O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Organizado pelo Seu Dinheiro, o evento totalmente online e gratuito, traz grandes nomes do mercado para falar de ações, criptomoedas, FIIs, renda fixa, investimentos no exterior e outros temas que mexem com o seu bolso
A Selic em 15% ao ano turbinou a super renda fixa no Brasil e, ainda assim, o Ibovespa acumula valorização de dois dígitos em 2025. Correndo por fora, os ativos digitais liderados pelo bitcoin (BTC) também chamaram atenção até aqui no ano. Mas os ganhos passados não garantem os ganhos futuros. Pensando nisso, o Seu Dinheiro reuniu grandes nomes do mercado no evento Onde Investir no Segundo Semestre de 2025, que começa nesta terça-feira (1).
Além da situação fiscal do Brasil, as eleições de 2026, o ciclo de corte de juros e, claro, os mandos e desmandos de Donald Trump na Casa Branca estão no radar dos investidores.
De olho nisso, grandes nomes de diferentes áreas do mercado — incluindo dois ex-diretores do Banco Central — compartilham suas projeções para a segunda metade do ano.
Apresentado por jornalistas do Seu Dinheiro e Money Times, os painéis apontam alternativas aqui e lá fora para quem busca diversificação e rentabilidade, além de darem o caminho das pedras para minimizar os riscos — que não são poucos — na hora de investir.
A série de programas Onde Investir no segundo semestre, que começa hoje (1) e vai até quarta-feira (4), é totalmente online e gratuita. Você pode se inscrever aqui e conferir o evento na página do YouTube do Seu Dinheiro.
O segundo semestre de 2025 traz um mix de oportunidades e desafios para os investidores. A taxa de juros elevada e as expectativas de desaceleração econômica exigem uma alocação estratégica e diversificada.
Leia Também
Ações de empresas sólidas, fundos imobiliários em recuperação e instrumentos de renda fixa continuam sendo apostas confiáveis — embora não as únicas — mas cada classe de ativo requer uma avaliação detalhada do risco e do potencial de retorno.
Lucas Stella, especialista do Santander Asset, aponta algumas ações que se destacam no contexto atual. Empresas sólidas e com bom histórico de governança continuam sendo uma estratégia relevante.
No painel sobre ações do Onde Investir no segundo semestre, ele destaca que, no ambiente de juros elevados, alguns papéis de setores mais resilientes, como utilities e bancos, podem apresentar boas oportunidades.
Mas alerta: a escolha deve ser estratégica, focando em empresas com bom fluxo de caixa e potencial de crescimento sustentável, especialmente em um ambiente de inflação controlada e de taxa de juros elevada.
Apesar de a Selic estar no nível mais alto em décadas, a expectativa de queda a partir de 2026 pode gerar um ambiente favorável para ativos de renda fixa e fundos de crédito privado.
Nesse ambiente, João Piccioni, CIO da Empiricus Asset, sugere que os investidores também considerem a alocação em instrumentos com maior liquidez e rentabilidade, especialmente à medida que a política monetária começa a se ajustar.
No painel sobre macroeconomia, ele conta que o maior risco no segundo semestre será a inflação fora de controle — que pode impactar o poder de compra dos consumidores e, consequentemente, os resultados de empresas do varejo e consumo.
Mas se o seu interesse é saber como ficam os dividendos nesse cenário, o Onde Investir traz um painel exclusivo sobre o assunto.
Nele, Bruno Henriques, do BTG Pactual, e Ruy Hungria, da Empiricus Research, chamam atenção para o “novo normal” na distribuição de proventos da Petrobras (PETR4) e também citam dois outros nomes menos óbvios e muito atraentes quando o assunto é dividendo.
Na renda fixa, Reinaldo Le Grazie, ex-diretor do Banco Central, diz que mesmo com a expectativa de uma eventual redução dos juros em 2026, o segundo semestre de 2025 deve manter os investimentos no segmento bastante atraentes.
As opções de Tesouro Direto e CDBs com rentabilidade atrelada à Selic são recomendadas para quem busca segurança. Le Grazie também destaca os fundos de crédito privado, que, apesar de oferecerem maior risco, têm apresentado retornos interessantes frente ao atual cenário de juros elevados.
As inscrições para acompanhar o Onde Investir no segundo semestre são totalmente gratuitas e podem ser feitas aqui.
Além do painel sobre ações, cenário macroeconômico, dividendos e renda fixa, outros acontecerão entre os dias 1 e 4 de julho, abordando temas como:
Para debater essas pautas, o evento completo trará grandes especialistas do mercado brasileiro, com nomes como:
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.
Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz
Mudança na margem para ouro, prata e platina aceleraram a queda de preços dos metais; entenda o que mudou e como isso mexeu com as cotações
Com baixa vacância, contratos longos e espaço para reciclagem de ativos, Patria Renda Urbana segue entre os preferidos da corretora
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística