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Depois de bloquear discussões sobre igualdade de gênero e agenda da ONU, Milei agora se insurge contra principal iniciativa de Lula no G20
O governo de Javier Milei parece disposto a levar a histórica rivalidade entre Brasil e Argentina do futebol para o campo do G20.
Depois de travar os debates sobre igualdade de gênero e agenda da ONU, Milei agora tenta barrar as discussões sobre a taxação dos super-ricos.
A delegação da Argentina indicou na sexta-feira que agora se opõe à proposta de taxação de grandes fortunas.
A discussão sobre o tema havia sido aprovada anteriormente por todos os países do grupo.
O gesto dos argentinos preocupa integrantes do governo brasileiro.
Um integrante do Ministério da Fazenda entende a mudança de posição como "uma linha vermelha" cruzada pela Argentina e confirmou ao Estadão a postura beligerante da delegação enviada ao Rio por Buenos Aires.
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Diplomatas do Itamaraty também disseram que há dificuldades de convencimento dos argentinos.
Flagrado pelo Estadão ao telefone num intervalo da reunião final de sherpas, o ex-senador e negociador diplomático da Argentina Federico Pinedo se negou a revelar quais são as objeções levantadas pelo governo.
A reportagem perguntou a ele se procedia a informação de que haviam se insurgido contra a taxação, vazada da reunião a portas fechadas.
"Nós somos sérios, se há outros que não são, lamento. A negociação não terminou. Até que termine, não vamos falar nada", disse o representante de Javier Milei.
O presidente argentino promove uma blitz ideológica contra a diplomacia de seu país, que convive com demissões há meses, num processo de intervenção da Casa Rosada, com raízes ideológicas.
Milei substituiu recentemente a economista Diana Mondino, até então ministra das Relações Exteriores, pelo empresário Gerardo Werthein, antes seu embaixador nos Estados Unidos.
No G20 as equipes não foram trocadas, mas alteraram sua posição, segundo integrantes da Fazenda e do Itamaraty.
Informações extraoficiais também indicam que a Argentina ainda não aderiu ao projeto de Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza.
Segundo negociadores que participam da reunião, os enviados argentinos também voltaram a expor resistências aos assuntos de clima e costumes - como questões de gênero - embora um embaixador pondere que Milei tem interesse em financiamento climático, com expectativa de receber recursos.
Milei deve discursar duas vezes, a portas fechadas, diante dos demais presidentes e primeiros-ministros. Escolheu falar sobre os temas da Fome e Pobreza e Reforma da Governança Global, mas não sobre Clima.
Segundo um secretário do Itamaraty, cada líder vai discursar duas vezes na cúpula.
Apenas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anfitrião da cúpula, poderá falar na abertura de cada sessão de debates.
Milei não conseguiu abrir portas com Lula para uma reunião bilateral solicitada anteriormente.
Pesa contra ele o histórico de ofensas e provocações públicas contra o presidente brasileiro, que ainda está à espera de um pedido de desculpas do líder do país vizinho.
Os sherpas dos países do G20 passaram os últimos dias finalizando os acordos do grupo e as referências a eles, a fim de que constem na Declaração de Líderes do Rio, a ser assinada e divulgada durante a cúpula, nos dias 18 e 19.
O comunicado oficial do G20 usaria como base o consenso atingido nos debates de Finanças antes.
Diante da postura dos enviados de Milei ao Rio de Janeiro, diplomatas brasileiros estudam a melhor maneira de contornar a beligerância do governo do país vizinho no comunicado final do G20.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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