O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, não serviu apenas de palco para debates sobre guerras e as mudanças climáticas — nos bastidores, os CEOs de grandes empresas discutiam sobre o futuro dos EUA neste ano
Donald Trump vem ocupando as manchetes desde que oficializou a pré-candidatura às eleições presidenciais deste ano nos EUA. E, a partir daí, muita gente começou a especular se o republicano teria chances de voltar a ocupar a Casa Branca.
A série de pendências de Trump com a justiça — ano passado ele chegou a ser detido por algumas horas em Nova York — divide opiniões: parte dos analistas acha que ele pode ganhar impulso com os escândalos e vencer as eleições de 5 de novembro e outra parte acha que o futuro político do ex-presidente está enterrado.
Mas o que os figurões de Wall Street pensam sobre a possível nomeação de Trump como o candidato republicano para disputar o pleito contra Joe Biden, que tenta a reeleição?
Pois esse foi o assunto que tomou conta dos corredores do Fórum Econômico Mundial de Davos. Se, nos painéis, os líderes globais discutiam as questões climáticas, as guerras em andamento e a situação da economia global, nos bastidores do evento só se falou do futuro chefe da Casa Branca.
Vários executivos de grandes se mostraram perplexos com um segundo mandato de Trump, enquanto os principais executivos estrangeiros estão preocupados com essa possibilidade — particularmente com relação às restrições à imigração e potenciais conflitos globais.
Embora o CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, não preveja uma vitória de Trump, ele afastou qualquer chance de apocalipse caso o republicano vença.
Leia Também
Dimon observou que espera que “o país sobreviva” com a reeleição de Biden ou com o retorno de Trump à Casa Branca, mesmo que alguns temam que a democracia norte-americana seria ameaçada com a volta do republicano.
O CEO da Blackstone, Stephen Schwarzman, expressou outro tema comum entre os executivos — que tanto Trump quanto Biden são escolhas erradas.
“Acho que temos uma eleição presidencial interessante agora, na qual há negativos muito elevados, como vocês sabem, para ambos os candidatos”, disse Schwarzman, acrescentando que está esperando para ver como as coisas vão se desenrolar.
O CEO da Salesforce, Marc Benioff, minimizou qualquer ameaça vinda do governo dos EUA.
“Obviamente, o governo dos EUA é um grande cliente da Salesforce e, dependendo de quem está no cargo, cria uma grande agitação com uma parte diferente da nossa base de funcionários”, disse Benioff.
“Mas a realidade é que somos a mesma empresa, independentemente de quando a eleição ocorrerá. E independentemente de quem será esse presidente”, acrescentou.
A CEO da Nasdaq, Adena Friedman, disse que é muito cedo para se concentrar no que Trump pode ou pode não significar para os EUA desta vez.
“Honestamente, acho que precisamos ver como as primárias vão se desenrolar”, afirmou.
Além de ser um ano eleitoral, Trump também se tornou assunto em Davos pela vitória recente nas primeiras prévias republicanas.
A votação em Iowa, chamada de caucus, terminou com uma margem final tão confortável para Trump quanto as pesquisas previam há meses.
Desde a década de 1970, o estado tem um papel de protagonista na largada da corrida à Casa Branca, realizando a primeira disputa para a indicação presidencial nos EUA.
A vitória de Trump em Iowa foi histórica e massiva. Ele obteve o maior número de votos em todos os 99 condados do estado, perdendo em apenas um, mas por um único voto.
Trump obteve 51% dos votos, contra 21% de Ron DeSantis e 19% de Nikki Haley. Ninguém havia vencido uma disputa em Iowa por mais de 12 pontos de diferença para o segundo candidato.
*Com informações da CNBC e do G1
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo