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Quase toda a carteira teórica avançou nesta quarta-feira (5), com os papéis de primeira linha como carro-chefe
O Ibovespa voltou a fazer história nesta quarta-feira (5) ao romper a barreira dos 153 mil pontos (153.294,44 pontos) e ficar cerca de 3 mil pontos acima da mínima do dia. O motor da alta de 1,72% do índice foi a reunião de hoje do Comitê de Política Monetária (Copom).
O Banco Central deve manter os juros inalterados em 15% ao ano, mas é a sinalização que interessa aos investidores: a aposta é de que o BC vai indicar uma Selic menor adiante.
Quase toda a carteira teórica avançou nesta quarta-feira (5), com os papéis de primeira linha como carro-chefe. A Petrobras, por exemplo, avançou mesmo com a queda do petróleo no exterior: PETR4 subiu 1,98% e PETR3, +1,81%.
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A estatal divulgará balanço amanhã (6) e a projeção da Bloomberg indica um lucro líquido de R$ 18,396 bilhões, o que representará uma queda de 43,5% em termos anuais e de -31% em base mensal.
Entre grandes bancos, o Bradesco (BBDC4) liderava o segmento, com alta de 2,12%. O Itaú Unibanco (ITUB4), que apresentou balanço no dia anterior, apresentou um avanço mais modesto, de 0,43%.
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Entre as líderes do Ibovespa esteve a a C&A (CEAB3), que subiu 8,51% na esteira de resultados considerados sólidos no terceiro trimestre. Na outra ponta, a negativa, CSN (CSNA3) foi a ação que mais caiu: -4,60%.
No mercado de câmbio, o dólar à vista fechou em queda de 0,69%, cotado a R$ 5,3614, em um dia marcado pelo apetite por divisas emergentes e de exportadores de commodities com diminuição das tensões comerciais entre China e Estados Unidos.
O real também ganhou força diante da perspectiva de que o BC dê sinais de que manterá a Selic em 15% agora.
O Ibovespa acompanhou os ganhos da bolsa de Nova York. Por lá, as ações subiram embaladas pela esperança de que mais tarifas de Donald Trump possam ser revertidas.
Por isso, os investidores estiveram atentos à audiência da Suprema Corte sobre o tema. A questão central é se o republicano tinha autoridade para impor tais taxas sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA).
Os juízes da Suprema Corte concentraram suas perguntas na legalidade das tarifas abrangentes, com membros conservadores e liberais questionando o procurador-geral D. John Sauer sobre a justificativa do governo Trump para a implementação das taxas.
Entre os outros destaques positivos do dia, a AMD abriu em baixa antes de se recuperar e, consequentemente, impulsionar outras ações ligadas à inteligência artificial (IA).
A empresa divulgou resultados do terceiro trimestre com lucro e receita acima das expectativas dos analistas, embora os investidores inicialmente estivessem preocupados com a perspectiva de margem. As ações fecharam em alta de 3%.
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Juntamente com a AMD, outras empresas como Broadcom e Micron Technology registraram ganhos, revertendo as perdas da sessão anterior e subindo quase 2% e 9%, respectivamente. A Oracle, líder em IA, também se recuperou das perdas de terça-feira (4).
Na Europa, as bolsas fecharam em alta generalizada. Entre os motivos estão a recuperação do ímpeto após a divulgação dos índices de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) dos EUA.
O governo da França também esteve no radar dos investidores do Velho Continente depois que iniciou um procedimento para suspender o acesso à plataforma on-line da Shein até que a empresa prove que seu conteúdo está em conformidade com a lei francesa.
A decisão ocorre após uma controvérsia sobre bonecas sexuais com características infantis que foram encontradas listadas no site da gigante da moda.
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