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A companhia atingiu a marca de 73.854 barris de óleo equivalente por dia (boe/d) produzidos em fevereiro, aumento de 9,2% na comparação mensal
Em uma sessão positiva para as ações do setor de petróleo e gás, a Brava Energia (BRAV3) se isola na liderança dos ganhos do Ibovespa, após amargar fortes perdas no pregão anterior.
Por volta das 15h37, os papéis saltavam 11,13%, negociados a R$ 17,87 na B3. Desde o início do ano, porém, a petroleira junior ainda marca desvalorização da ordem de 26% na bolsa.
O desempenho positivo neste pregão acompanha a divulgação de um novo recorde na produção de petróleo.
A companhia atingiu a marca de 73.854 barris de óleo equivalente por dia (boe/d) produzidos em fevereiro, um aumento de 9,2% em relação a janeiro.
Segundo a petrolífera, o nível recorde de produção no mês reflete investimentos e melhorias implementados nos principais polos de atuação.
Na avaliação de analistas do mercado, a produção da Brava Energia (BRAV3) continua a evoluir conforme planejado em 2025.
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A XP Investimentos destaca que a Brava vem entregando um aumento sequencial positivo na produção. Em fevereiro, os três principais ativos da Brava — Atlanta, Papa Terra e Potiguar — foram destaques, com aumentos significativos de produção.
Para o analista Regis Cardoso, da XP, os dois campos offshore (plataformas petrolíferas em alto mar) são essenciais para impulsionar grande parte do crescimento futuro da produção e do fluxo de caixa da Brava Energia.
Nesse contexto, ele avalia positivamente o desempenho estável observado nos dois primeiros meses desde o início da produção em Atlanta e a retomada das operações em Papa Terra.
“Por fim, o Complexo Recôncavo também apresentou um aumento positivo de produção, revertendo a queda de produção dos últimos períodos – esse campo pode estar sujeito a desinvestimento nos próximos meses”, disse.
*Com informações do Money Times.
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