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Cidadão norte-americano candidatou um chatbot de inteligência artificial para concorrer às eleições no estado de Wyoming. A OpenAI revelou que encerrou atividades de ferramentas do tipo nos EUA e no Reino Unido
A popularização da inteligência artificial (IA) vem causando impactos no mercado de trabalho, nas bolsas e até mesmo nas eleições, que ocorrem em mais de 50 países em 2024. Agora, um usuário norte-americano tenta levar a nova tecnologia para ocupar cargo no governo dos Estados Unidos.
No início de junho, Victor Miller, preencheu a papelada para participar da corrida eleitoral para a prefeitura de Cheyenne, capital do estado de Wyoming, nos EUA.
Apesar da maior parte dos dados serem de Miller, ele realizou a candidatura sob o nome “VIC”, sigla para Virtual Integrated Citizen (Cidadão Virtual Integrado, em tradução livre), um chatbot do ChatGPT.
Dessa forma, os eleitores teriam a opção de votar na inteligência artificial. Miller declarou que ele seria apenas o “avatar de carne e osso”, mas que o verdadeiro prefeito seria a IA.
De acordo com o criador, VIC usaria a tecnologia da OpenAI para tomar todas as medidas políticas e ajudaria a governar a cidade.
“A inteligência artificial já me ajudou na vida pessoal… como a fazer meu currículo. Eu acho que poderia adicionar uma camada para ajudar a cidade. Eu realmente quero ver isso acontecer”, afirmou Miller em entrevista à CNN.
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Já a OpenAI, fundadora do ChatGPT, não topou a ideia. A empresa afirmou que a ferramenta estava sendo usada para interagir e persuadir os eleitores, o que, segundo a big tech, vai contra as políticas de uso da companhia.
“Tomamos medidas contra esses usos da nossa tecnologia por violar nossas diretrizes contra campanhas políticas”, revelou um porta-voz da companhia.
A OpenAI anunciou que encerrou o funcionamento do chatbot. Porém, Miller afirmou que a ferramenta ainda funciona em sua conta pessoal do ChatGPT e que pretende levá-la a uma biblioteca local para dar a oportunidade dos eleitores fazerem perguntas.
Vale ressaltar que as eleições para prefeitos nos EUA não ocorrem simultaneamente em todos os municípios. Em Cheyenne, a votação primária para prefeito será realizada em agosto de 2024. Neste ano, os eleitores norte-americanos também vão votar para a seleção do presidente, dos senadores, dos deputados e dos governadores.
De acordo com Miller, a ideia da criação de um chatbot para concorrer à prefeitura de Cheyenne surgiu após realizar um pedido de documentos sobre as políticas e procedimentos municipais. A solicitação foi recusada por ter sido feita anonimamente.
“[Meu chatbot] conhece e entende a lei completamente. E se eu tivesse interagindo com ele, em vez de um humano falho, teria conseguido que meu pedido fosse atendido”, afirmou.
Ainda de acordo com o criador, VIC não está filiado a nenhum partido político. Porém Miller admitiu que a inteligência artificial foi influenciada, em nível desconhecido, pelas crenças do próprio criador. Ele também afirma que o chatbot é a favor da “transparência governamental”.
O possível prefeito de inteligência artificial, VIC, teria um QI de 155 e seria capaz de examinar documentos governamentais mais precisamente do que um humano.
Para a interação com os eleitores, os cidadãos de Cheyenne conseguem realizar perguntas para o chatbot através de um megafone que Miller usa ao redor do próprio pescoço. Segundo a mídia local, Cowboy State Daily, VIC possui uma “alegre voz masculina”.
A candidatura de Miller está sendo vigiada de perto pelo governo de Wyoming, segundo o secretário do estado de Wyoming, Chuck Gray.
Para ele, o uso da inteligência artificial para concorrer ao cargo de prefeito é apenas uma forma de atrair eleitores para o próprio criador.
“As leis de Wyoming deixam claro que, para concorrer, é necessário ser um ‘candidato qualificado’, o que implica ser uma pessoa real. Logo, um chatbot de IA não é um candidato qualificado”, afirmou Gray.
Agora, as autoridades do condado investigam se VIC pode, legalmente, ser nomeado para a prefeitura. Chuck Gray revelou que escreveu uma carta para o secretário municipal de Cheyenne expressando preocupação com a candidatura.
Já o advogado que trabalha no caso, Brad Lunch, afirmou que “a lei de Wyoming decidirá a questão”.
Não foi apenas Miller que teve a ideia de usar a inteligência artificial para concorrer a eleições.
No Reino Unido, Steve Endacott, presidente de uma empresa de IA chamada Neural Voice, estava utilizando um chatbot para ajudá-lo na campanha eleitoral para um cargo no Parlamento.
Por meio da tecnologia do ChatGPT, o candidato disponibilizava o Steve AI, onde os eleitores poderiam deixar comentários e sugestões para ajudar a criar políticas na região. A inteligência artificial também fornecia respostas para as dúvidas dos eleitores.
Segundo a OpenAI, assim como o VIC, o chatbot Steve AI também foi retirado do ar.
*Com informações da CNN, Inside Hook e New York Post
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