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Embora um entendimento geral tenha sido alcançado nesta terça-feira (17), o Oriente Médio segue em alerta com trocas ameaças de ataque de Trump e o fechamento do Estreito de Ormuz

Depois de cair na folia, o investidor deve voltar os olhos para as ações das petroleiras, em especial, a Petrobras (PETR4). Isso porque EUA e Irã teriam chegado às bases de um acordo que tem tudo para derrubar os preços da commodity no mercado internacional.
Um sinal do que pode acontecer veio nesta terça-feira (17), quando os preços do petróleo chegaram a cair mais de 1%.
No fim do pregão, o Brent — usado como referência no mercado internacional e pela Petrobras — fechou em baixa de 1,79%, cotado a US$ 67,42 o barril. Já o WTI — a referência do mercado norte-americano — recuou 0,89%, a US$ 62,33 o barril.
Os preços recuaram depois que o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que seu país havia chegado a um entendimento geral com os EUA sobre os princípios orientadores de um acordo nuclear.
As negociações aconteceram hoje mais cedo em Genebra, na Suíça, e foram classificadas por Aragchi como “sérias e construtivas”, segundo a agência de notícias Tansim.
No entanto, as tensões entre norte-americanos e iranianos continuam altas, a ponto de o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçar atacar o Irã caso não haja acordo sobre o programa nuclear do país.
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Prova de que as tensões entre dois países continuam elevada é que o Irã fechou o Estreito de Ormuz, uma passagem comercial vital para o fornecimento global de petróleo, nesta terça-feira (17).
O tráfego pelo estreito foi suspenso por várias horas enquanto a Guarda Revolucionária do Irã realizava exercícios navais, segundo a Tasnim.
Ainda de acordo com agência de notícias, a Guarda está preparada para fechar Ormuz se for ordenada.
O estreito conecta grandes produtores do Golfo, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos, ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico, e concentra cerca de 20% do fluxo global de petróleo.
Em junho do ano passado, os EUA atacaram três instalações nucleares iranianas, provocando a reação imediata de Teerã, que ordenou o fechamento do Estreito de Ormuz. O estopim do conflito foi a guerra entre Israel, aliado histórico dos EUA, e Irã. Você pode relembrar aqui o confronto.
Naquele momento, as ações de petroleiras brasileiras como Petrobras e Prio (PRIO3) já estavam sendo beneficiadas pelo confronto no Oriente Médio, acumulando fortes ganhos.
Na bolsa, no entanto, o efeito foi outro: os investidores fugiram dos ativos de risco e buscaram abrigo em ativos considerados porto seguro como ouro, que vem renovando recordes neste início de ano.
O Ibovespa, na ocasião, sentiu a pressão assim como as bolsas globais. Mas, vale lembrar que, agora, o cenário da bolsa brasileira é outro, com máximas sucessivas patrocinadas pelo forte ingresso de fluxo estrangeiro.
O QUE SAIU E O QUE ENTROU
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