🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

O GATO, O RATO E OS JUROS

Trump vem aí: Powell diz o que pode fazer com os juros nos EUA diante das ameaças do republicano — e isso tem a ver com você

Com o republicano batendo na porta da Casa Branca, presidente do Fed deu novas pistas sobre o que pensa para o ritmo de corte da taxa referencial na maior economia do mundo

Carolina Gama
4 de dezembro de 2024
17:21 - atualizado às 14:12
Presidente dos EUA, Donald Trump, e presidente do Fed, Jerome Powell
Jerome Powell em primeiro plano e Donald Trump - Imagem: Official White House Photo by Andrea Hanks

Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), tem uma habilidade pouco conhecida da maioria das pessoas e que descobriu aos 10 anos de idade: ele consegue falar frases — em inglês, é claro — de trás para frente. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Se não fizermos isso agora, não teremos uma economia na segunda-feira” — desafiou o mediador do New York Times durante o bate-papo desta quarta-feira (4) com o chefão do banco central norte-americano, sugerindo que Powell falasse ao contrário a declaração que ficou famosa na boca de outro presidente do BC dos EUA, Ben Bernanke, em 2008 — ano da crise financeira no país. 

Powell não fugiu da raia. Fechou os olhos, parou um segundo e disse a frase de trás para frente. A plateia presente aplaudiu. A questão agora é saber se ele também arrancará aplausos do mercado diante do próximo desafio: Donald Trump. 

O republicano, crítico ferrenho de Powell e das políticas do Fed, toma posse dia 20 de janeiro com a promessa de adotar medidas que prometem dificultar — e muito — a vida de quem decide os juros nos EUA. 

O gato, o rato, Powell, Trump e os juros nos EUA

Certamente Powell terá que usar mais do que as habilidades de falar frases ao contrário para enfrentar os desafios que surgem no horizonte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Questionado pelo mediador do New York Times sobre como pretende lidar com a promessa de taxação de Trump, Powell reconheceu que não é possível tomar decisões de política monetária com base em propostas, dado que não se sabe qual será o tamanho das medidas. 

Leia Também

Mas, ao contrário do dom aparentemente “natural” de falar de trás para frente, o chefão do Fed deu sinais de que está se preparando para o que vem por aí. 

“Não podemos fazer política monetária com base em propostas de tarifas. Não sabemos qual será o tamanho dessas tarifas, mas estamos avaliando as propostas”, disse Powell. 

Os comentários acontecem em um momento no qual Trump já disse que uma das primeiras medidas que adotará ao voltar ao salão Oval da Casa Branca é aumentar tarifas para bens e produtos de países como China, México e Canadá. O Seu Dinheiro contou essa história e você pode conferir aqui.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E nem o Brasil deve escapar dessa. Mais recentemente, o republicano ameaçou o Brics — grupo de países em desenvolvimento do qual o Brasil faz parte — de taxação caso resolva adotar uma moeda própria, diferente do dólar, para transações comerciais. Também contamos essa história e, para conferir, basta acessar aqui.

O problema é que as políticas prometidas por Trump — que também incluem o corte de impostos — devem fazer a inflação voltar a acelerar nos EUA, complicando a vida de Powell e dos membros do comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês). 

  • Inflação alta implica em juros altos. Taxas elevadas na maior economia do mundo tendem, sobretudo, a tirar a atratividade de mercados emergentes como o Brasil, além de reduzirem o apetite para ativos mais arriscados como as ações — e é aí que o investidor brasileiro sente no bolso.

BOLSA CAINDO e DÓLAR a R$ 6: O que o GOVERNO deve FAZER AGORA para VIRAR o jogo

Os juros nos EUA antes da última reunião do ano

O Fed foi o último dos grandes bancos centrais ao redor do mundo a iniciar o ciclo de afrouxamento monetário — os norte-americanos passaram quatro anos sem cortar juros, convivendo com as maiores taxas em 23 anos. 

O alívio veio apenas em setembro deste ano, quando o BC dos EUA realizou a primeira redução graças à trégua na inflação. Atualmente, a taxa está na faixa entre 4,50% e 4,75% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois disso, no entanto, o caminho para os juros ficou mais turvo. Além de Trump, o mercado de trabalho norte-americano voltou ao centro das atenções do Fed diante dos sinais de fragilidade. 

  • Vale lembrar que o pleno emprego e a estabilidade de preços — que significa inflação em 2% ao ano — são os mandatos dados pelo Congresso norte-americano e que o Fed deve perseguir. 

Powell falou sobre os juros no bate-papo de hoje. 

“A inflação está em 2,3% — um pouco acima da nossa meta. O desemprego está em 4,1% — um pouco além do que foi visto há um ano, mas a taxa ainda é baixa. Estamos chegando lá”, afirmou. 

“A economia é forte, o desemprego é baixo e a inflação está ligeiramente acima do nosso objetivo. Podemos ser mais cautelosos agora”, acrescentou. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente do Fed não contratou mais um corte de 0,25 ponto percentual (pp) na conversa de hoje. Mas o mercado manteve a aposta de que ele virá.

Ferramenta FedWatch do CME Group mostra 79,2% de probabilidade de redução nessa magnitude na última reunião do ano, marcada para 17 e 18 de dezembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
APOSTA FRUSTRADA

O grande erro de Warren Buffett: novo CEO da Berkshire Hathaway pode desistir do “sonho grande” do Oráculo de Omaha

22 de janeiro de 2026 - 11:37

Após anos de perdas e baixa contábil, a saída do “sonho grande” volta à mesa com a chegada do novo CEO Greg Abel; entenda

SEM LASTRO NEM RASTRO

Governo apreende R$ 64 milhões da ‘rainha cripto’ — e ela continua desaparecida, ninguém sabe se viva ou morta

22 de janeiro de 2026 - 10:37

Pequena parte do dinheiro reaparece quase dez anos depois, mas a mulher por trás do maior golpe de cripto continua desaparecida 

SUSTENTABILIDADE

Casa na montanha? Este homem escavou uma para morar dentro dela

22 de janeiro de 2026 - 10:15

No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola

TOP 5

São Paulo sobe em ranking global do mercado imobiliário de luxo; confira a nova posição da capital paulista

22 de janeiro de 2026 - 9:09

Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas 

SAI HOT-DOG, ENTRA COXINHA

A bolsa brasileira vai continuar atraindo o estrangeiro em 2026; saiba quais foram as ações preferidas dos gringos em 2025 

21 de janeiro de 2026 - 19:53

Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora

SEM MAIS GREEN CARD?

Fim do sonho americano? A partir de hoje, brasileiros estão proibidos de mudar para os Estados Unidos

21 de janeiro de 2026 - 9:54

Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano

ESTREIA EM GRANDE ESTILO

João Fonseca estreia no Australian Open 2026 nesta sexta (19); veja horário e onde assistir

19 de janeiro de 2026 - 20:29

Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília

TESOURO ENTERRADO

O trunfo do Brasil que está no radar de Trump — e as 3 ações para monitorar antes do ‘boom’ das terras raras 

19 de janeiro de 2026 - 19:51

A China domina o segmento dos minérios indispensáveis para fazer de smartphones até mísseis inteligentes, mas o Brasil ocupa o segundo lugar e pode se beneficiar com o “degelo” nas relações com os EUA

TRUMP NA MIRA

Bazuca comercial: o que é a ‘arma’ que a Europa pretende usar contra Donald Trump na disputa pela Groenlândia

19 de janeiro de 2026 - 11:46

Após ameaça de tarifas de até 25% feita por Donald Trump, União Europeia avalia acionar instrumento de anticoerção econômica que pode atingir empresas e investimentos dos EUA

CONCENTRAÇÃO DE RENDA

Super-ricos cada vez mais ricos — e o mundo nunca foi tão desigual, segundo a Oxfam

19 de janeiro de 2026 - 11:04

Relatório da Oxfam mostra que bilionários acumularam US$ 2,5 trilhões em um único ano, enquanto pobreza estagna e fome avança

TENDÊNCIA NO SETOR BANCÁRIO

Inter (INBR32) recebe a bênção do Fed para ter uma filial em Miami; entenda como a autorização mexe com os negócios do banco 

16 de janeiro de 2026 - 19:45

Até então, o Inter operava nos EUA por meio da subsidiária Inter Payments e pela Inter US Holdings; BTG e Nubank também miraram o mercado norte-americano

ESCUDO PARA OS INVESTIMENTOS

A “proteção perfeita” para quem tem medo de a bolha da IA estourar um dia, segundo o Bank of America 

16 de janeiro de 2026 - 19:31

Os estrategistas do BofA selecionaram quatro setores que podem se beneficiar da inteligência artificial sem a exposição direta às empresas de tecnologia

INTERNACIONAL

O que acontece se Donald Trump invadir a Groenlândia? Otan prevê defesa contra inimigos externos, não internos

16 de janeiro de 2026 - 12:31

Declarações de Trump sobre a Groenlândia levantam dúvidas sobre os limites da defesa coletiva da OTAN quando a ameaça parte de um país-membro da própria aliança

QUEM ESTÁ NO PÓDIO?

A melhor oportunidade de investimento no exterior em 5 anos não está nos EUA. O Goldman Sachs revela a “mina de ouro”

15 de janeiro de 2026 - 19:47

O primeiro lugar do pódio com o maior potencial de retorno, segundo o banco, também é o primeiro no quesito volatilidade

BEM, PERO NO MUCHO

Fim do sufoco? Argentina ganha elogios do FMI, mas dívida segue no radar dos EUA

15 de janeiro de 2026 - 18:38

Fundo projeta um crescimento de cerca de 4,5% para este ano e destaca desceleração expressiva da inflação em 2025; mas norte-americanos alertam para possibilidade de calote

EUA DE OLHO

Do silêncio branco ao xadrez global: como é viver na Groenlândia, país que virou palco da disputa geopolítica de Donald Trump

15 de janeiro de 2026 - 11:29

Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global

UNS CHORAM, OUTROS VENDEM LENÇOS

Ícone da moda de luxo, Saks pede falência nos EUA e abre espaço para a Macy’s na 5ª Avenida

14 de janeiro de 2026 - 18:37

A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade

E O PRÊMIO VAI PARA...

Framboesa de Ouro: depois do Globo de Ouro, também tem Brasil entre os piores filmes do ano

14 de janeiro de 2026 - 17:01

Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado 

BARRADOS DE ENTRAR?

Os 23 países com vistos suspensos por Trump que vão jogar a Copa do Mundo nos Estados Unidos

14 de janeiro de 2026 - 16:31

Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México

LISTA EXTENSA

Quais países tiveram o visto dos EUA barrado por Donald Trump? Confira a lista completa

14 de janeiro de 2026 - 15:36

Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar