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Empresa de ônibus ainda não alcançou a recuperação da bolsa brasileira neste ano, mas as ações continuam com valorização atrativa e sólida, de acordo com o banco
A Marcopolo (POMO4) ainda não acompanhou a recuperação da bolsa brasileira neste ano, mas os dividendos compensam a situação, de acordo com o Itaú BBA, em relatório divulgado nesta quinta-feira (22).
Os analistas do banco destacam que o dividend yield esperado de 8,6% em 2025 cria uma espécie de piso para o papel, já que a empresa tem baixa alavancagem, deve manter o payout de 50% e pode se beneficiar da expectativa de queda de juros no Brasil.
Além disso, não há eventos pontuais que estejam inflando o lucro, o que reforça a solidez da projeção. Esse cenário otimista deve tornar as ações atraentes para investidores que buscam um fluxo constante de retornos, segundo avaliação do Itaú BBA.
Com isso, o banco mantém a recomendação de compra para o papel e aumentou o preço-alvo para R$ 11, ante R$ 10,50 anteriormente.
“A ação tem apresentado desempenho inferior ao de outras empresas, acumulando queda de 12% no ano – em comparação com os 15% do IBOV –, o que a torna uma das poucas companhias em nosso universo de cobertura que combina fundamentos sólidos com uma valorização atrativa”, afirmam os analistas Gabriel Rezende, Daniel Gasparete e Pedro Tineo.
A expectativa de dividendos é sustentada pela forte posição financeira da Marcopolo, de acordo com o trio de analistas. A empresa de ônibus tem uma dívida controlada e uma política de distribuição de proventos estável.
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As novas perspectivas para um cenário favorável de expansão de margens e crescimento de demanda colocam o dividendo em uma excelente posição para gerar rendimentos consistentes no mercado.
Entre os principais motivos para a compra do papel, de acordo com o Itaú BBA, estão:
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
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