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Reinauguração acontece neste sábado (7) com a presença de Emmanuel Macron e Donald Trump, mas sem o líder da Igreja Católica
Se a culpa é de Victor Hugo ou do turismo exacerbado em Paris, não dá para dizer, mas a Notre Dame não é apenas mais uma igreja gótica, entre tantas na Europa. Por isso, o mundo todo parou para assistir ao lamentável incêndio que a fez perecer, em abril de 2019.
Neste sábado (7), o mundo deve parar de novo. Desta vez, para ver a esperada reinauguração da catedral.
O evento promete ter proporções de casamento real, com presenças confirmadas do presidente francês, Emmanuel Macron, e do presidente eleito dos EUA, Donald Trump. Não à toa, a cidade mobilizou cerca de 6.000 policiais para a ocasião.
Vale lembrar que a cerimônia acontece em meio um período extremamente turbulento para a política francesa, devido à renúncia do primeiro-ministro Michel Barnier, que marca a primeira vez que um governo é deposto no país desde 1962.
O papa Francisco já afirmou que não estará presente na cerimônia, que estará recheada de importantes nomes da alta sociedade francesa.
Bernard Arnault, dono do grupo de luxo LVMH, e François Pinault, dono do grupo do Kering (Gucci e Cartier), são alguns dos bilionários que prometeram doações robustas para a reconstrução do catedral.
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Além disso, foram feitos também investimentos públicos pela própria cidade de Paris e pela região Île-de-France.
O que surpreende, no entanto, é a quantidade de doações feitas por pessoas comuns. Ao todo, foram 340 mil “mecenas” em mais de 150 países, o que reforça a relevância da Notre Dame como um ícone mundial. Segundo reportado pela AFP, os norte-americanos foram os maiores doadores, depois dos franceses.
Com os 846 milhões de euros arrecadados (R$ 5,3 bilhões), a reconstrução levou cinco anos para ficar pronta. O prazo tinha sido prometido por Macron à época do incêndio, mas foi recebido com ceticismo.
Na sexta-feira passada (29), o chefe de Estado francês fez a última visita pré-abertura, descrevendo a catedral como “Chantier du siècle”, uma expressão francesa que se traduz como “obra do século”. A Torre Eiffel também já foi definida da mesma forma.
A expressão não é exagerada. A relevância da Notre Dame para o turismo parisiense e para a história fizeram com que a França criasse um órgão público destinado exclusivamente ao projeto de restauração do monumento: o “Rebâtir Notre-Dame de Paris”.
A expectativa é que a catedral passe a receber 15 milhões de visitantes por ano, cifra 20% maior que antes do incêndio. Para este final de semana de reabertura, os voos rumo a Paris aumentaram 15%.
Patrimônio mundial da Unesco desde 1991, a Notre Dame é um dos principais pontos turísticos da Europa e divide espaço com a Torre Eiffel em todos os cartões postais clássicos de Paris. Pelos museus franceses e internacionais, obras de diferentes períodos artísticos retratam a catedral de todos os ângulos possíveis.

Quem passava por lá nos últimos anos, tinha que se contentar em sentar em uma das “arquibancadas” montadas pela prefeitura para contemplar a catedral, cercada por andaimes e materiais de construção.
Agora, a reabertura vai ser em etapas. E quem quiser conhecer ou revisitar a igreja, terá que se planejar com uma antecedência ainda maior, já que o monumento adotou um sistema de reservas on-line. Anteriormente, os turistas tinham que “tentar a sorte” e a única chance de gastar menos tempo na fila de espera era ir logo no primeiro horário da manhã — e olhe lá.
A primeira abertura ao público será no dia 8 de dezembro, com uma missa celebrada ao final da tarde. Depois disso, a catedral passará por uma sequências de 8 dias celebrações religiosas, como agradecimento aos doadores e aos bombeiros que atuaram no dia do incêndio.
A visitação retoma oficialmente no dia 16 de dezembro.
Para apreciar a arquitetura gótica, as abóbadas e os vitrais de dentro da Notre Dame, será preciso fazer uma reserva gratuita pelo site ou aplicativo oficial do monumento. Ao todo, a igreja comporta cerca de 3.000 pessoas por vez.
Visitas em grupo, seja de escolas ou peregrinações religiosas, só serão permitidas a partir de junho de 2025.
Quem não fizer a reserva, ainda poderá entrar na catedral, mas provavelmente terá que enfrentar uma fila bem significativa.
* Com informações da AFP.
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