O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresária pediu ao presidente do Banco Central que não antecipe novas altas na Selic, que hoje encontra-se no patamar de 13,25% ao ano
Em um dia marcado pela queda na curva de juros futuros (DIs), as ações do Magazine Luiza (MGLU3) despontam entre as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (17).
Por volta das 12h35, os papéis da varejista subiam 5,83%, cotados a R$ 7,81. No ano, MGLU3 acumula valorização da ordem de 20%.
O Magalu não é a única varejista a operar no azul hoje. Na realidade, as ações cíclicas — caso das empresas ligadas ao consumo e dos negócios alavancados por natureza — sobem em bloco hoje, em reação ao fechamento na curva dos DIs.
| Nome | Ticker | Último | Variação % |
| Automob ON | AMOB3 | R$ 0,29 | 7,41% |
| YDUQS ON | YDUQ3 | R$ 12,32 | 6,67% |
| Magazine Luiza ON | MGLU3 | R$ 7,81 | 5,83% |
| Cosan ON | CSAN3 | R$ 7,96 | 5,01% |
| Vamos ON | VAMO3 | R$ 5,25 | 5,00% |
| Assaí ON | ASAI3 | R$ 7,82 | 4,55% |
| Minerva ON | BEEF3 | R$ 4,74 | 4,87% |
| CVC Brasil ON | CVCB3 | R$ 2,06 | 4,04% |
| Localiza ON | RENT3 | R$ 33,02 | 4,46% |
| Lojas Renner ON | LREN3 | R$ 14,25 | 4,40% |
O alívio nos juros futuros reflete as novas perspectivas de desaceleração da economia após a divulgação da tradicional proxy do PIB medida pelo Banco Central, o IBC-Br, aquém do esperado.
A atividade econômica brasileira encerrou 2024 com crescimento de 3,8% mesmo depois de contrair mais do que o esperado em dezembro, mostrando que perdeu força no quarto trimestre, conforme projetado.
O indicador contribui para as expectativas de que o BC não estenderá o ciclo de alta de juros por tanto tempo.
Leia Também
Atualmente, a Selic está em 13,25% ao ano, mas já conta com mais uma alta de 1 ponto percentual contratada para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em março, o que levará os juros para a marca de 14,25% ao ano.
Segue no radar dos investidores ainda a queda brusca na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após o Datafolha mostrar queda na aprovação do governo para o pior patamar de todos os mandatos do petista, um novo levantamento do Ipec revelou que 62% são contra a reeleição de Lula.
O desempenho forte das ações do Magazine Luiza (MGLU3) nesta sessão também vem na esteira de novas críticas de Luiza Trajano, presidente do conselho de administração do Magalu, à escalada dos juros.
Em evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na última sexta-feira (14), a empresária pediu ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que não antecipe novas altas na taxa Selic.
A executiva afirmou que as pequenas e médias empresas não conseguem mais “sobreviver” com um patamar de juros tão restritivo.
As críticas de Luiza Trajano aos diretores do Banco Central não são novidade. Em 2023, a presidente do conselho do Magazine Luiza também realizou apelos ao então presidente do BC, Roberto Campos Neto.
“Quero falar em nome do setor varejista, porque o varejo é o primeiro que sofre e o primeiro que demanda. A pequena e média empresa não aguenta mais sobreviver com isso, não tem condição. E é ela que gera emprego”, disse a executiva, em evento.
Galípolo, que também esteve presente no encontro, reconheceu a preocupação de todos com o país, mas sem deixar de defender que problemas estruturais precisam ser endereçados.
“Acho que muitas vezes somos críticos ao Brasil porque muitas vezes as transformações não ocorrem na velocidade e com a linearidade que a gente gostaria que acontecesse”, disse o mandatário.
Vale lembrar que apertos monetários mais intensos tendem a bater em cheio nas ações cíclicas, que operam com margens mais apertadas e dependem de crédito barato para crescer.
Diante de perspectivas de crédito mais caro em 2025, com diminuição da concessão de empréstimos e aumento da inadimplência, e de um aumento da taxa de desemprego no segundo semestre, o BB Investimentos rebaixou a recomendação para as ações do Magalu (MGLU3).
“Entendemos que a companhia segue com fundamentos positivos, mas sofrendo com os efeitos de um contexto macroeconômico menos favorável para as varejistas”, avaliaram os analistas.
Isso porque o Magazine Luiza possui grande participação de mercado em produtos de maior tíquete, o que aumenta a dependência da disponibilidade de crédito para o aumento de suas receitas.
*Com informações do G1 e do Money Times.
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias