O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os papéis atingiram a máxima de R$ 71,47 hoje, mas acabaram fechando o dia um pouco abaixo desse valor, cotados a R$ 69,99
As ações da Embraer (EMBR3) voaram no pregão desta segunda-feira (16), figurando entre as maiores altas do Ibovespa, puxadas por dois anúncios positivos para a fabricante brasileira de aeronaves.
O primeiro foi o anúncio da compra, por Portugal, do cargueiro KC-390 — elevando o total até agora para seis. A negociação incluiu dez opções de compra da aeronave pelo governo português.
Já o segundo foi o da Eve Air Mobility (EVE), subsidiária da Embraer, que assinou o primeiro acordo vinculativo com a Revo, empresa de mobilidade aérea urbana, para a compra de até 50 aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical (eVTOL). O acordo está avaliado em US$ 250 milhões, com a primeira entrega prevista para o quarto trimestre de 2027.
Com isso, as ações deram um salto de 6,26%, por volta de 12h20 (horário de Brasília), cotadas a R$ 71,47. No fechamento do pregão, os papéis encerraram com alta de 5,34%, a R$ 69,99.
O Itaú BBA segue otimista com a Embraer, destacando dois grandes gatilhos para o curto prazo: o Paris Airshow, que acontece na próxima semana, e o teste de voo do EVE, previsto para o segundo semestre deste ano.
Para o banco, esses eventos podem impulsionar ainda mais os resultados da fabricante de aeronaves.
Leia Também
Após uma correção de 15% nas ações desde as máximas de março, a empresa está oferecendo uma relação risco-retorno mais equilibrada, segundo a equipe de analistas liderada por Daniel Gasparete.
O Paris Airshow é especialmente aguardado, com o otimismo sobre novos pedidos para as divisões Comercial e de Defesa ganhando força nas conversas com a gerência.
Justamente a EVE é vista pelo BBA como uma das opções de maior valor da Embraer. A subsidiária está avaliada em US$ 1,6 bilhão — e a Embraer detém 84% de participação —, montante consideravelmente inferior ao de seus principais concorrentes: a Joby (US$ 8,4 bilhões) e a Archer (US$ 6,5 bilhões).
A EVE é uma subsidiária da Embraer que produz aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical e infraestrutura de mobilidade aérea urbana.
Apesar dos gatilhos positivos, o BBA não ignora riscos para a Embraer. Um deles é o eventual impacto do Chapter 11 (recuperação judicial nos Estados Unidos) da Azul (AZUL4), que levantou preocupações sobre os lucros da fabricante de aeronaves.
Para os analistas, ainda é muito cedo para avaliar; no entanto, em um primeiro momento, o impacto parece limitado, representando menos de 1% da projeção de Ebit (lucros antes de juros e impostos) para 2025 — mesmo com a companhia sendo um dos maiores clientes da Embraer.
Em relação a uma potencial baixa contábil, os analistas ponderam que, segundo as demonstrações financeiras, há apenas US$ 36 milhões de clientes domiciliados no Brasil, dos quais acreditam que menos da metade estaria relacionada à companhia aérea.
“Em relação à carteira de pedidos, destacamos que as aeronaves da Embraer operadas por companhias aéreas brasileiras foram fornecidas por arrendadores, que acreditamos que devem manter seus pedidos, dadas as obrigações contratuais (por exemplo, pagamentos de pré-entrega já efetuados)”, dizem.
O segundo risco envolve os efeitos adicionais da guerra comercial na Embraer. A administração sinalizou um impacto de 90 pontos-base em seu Ebit, proveniente dos custos da cadeia de suprimentos relacionados ao conflito.
“Embora concordemos que existam riscos que podem pesar sobre as expectativas de lucros para este ano, acreditamos que pode haver catalisadores que sustentem uma expansão dos múltiplos no curto prazo”, dizem.
*Com informações do Money Times
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda
A notícia de que as conversas entre Washington e Teerã estariam suspensas chegou minutos antes do fechamento, funcionando como um gatilho para ampliar as perdas
Para analistas, fundo imobiliário de CRIs combina perfil defensivo, IPCA e gestão forte para entregar renda consistente em cenário incerto
Apesar do fluxo bilionário para o Ibovespa, uma bolsa na Ásia já disparou mais de 50% no ano e lidera o ranking global entre os emergentes
Com cripto operando 24/7 lá fora, mudança busca aproximar o investidor local do ritmo global do mercado; veja o que muda na prática
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII