O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Empresas de bens de alto valor agregado estão mirando outros países e públicos em meio à crise na segunda maior economia do mundo
O fato de que um resort de altíssimo padrão na Tailândia será cenário da próxima temporada de The White Lotus diz muito sobre a ascensão do país asiático no mundo do luxo. A série, que retrata as extravagâncias dos ricos, já passou por dois outros destinos paradisíacos: o Havaí e a Sicília, também conhecidos por atrair o público endinheirado.
O local de filmagem de uma produção televisiva poderia passar batido em outra situação. Acontece que a Tailândia está se tornando cada vez mais relevante para as marcas de bens de consumo de alto valor agregado. E não só a HBO percebeu esse fenômeno.
Nos últimos meses, diversas grifes abriram unidades no país, especialmente na capital Bangkok. A Louis Vuitton, por exemplo, está por lá em um edifício multifacetado que inclui, além da loja, o primeiro restaurante no Sudeste Asiático, um café da marca e um espaço para exposição.
Mais recentemente, foi a vez da Dior abrir uma loja temporária, chamada de Gold House. Com a fachada inspirada na clássica loja em Paris, o interior da construção contempla obras de artistas tailandeses e um café Dior, com sobremesas de um chef com estrelas Michelin.
Com a crise econômica na China, que está afetando duramente as marcas de luxo, a Tailândia se torna cada vez mais promissora para as empresas de bens de alto padrão.
Os dados confirmam isso.
Leia Também
Na Tailândia, o mercado de bens de luxo pessoais deve atingir US$ 2,4 bilhões (R$ 14,6 bilhões) este ano, crescendo a uma taxa anual de 9% até 2029, segundo projeções do Euromonitor International.
Nesse contexto, os turistas desempenham um papel importante no consumo de luxo na região.
Para 2025, a expectativa é que a Tailândia receba 40 milhões de estrangeiros, fazendo com que o turismo torne-se uma parte ainda mais importante do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
Por isso, marcas de luxo, como a Prada, estão diversificando os investimentos para além da capital e indo para outros destinos, como Phuket.
Ainda assim, a demanda doméstica faz toda a diferença, tanto de tailandeses afluentes quanto de expatriados que trabalham em multinacionais no país.
Segundo a consultoria Knight Frank, o número de indivíduos com alto patrimônio líquido — mais de US$ 30 milhões — no país deve crescer substancialmente até 2028.
No Sudeste Asiático, apenas Singapura e Indonésia têm mais ricaços que a Tailândia.
Para atender às demandas e estimular o consumo tanto dos locais quanto dos viajantes, a capital Bangkok agora abriga um dos maiores empreendimentos imobiliários do país: o One Bangkok, um complexo gigantesco que une três shoppings centers, hotéis, escritórios e torres residenciais.
Apesar de já estar em funcionamento, a construção, que custou US$ 3,2 bilhões (R$ 19,4 bilhões), só ficará completa em 2026.
“Este megaprojeto construiu o primeiro boulevard de compras de luxo com mais de 20 fachadas voltadas para a rua, atendendo a todos, desde marcas premium até marcas de luxo de primeiro nível”, declarou Joe Chan, gerente de locação de varejo da One Bangkok.
Como resposta ao novo entrante do varejo, outros shoppings tradicionais da cidade também estão fazendo expansão e tentando atrair marcas de luxo.
* Com informações do Business Of Fashion.
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%