segundo os analistas do banco, a recuperação de boa parte das perdas com a notícia sobre a possível candidatura do senador é sinal de que surpresas negativas não são o suficiente para afugentar investidores
O ‘susto’ que o Ibovespa levou no dia 5 de dezembro, que levou o índice a fechar em queda de mais de 4% no pregão, é uma das provas de que o nosso mercado está em “um claro bull market”, segundo o Santander. Na ocasião, o mercado reagiu mal ao anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência.
Isso porque o principal índice de ações da B3 já recuperou cerca de metade dos pontos perdidos com o anúncio. No pregão do dia 5 de dezembro, quando a notícia foi divulgada, o Ibovespa fechou na casa dos 157 mil pontos, depois de bater a máxima histórica de 165.035,97 pontos no início das negociações daquele mesmo dia. Na última segunda-feira (15), o fechamento ficou em 162.482 pontos.
Em relatório, os analistas contam que isso seria um verdadeiro sinal de mercado de alta, nos quais surpresas negativas geram apenas correções rasas, já que os compradores entram logo para aproveitar qualquer fraqueza.
“Em períodos de alta, os investidores tendem a olhar além das manchetes negativas, o que mantém as correções contidas e sustenta um tom constante de apetite a risco, mesmo quando as incertezas macroeconômicas ainda não foram totalmente resolvidas”, diz o relatório do banco.
Além disso, o Santander também destaca outro ponto que pode favorecer nosso mercado de ações: a ‘fuga’ dos ativos de tech dos EUA, dado o temor de uma bolha.
Nos Estados Unidos, investidores continuaram a reduzir exposição a nomes de tecnologia de alto crescimento e ligados à Inteligência artificial, redirecionando capital para setores mais tradicionais.
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O movimento foi impulsionado pelas perspectivas fracas divulgadas pela Oracle, líder do setor de software corporativo, o que reacendeu o temor de uma bolha no setor de tecnologia.
A ação chegou a cair mais de 10% na última quinta-feira (11), com a pior desvalorização em um ano, após a projeção de vendas trimestrais vir abaixo do esperado e a empresa sinalizar um aumento de US$ 15 bilhões em investimentos em nuvem e IA.
“Ao mesmo tempo, setores cíclicos e orientados a valor superaram o desempenho em mercados globais na semana passada. O Brasil, frequentemente visto como uma oportunidade dentro de mercados emergentes, tende a se beneficiar dessa mudança na preferência dos investidores”, escreveram os analistas do Santander.
Além disso, a perspectiva de queda nos juros no Brasil e continuidade dos cortes nos EUA também favorecem a nossa B3, de acordo com o banco.
Outro elemento citado no relatório é a confirmação de que o Federal Reserve (Fed, BC dos EUA) começará a comprar títulos do Tesouro dos EUA de curto prazo, com um plano inicial de adquirir cerca de US$ 40 bilhões por mês a partir de 12 de dezembro de 2025.
As compras têm como objetivo ajudar a administrar a liquidez do mercado e garantir o funcionamento estável dos mercados de financiamento de curto prazo. Essa mudança tende a ser favorável para mercados emergentes e, consequentemente, os ativos brasileiros.
Historicamente, a expansão do balanço do Fed enfraquece o dólar e incentiva a rotação de investidores para ativos com perspectivas de retorno mais atraentes, incluindo ações de mercados emergentes.
No contexto atual — em que as avaliações de emergentes estão baratas, o posicionamento é leve e o capital está saindo da tecnologia cara nos EUA — o timing potencializa esses efeitos positivos.
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