O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco destaca que há uma mudança na relação risco-retorno, com maior probabilidade para o cenário otimista do que para o pessimista
O Brasil está sendo motivo de otimismo para as corretoras do mundo e agora é a vez da Morgan Stanley “biscoitar” o país com uma recomendação overweight, que equivale à compra.
Em relatório divulgado nesta terça-feira (20), o banco destaca que há uma mudança na relação risco-retorno, com maior probabilidade para o cenário otimista do que para o pessimista.
Mas não significa que o Brasil não tenha concorrentes: segundo o banco, o México parece promissor no longo prazo, mas enfrenta desafios no curto prazo.
“Estamos mais construtivos com as ações latino-americanas, especialmente no caso do Brasil, pois acreditamos que o calendário eleitoral movimentado nos próximos 18 meses abre oportunidade para iniciar uma mudança de política necessária”, afirma o Morgan Stanley.
Ainda segundo os analistas, o Brasil está barato, com posicionamento extremo em renda fixa para financiar um déficit orçamentário de 10%, combinado com alocação mínima em ações.
“A questão é que é difícil se animar com as ações brasileiras no atual ciclo tardio, mas o nível de avaliação é atraente, talvez o mais atraente do mundo”.
Leia Também
Para o banco, é necessário um rebalançamento que possa iniciar um novo ciclo de lucros para o mercado.
Na visão do Morgan Stanley, o risco fiscal ainda permanece no radar.
“Uma mudança estrutural na política fiscal em toda a região é necessária para reduzir as taxas de juros, desbloqueando um novo ciclo de investimento e potencial expansão múltipla”.
No ano que vem, os brasileiros voltam às urnas para escolher o presidente. Últimas pesquisas indicam desgaste do presidente Lula, o que poderia abrir caminho para candidatos mais pró-mercado.
“Embora seja muito cedo para termos uma opinião forte sobre uma mudança na política estrutural para a região, vemos sinais de fraqueza entre as plataformas políticas vigentes, que se baseiam em grandes gastos sociais”.
O Morgan recorda que o índice de aprovação líquida (aprovação menos desaprovação) do presidente em seu atual terceiro mandato está acompanhando o do ex-presidente Bolsonaro no mesmo período.
“Mais importante ainda, olhando para o futuro, o índice de aprovação líquida do presidente Lula (-17%) está substancialmente abaixo da média de aprovação de presidentes em primeiro mandato que foram reeleitos, de +22% (FHC, Lula e Dilma Rousseff)”.
Neste momento, porém, o Morgan diz que ainda estamos a meses da eleição e que, de acordo com as pesquisas mais recentes, a disputa ainda está aberta e o partido atual permanece competitivo tanto nas simulações de primeiro quanto de segundo turno.
“O presidente Lula lidera o primeiro turno nas pesquisas por 10 pontos percentuais, mas parece estar 1 p.p. atrás de potenciais candidatos da oposição em simulações de segundo turno”.
Setores exportadores, como energia e agricultura, enchem os olhos do Morgan Stanley.
“É aqui que podemos esperar ver a melhor relação risco-recompensa […] O Brasil está começando a se assemelhar ao Texas, com crescimento e força nos setores de energia e agricultura”.
O banco também gosta de serviços financeiros, estatais, petróleo, serviços públicos e concessões.
“Os serviços financeiros oferecem uma das melhores alavancagens operacionais do mercado. Portanto, se o Brasil reequilibrar sua economia, esta será uma forma fundamental de se beneficiar, em nossa opinião”.
Entre os papéis, estão Bradesco (BBDC4), Itaú (ITUB4), Banco do Brasil (BBAS3) e Nubank (portfólio completo logo abaixo).
Outro destaque, a Petrobras (PETR4) segue atrativa para o Morgan, mesmo com a queda do petróleo. Para o banco, a empresa possui uma das melhores relações risco-recompensa tanto no Brasil quanto na América Latina.
“Forte crescimento, dividendos elevados, governança aprimorada e o que consideramos ser o valor da opção no caso de uma mudança de política no Brasil que possa reduzir o risco de intervencionismo”.
| Empresa | Ticker | Peso no Portfólio |
|---|---|---|
| Petrobras | PBR | 16% |
| Itaú Unibanco | ITUB4 | 11,50% |
| Vale | VALE4 | 9,2% |
| Eletrobras | ELET3 | 7,2% |
| Banco do Brasil | BBAS3 | 6,7% |
| Sabesp | SBSP3 | 5,5% |
| JBS | JBSS3 | 5,4% |
| B3 | B3SA3 | 4,7% |
| BTG Pactual | BPAC11 | 4,4% |
| Bradesco | BBD.N | 3,8% |
| Embraer | ERJ.N | 3,5% |
| Nubank | NU.N | 3% |
| PetroRio | PRIO3 | 2,9% |
| SLC Agrícola | SLCE3 | 2,5% |
| XP Inc. | XP.O | 2,5% |
| Motiva | MOTV3 | 2,1% |
| Rumo | RAIL3 | 2,1% |
| Usiminas | USIM5 | 2% |
| Mercado Livre | MELI.O | 2% |
| Gerdau | GGBR4 | 2% |
| Iguatemi | IGTI11 | 1% |
*Com informações do Money Times
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice